sexta-feira, 3 de maio de 2019
Um olhar alentejano
Regressemos aos feriados em Portugal.
O Estado Novo demorou décadas a mexer nos feriados, em particular a recuperar os religiosos, e só o faz depois da assinatura da Concordata com a Santa Sé, em 1940, e o Ano Santo de 1951.
Em 1952, Salazar acaba com o 31 de janeiro e o 3 de maio e junta três festas católicas à Imaculada Conceição (8 de dezembro), ao Natal e ao 1º de dezembro, assim nascendo os feriados do Corpo de Deus (móvel), 15 de Agosto (Assunção de Nossa Senhora) e o Dia de Todos os Santos a 1 de novembro.
Os responsáveis pelo 25 de Abril de 1974 foram ainda mais rápidos do que os primeiros republicanos e, dois dias depois da Revolução dos Cravos, a data já era feriado, assim como o 1º de maio, o Dia do Trabalhador.
A democracia fez nascer mais dois feriados nacionais religiosos: a 6ª feira Santa (em 1976) e o domingo de Páscoa, em 2003.
Recentemente - em 2013 - à boleia da austeridade, Passos Coelho suspendeu o Corpo de Deus, 1º de novembro, 5 de outubro e 1º de dezembro, mas três anos depois, António Costa, reativou os feriados suspensos.
Temos então 6 feriados civis, 7 religiosos e 1 municipal.
Aproveite-os bem!
O Estado Novo demorou décadas a mexer nos feriados, em particular a recuperar os religiosos, e só o faz depois da assinatura da Concordata com a Santa Sé, em 1940, e o Ano Santo de 1951.
Em 1952, Salazar acaba com o 31 de janeiro e o 3 de maio e junta três festas católicas à Imaculada Conceição (8 de dezembro), ao Natal e ao 1º de dezembro, assim nascendo os feriados do Corpo de Deus (móvel), 15 de Agosto (Assunção de Nossa Senhora) e o Dia de Todos os Santos a 1 de novembro.
Os responsáveis pelo 25 de Abril de 1974 foram ainda mais rápidos do que os primeiros republicanos e, dois dias depois da Revolução dos Cravos, a data já era feriado, assim como o 1º de maio, o Dia do Trabalhador.
A democracia fez nascer mais dois feriados nacionais religiosos: a 6ª feira Santa (em 1976) e o domingo de Páscoa, em 2003.
Recentemente - em 2013 - à boleia da austeridade, Passos Coelho suspendeu o Corpo de Deus, 1º de novembro, 5 de outubro e 1º de dezembro, mas três anos depois, António Costa, reativou os feriados suspensos.
Temos então 6 feriados civis, 7 religiosos e 1 municipal.
Aproveite-os bem!
Imagens
Jarrod Dyson dos Arizona Diamondbacks durante um jogo de baseball com os Pittsburgh Pirates, em Pittsburgh, Pennsylvania.
23/04/2019
23/04/2019
Acordei e ...
Um pequeno esclarecimento em relação ao título deste post.
Eu tenho um sistema de apoio ao acordar: chama-se Pizzi.
Eu tenho um sistema de apoio ao acordar: chama-se Pizzi.
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Pedalando por aí
73rd Tour de Romandie (2.UWT)
Stage 2 » Le Locle › Morges (174.4k)
GERAL
5th Tour de Yorkshire (2.HC)
Stage 1 » Doncaster › Selby (182.5k)
Stage 2 » Le Locle › Morges (174.4k)
GERAL
5th Tour de Yorkshire (2.HC)
Stage 1 » Doncaster › Selby (182.5k)
Outros Mundos d'A Bola
No discurso do 1º de Maio, o líder da CGTP, Arménio Carlos, defendeu que o ordenado mínimo nacional deve ser de 850 euros.
Não será muito?
Julian Assange foi condenado, pelo tribunal de Southwark, a 50 semanas de prisão por ter andado fugido das autoridades.
Não foi muito?
O FBI quer apanhar o hacker mais procurado do mundo, oferecendo 2,6 milhões de euros por informações sobre o seu paradeiro.
Não será muito?
Centenas de manifestantes foram detidos pela polícia francesa durante a manifestação do 1º de Maio.
Não foram muitos?
Maha Vajiralongkorn vai ser coroado com o rei da Tailândia e anunciou a nomeação de Suthida, a quarta mulher, como a rainha.
Não serão muitas?
Não será muito?
Julian Assange foi condenado, pelo tribunal de Southwark, a 50 semanas de prisão por ter andado fugido das autoridades.
Não foi muito?
O FBI quer apanhar o hacker mais procurado do mundo, oferecendo 2,6 milhões de euros por informações sobre o seu paradeiro.
Não será muito?
Centenas de manifestantes foram detidos pela polícia francesa durante a manifestação do 1º de Maio.
Não foram muitos?
Maha Vajiralongkorn vai ser coroado com o rei da Tailândia e anunciou a nomeação de Suthida, a quarta mulher, como a rainha.
Não serão muitas?
Números
Sindicalistas da PSP tiveram mais 6.500 dispensas em 2018 do que no ano anterior
Atualmente, existem 18 sindicatos na PSP e 3.680 delegados e dirigentes sindicais, num universo de quase 21 mil agentes.
in TSF
Os delegados e dirigentes sindicais da
PSP tiveram direito a mais 6.500 dias de dispensa para atividade
sindical no ano passado, quando comparado com o que aconteceu em 2017.
Os dados, avançados pelo jornal Público, são da própria Polícia de
Segurança Pública e refletem o aumento do número de sindicatos.
Hoje, a PSP tem 18 sindicatos, mas já há mais um caminho. E com mais um sindicato vai também aumentar o número de delegados e dirigentes sindicais na PSP. Atualmente, são 3.680 num universo de quase 21 mil agentes.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, considera que este número de sindicatos é excessivo.
Em declarações ao jornal Público, o dirigente sindical sublinha que a quantidade de sindicatos que existe acaba por descredibilizar o movimento sindical no seio da instituição. E justifica com um exemplo: as dispensas a que os representantes dos sindicatos têm direito (quatro por mês) são muitas vezes usadas para outros fins que não para o desempenho da atividade sindical.
No ano passado, o número de dias de dispensa dos diferentes dirigentes chegou aos 42 mil e 500, mais 6.500 do que no ano anterior. Números que deverão ter os dias contados, assim seja aprovada a proposta de lei que está no Parlamento de regulação do exercício da liberdade sindical na PSP.
O diploma vem limitar o número de dispensas a que os dirigentes têm direito e exige um número mínimo de associados, mil por sindicato. Só as organizações que cumpram este requisito terão capacidade negocial.
Paulo Rodrigues estima que assim que a nova lei seja aprovada só quatro ou cinco dos 18 sindicatos passarão a ser interlocutores junto da tutela.
Hoje, a PSP tem 18 sindicatos, mas já há mais um caminho. E com mais um sindicato vai também aumentar o número de delegados e dirigentes sindicais na PSP. Atualmente, são 3.680 num universo de quase 21 mil agentes.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, considera que este número de sindicatos é excessivo.
Em declarações ao jornal Público, o dirigente sindical sublinha que a quantidade de sindicatos que existe acaba por descredibilizar o movimento sindical no seio da instituição. E justifica com um exemplo: as dispensas a que os representantes dos sindicatos têm direito (quatro por mês) são muitas vezes usadas para outros fins que não para o desempenho da atividade sindical.
No ano passado, o número de dias de dispensa dos diferentes dirigentes chegou aos 42 mil e 500, mais 6.500 do que no ano anterior. Números que deverão ter os dias contados, assim seja aprovada a proposta de lei que está no Parlamento de regulação do exercício da liberdade sindical na PSP.
O diploma vem limitar o número de dispensas a que os dirigentes têm direito e exige um número mínimo de associados, mil por sindicato. Só as organizações que cumpram este requisito terão capacidade negocial.
Paulo Rodrigues estima que assim que a nova lei seja aprovada só quatro ou cinco dos 18 sindicatos passarão a ser interlocutores junto da tutela.
in TSF
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