segunda-feira, 13 de maio de 2019

A Minha Câmara Escura


Mixórdia Ribeiro

"Vale e Azevedo volta a casa"


Sensual


Imagens

A japonesa Naomi Osaka no Mutua Madrid Open, na Caja Magica, Madrid.

9/05/2019

O disco no gelo

Os cestos da NBA

Pedalando por aí - 1ª Edição

Devido à diferença horário entre os Estados Unidos e Portugal, as novidades desta prova surgem na manhã do dia seguinte a cada etapa.

14th Amgen Tour of California (2.UWT)
Stage 1  »  Sacramento  ›  Sacramento   (143k)

Acordei e ...

Já se percebe que o calor se mantém por cá.
Mas não vale a pena chatear-nos, pois lá para sexta já chove.

domingo, 12 de maio de 2019

Antes de adormecer

Ainda sem nada ganho, o Benfica ficou a ponto do 37º título nacional.
Também ficámos a saber que o Fábio Coentrão não ficou triste por perder, mas sim por não ter tirado pontos ao Benfica.
Deixa lá Fábio, tiraste ao FC Porto.

No Reino da Águia

Penúltima jornada da Liga com a deslocação a Vila do Conde.
O Benfica entrou a ganhar com um golo Rafa, conseguiu manter o jogo controlado, face à boa resposta do Rio Ave, conseguindo chegar ao segundo golo - por João Félix - em cima do intervalo.
Os vilacondenses entrarem bem na segunda metade, reduziram, mas pouco tempo depois os encarnados voltaram ao golo por Pizzi.
Na parte final o Rio Ave voltou a marcar, mas não conseguiu repetir o que tinha feito frente ao FC Porto.
Vitória justa do Benfica que fica a ponto do título, na receção ao Santa Clara.

Primeira Fórmula


 
GP da Espanha 


 

A Bola d'Évora


Final da temporada, no que ao futebol sénior diz respeito, ficando prometido o regresso no início da época 2019/2020.

Pedalando por aí

32nd Vuelta Ciclista Comunidad de Madrid (2.1)
Stage 3  »  Madrid  ›  Madrid   (99.9k)
GERAL FINAL
102nd Giro d'Italia (2.UWT)
Stage 2  »  Bologna  ›  Fucecchio   (205k)
GERAL

Rock Novo em Grupo

Quando O Telefone Pecca


Uma de hoje

Catarina Furtado: “Se formos moralistas não atingimos os nossos objectivos”

Em pequena, Catarina Furtado sonhava com a dança e a coreografia, mas uma lesão levou-a a formar-se na área do jornalismo. Trocou a rádio pela televisão, a apresentação pelo documentário. O seu maior desejo é mudar vidas, confessa.

in Público

Números

Há mais de 25 anos que não morriam tantas mulheres no parto. Gravidezes tardias podem ser a causa

As mulheres portuguesas estão entre aquelas que mais morrem durante a gravidez ou o parto, em toda a Europa. Médicos admitem que é necessário estudar o fenómeno, mas apontam as gravidezes acima dos 40 anos como problemáticas.

 ortugal é o quarto país europeu onde mais morrem mulheres grávidas ou durante o parto. O país ficando apenas atrás da Estónia (que, em 2016, tinha uma taxa de mortalidade materna de 14,2), da Hungria (11,5) e da Letónia (9,1).

Em 2017, houve 10,4 óbitos maternos por cada 100 mil nados vivos em Portugal, dados que os médicos consideram preocupantes. Há mais de 25 anos que não morriam tantas mulheres na sequência do parto ou da gravidez, em Portugal.

Dados revelados pelo Jornal de Notícias mostram que a taxa de mortalidade materna não atingia valores tão altos desde 1991, quando se registaram 12 mortes de mulheres por cada 100 mil nascimentos.

O Colégio de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos admite que os números possam ser ainda mais elevados e pede uma análise, caso a caso, tal como aquela que será feita ao nível da mortalidade infantil.

Ouvido pela TSF, Luís Graça, presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal prefere não dramatizar estes dados, mas sublinha a importância de estudar aquilo que está a acontecer.

"Isto pode significar apenas um aumento pontual e não propriamente uma tendência. O mais importante neste momento é tentar perceber quais são as causas adjacentes", refere.

A Direção-Geral de Saúde promete analisar os dados com detalhe e adianta que o aumento da morte das mães pode estar associado às gravidezes tardias. Um argumento que é corroborado pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal.

"Parece ser moda as mulheres terem filhos depois dos 40 anos. Obviamente que essa não é a idade ideal para as pessoas se reproduzirem e comporta riscos quer para a mãe quer para o feto", defende Luís Graça.

Considerando que as complicações causadas pelas gravidezes tardias "não podem ser negligenciadas", Luís Graça defende que necessário educar e sensibilizar a população para que não espere até tão tarde para engravidar e comece a "ter filhos mais cedo".

in TSF 

O Muro

Waiting For The Worms


Palíndromo sueco

Super Trouper


Outras Câmaras Escuras


Caderneta de Cromos

Cromo 121 - 2º Cromo Hugo