segunda-feira, 6 de maio de 2019
Acordei e ...
Os primeiros segundos depois de acordar tornam-se incríveis, quando espreitas pela janela e vês o imenso Oceano a desejar-te um bom dia.
domingo, 5 de maio de 2019
A Bola d'Évora
Última jornada dos campeonatos, com destaque para o regresso do histórico Lusitano de Évora aos campeonatos nacionais.
Liga Elite
Liga "AFE"
Liga Elite
Liga "AFE"
Pedalando por aí
Stage 5 (ITT) » Genève › Genève (16.85k)
5th Tour de Yorkshire (2.HC)
Stage 4 » Halifax › Leeds (175k)
GERAL FINAL
62nd Vuelta Asturias Julio Alvarez Mendo (2.1)
Stage 3 » Cangas del Narcea › Oviedo (119k)
Números
Quase metade dos condutores não faz "pisca" quando muda de direção
Apenas 51% dos homens assinala a mudança de direção, enquanto 60% das mulheres fazem sempre "o pisca".
Quase metade dos condutores (46%) não
assinala a mudança de direção. No dia mundial cortesia ao volante, o
presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa garante à TSF que muitos
portugueses ainda ignoram passadeiras e sinais vermelhos.
"Pouco mais de metade das pessoas (54%) faz pisca quando muda de direção. Há quase 46% que não o faz. Quando mudam de direção para a direita, 50% faz e 50% não faz. Quando viram para a esquerda, há uma percentagem maior que faz, porque quando viram para a esquerda, normalmente vão cruzar-se com pessoas que vêm em sentido contrário", adianta José Miguel Trigoso.
José Miguel Trigoso sublinha que os homens são quem mais desrespeita esta regra: "Em termos médios, os homens fazem só 51%. Nas mulheres, observámos 60% das mulheres a fazerem pisca."
Quanto a parar nas passadeiras, os números são mais animadores: "Quando se aproximam das passadeiras com peões, nós verificamos que cerca de 75% para para deixar passar o peão. Há, no entanto, uma percentagem muito significativa (25%) que obriga o peão a parar ou a correr mais depressa, porque força a passagem do peão na passadeira quando ele lá passa", remata.
in TSF
"Pouco mais de metade das pessoas (54%) faz pisca quando muda de direção. Há quase 46% que não o faz. Quando mudam de direção para a direita, 50% faz e 50% não faz. Quando viram para a esquerda, há uma percentagem maior que faz, porque quando viram para a esquerda, normalmente vão cruzar-se com pessoas que vêm em sentido contrário", adianta José Miguel Trigoso.
José Miguel Trigoso sublinha que os homens são quem mais desrespeita esta regra: "Em termos médios, os homens fazem só 51%. Nas mulheres, observámos 60% das mulheres a fazerem pisca."
Quanto a parar nas passadeiras, os números são mais animadores: "Quando se aproximam das passadeiras com peões, nós verificamos que cerca de 75% para para deixar passar o peão. Há, no entanto, uma percentagem muito significativa (25%) que obriga o peão a parar ou a correr mais depressa, porque força a passagem do peão na passadeira quando ele lá passa", remata.
in TSF
Um olhar alentejano
Há um mês estava a ver o derby em Alvalade para a Taça de Portugal, quando ouvi esta afirmação na televisão "Os adeptos do Benfica já se encontram na caixa de segurança do estádio".
Veio-me logo à memória um acontecimento ocorrido no estádio da Luz, no final de 2011.
O Benfica inaugurava num jogo com o Sporting a caixa de segurança no estádio, medida para proteger os espetadores que na altura já existia em muitos estádios por essa Europa fora.
Mas aos sportinguistas, Direção incluída, pareceu-lhes muito mal colocar os seus adeptos num "jaula" ou "gaiola", como a apelidaram, tendo mesmo incendiado a zona no final do jogo.
Quatro anos depois o Sporting estreou no seu estádio uma caixa de segurança idêntica aquela que criticou na Luz, medida que passou a ser obrigatória para estádios com mais de 35.000 lugares.
Por vezes antecipar-se medidas de segurança, dá direito a criticas ignorantes.
No jogo que referi no início, o Sporting foi apurado por ter marcado um golo fora de casa, regra de desempate que termina esta época nas provas da UEFA.
Se a regra já tivesse terminado por cá, provavelmente, tinha havido mais 30 minutos de mau futebol.
Veio-me logo à memória um acontecimento ocorrido no estádio da Luz, no final de 2011.
O Benfica inaugurava num jogo com o Sporting a caixa de segurança no estádio, medida para proteger os espetadores que na altura já existia em muitos estádios por essa Europa fora.
Mas aos sportinguistas, Direção incluída, pareceu-lhes muito mal colocar os seus adeptos num "jaula" ou "gaiola", como a apelidaram, tendo mesmo incendiado a zona no final do jogo.
Quatro anos depois o Sporting estreou no seu estádio uma caixa de segurança idêntica aquela que criticou na Luz, medida que passou a ser obrigatória para estádios com mais de 35.000 lugares.
Por vezes antecipar-se medidas de segurança, dá direito a criticas ignorantes.
No jogo que referi no início, o Sporting foi apurado por ter marcado um golo fora de casa, regra de desempate que termina esta época nas provas da UEFA.
Se a regra já tivesse terminado por cá, provavelmente, tinha havido mais 30 minutos de mau futebol.
Imagens
O finlandês Teemu Suninen num Ford Fiesta WRC com o seu compatriota, como navegador, Marko Salminen, durante o Raly da Argentina.
28/04/2019
28/04/2019
Subscrever:
Comentários (Atom)




























