Este ano foi possível antecipar a votação de 26 de maio, sem apresentar qualquer justificação.
Para quem não podia votar na sua mesa de voto, bastava enviar um mail a solicitar que este direito fosse exercido noutro local.
No último domingo, nas Câmaras Municipais das capitais de distrito indicadas aquando do pedido, perto de 20.000 eleitores estavam inscritos para exercerem o seu direito antecipadamente.
Em Lisboa, onde eram esperadas mais de 9.000 pessoas, as urnas abriram às 8 da manhã, mas até às 10 horas - à boa maneira portuguesa - esteve às moscas, sendo que até ao final do dia as filas dominaram a atenção da Comunicação Social e do CDS.
Logo Nuno Melo, o candidato europeu dos centristas, veio pedir explicações ao Governo pelas filas e pelo facto de à volta de 5.000 inscritos não terem votado.
Que culpa tem o Governo que as pessoas se tenham inscrito e não tenho ido?
E que elas não gostem de se levantar cedo, também é culpa do Costa?
Este é o senhor que, numa altura em que se fala incessantemente sobre os perigos da expansão da extrema-direita e do populismo na Europa, veio manifestar, há dias, preocupação com os extremismos da esquerda.
Deve ser noutra Europa!
terça-feira, 21 de maio de 2019
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Antes de adormecer
A Câmara Municipal de Lisboa continua em destaque.
Depois das filas para votar de ontem, hoje tivemos a festa do Benfica.
Até o Santo António ficou vermelho!
Depois das filas para votar de ontem, hoje tivemos a festa do Benfica.
Até o Santo António ficou vermelho!
Top of Comercial
1º ME!
Taylor Swift, Brendon Urie
2º Always Remember Us this Way
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3º Someone You Loved
Lewis Capaldi
Números
A Guerra dos Tronos chegou ao fim. A surpresa de quem se sentou no trono
Último episódio da série foi transmitido esta madrugada e volta a passar às 22.15 desta noite. (Este artigo tem spoilers)
Depois de oito anos de Guerra dos Tronos, a série chegou ao fim esta madrugada. Finalmente os fãs ficaram a saber quem se senta no trono cobiçado desde a primeira temporada. Os Targaryens tentaram a todo o custo voltar para o trono que lhes tinha sido tirado por Jaime Lannister, o King Slayer, mas esse plano falhou.
Numa reviravolta mais ou menos esperada - dada a espiral de loucura em que Daenerys caiu na conquista de Porto Real -, Jon Snow (ou Aegon Targaryen) acaba por matar a sua rainha e nessa decisão hipoteca as hipóteses de subir ao trono.
Mas voltemos ao início. Numa Porto Real em cinzas, Tyrion tenta convencer Jon a revoltar-se contra Daenerys, que acabou por destruir a cidade e matar milhares de inocentes. Chega aqui também a confirmação de que Cersei e Jaime morreram soterrados nas catacumbas do castelo.
Depois de tomar Porto Real e conquistar os Sete Reinos, a Mãe dos Dragões decide que não é hora de abrandar. Agradece a lealdade dos Dothraki e dos Imaculados e anuncia mais guerras em todos os cantos de Westeros e os outros continentes. Numa ideia de libertar todas as mulheres, homens e crianças e "partir a roda", ou seja, o ciclo vicioso de subjugação dos Homens.
Perante este discurso, Tyrion decide enfrentar a sua rainha. Ela diz-lhe "Libertaste o teu irmão. Cometeste traição". "E tu chacinaste uma cidade", responde-lhe Tyrion enquanto atira o símbolo da Mão da Rainha para o chão. Acabando prisioneiro.
Jon Snow decide visitar o prisioneiro que o convence que Daenerys não vai parar a guerra. "A natureza da nossa rainha é sangue e fogo", avisa o antigo conselheiro. Já antes, Arya, a irmã de Jon Snow, lhe tinha dito que reconhecia um assassino quando via um, referindo-se à sua rainha.
Jon Snow continua a não querer reclamar o trono - apesar de ser o filho do irmão mais velho de Daenerys e por isso herdeiro mais direto - mas é alertado que passou a ser visto como a principal ameaça de Daenerys.
Depois desta conversa com Tyrion, cuja conclusão é de que "o dever mata o amor", Jon vai ao encontro da sua rainha. Daenerys está na sala do trono de ferro, que sobreviveu miraculosamente ao ataque à cidade, dado que toda a sala está completamente destruída. Quando ela vai finalmente sentar-se chega Jon.
A conversa entre os dois anda à volta de continuar a guerra ou não, com Jon num derradeiro esforço de convencer Daenerys que essa não é solução. Mas a Quebradora de Correntes não está convencida que deva acabar com a guerra. Ela pede-lhe para governarem juntos nas guerras que hão de vir e ele pede-lhe um mundo de misericórdia. Perante a promessa de que ela será sempre a sua rainha, Jon Snow protagoniza um dos momentos mais surpreendentes do episódio: espeta-lhe uma espada no coração, matando-a.
A morte de Daenerys é chorada pelo seu dragão, Drogon, que derrete o trono de ferro, mas não se revolta contra Jon, dado que ele é também um Targaryen.
Dá a sensação de que passam alguns meses e Tyrion é levado, pelo sempre fiel a Daenerys, Verme Cinzento perante um conselho, onde constam os três irmãos Stark (Bran, Sansa e Arya), Gendry, Yara Greyjoy, Samwell Tarly, Sir Davos Seaworth e Brienne de Tarth, entre outros. Aqui decide-se o seu destino e o de Jon Snow, também prisioneiro, desde a morte de Daenerys.
Os Imaculados não querem libertar nenhum dos dois, mas são confrontados com a necessidade de haver um rei que decida. E é aí que se decide quem será o novo rei. Tyrion defende que o rei deva ser alguém com uma história de vida que una as pessoas ao seu redor. E aí ninguém melhor que Bran, a criança que sobreviveu à queda da janela de uma torre e que apreendeu a voar depois de ter ficado preso a uma cadeira de rodas. O facto de ele não ter descendência, nem poder ter, é para Tyrion uma vantagem, já que os filhos dos reis tendem a "ser egoístas" e a fazer "coisas estúpidas".
O conselho aceita a ideia e Bran é nomeado Bran, o Quebrado. Tyrion acaba como sua Mão, ainda que contra a vontade dos Imaculados, que o querem ver cumprir uma pena. Também Jon Snow é condenado a voltar à Patrulha da Noite para evitar um conflito com este exército. Exilado no Norte é com ele a caminhar para lá da Muralha com os Homens Livres que acaba a série. Um desfecho que não agradou a todos.
Antes disso, os fãs da série vêem ainda Sansa ser nomeada rainha do Norte - que se manteve independente. E Arya a partir para descobrir o que existe a Oeste de Westeros. No conselho do rei sentam-se, Tyrion, Brienne, Sir Davos, Samwell e Bronn o novo senhor de Jardim de Cima e da moeda do reino.
in DN
Depois de oito anos de Guerra dos Tronos, a série chegou ao fim esta madrugada. Finalmente os fãs ficaram a saber quem se senta no trono cobiçado desde a primeira temporada. Os Targaryens tentaram a todo o custo voltar para o trono que lhes tinha sido tirado por Jaime Lannister, o King Slayer, mas esse plano falhou.
Numa reviravolta mais ou menos esperada - dada a espiral de loucura em que Daenerys caiu na conquista de Porto Real -, Jon Snow (ou Aegon Targaryen) acaba por matar a sua rainha e nessa decisão hipoteca as hipóteses de subir ao trono.
Mas voltemos ao início. Numa Porto Real em cinzas, Tyrion tenta convencer Jon a revoltar-se contra Daenerys, que acabou por destruir a cidade e matar milhares de inocentes. Chega aqui também a confirmação de que Cersei e Jaime morreram soterrados nas catacumbas do castelo.
Depois de tomar Porto Real e conquistar os Sete Reinos, a Mãe dos Dragões decide que não é hora de abrandar. Agradece a lealdade dos Dothraki e dos Imaculados e anuncia mais guerras em todos os cantos de Westeros e os outros continentes. Numa ideia de libertar todas as mulheres, homens e crianças e "partir a roda", ou seja, o ciclo vicioso de subjugação dos Homens.
Perante este discurso, Tyrion decide enfrentar a sua rainha. Ela diz-lhe "Libertaste o teu irmão. Cometeste traição". "E tu chacinaste uma cidade", responde-lhe Tyrion enquanto atira o símbolo da Mão da Rainha para o chão. Acabando prisioneiro.
Jon Snow decide visitar o prisioneiro que o convence que Daenerys não vai parar a guerra. "A natureza da nossa rainha é sangue e fogo", avisa o antigo conselheiro. Já antes, Arya, a irmã de Jon Snow, lhe tinha dito que reconhecia um assassino quando via um, referindo-se à sua rainha.
Jon Snow continua a não querer reclamar o trono - apesar de ser o filho do irmão mais velho de Daenerys e por isso herdeiro mais direto - mas é alertado que passou a ser visto como a principal ameaça de Daenerys.
Depois desta conversa com Tyrion, cuja conclusão é de que "o dever mata o amor", Jon vai ao encontro da sua rainha. Daenerys está na sala do trono de ferro, que sobreviveu miraculosamente ao ataque à cidade, dado que toda a sala está completamente destruída. Quando ela vai finalmente sentar-se chega Jon.
A conversa entre os dois anda à volta de continuar a guerra ou não, com Jon num derradeiro esforço de convencer Daenerys que essa não é solução. Mas a Quebradora de Correntes não está convencida que deva acabar com a guerra. Ela pede-lhe para governarem juntos nas guerras que hão de vir e ele pede-lhe um mundo de misericórdia. Perante a promessa de que ela será sempre a sua rainha, Jon Snow protagoniza um dos momentos mais surpreendentes do episódio: espeta-lhe uma espada no coração, matando-a.
A morte de Daenerys é chorada pelo seu dragão, Drogon, que derrete o trono de ferro, mas não se revolta contra Jon, dado que ele é também um Targaryen.
Dá a sensação de que passam alguns meses e Tyrion é levado, pelo sempre fiel a Daenerys, Verme Cinzento perante um conselho, onde constam os três irmãos Stark (Bran, Sansa e Arya), Gendry, Yara Greyjoy, Samwell Tarly, Sir Davos Seaworth e Brienne de Tarth, entre outros. Aqui decide-se o seu destino e o de Jon Snow, também prisioneiro, desde a morte de Daenerys.
Os Imaculados não querem libertar nenhum dos dois, mas são confrontados com a necessidade de haver um rei que decida. E é aí que se decide quem será o novo rei. Tyrion defende que o rei deva ser alguém com uma história de vida que una as pessoas ao seu redor. E aí ninguém melhor que Bran, a criança que sobreviveu à queda da janela de uma torre e que apreendeu a voar depois de ter ficado preso a uma cadeira de rodas. O facto de ele não ter descendência, nem poder ter, é para Tyrion uma vantagem, já que os filhos dos reis tendem a "ser egoístas" e a fazer "coisas estúpidas".
O conselho aceita a ideia e Bran é nomeado Bran, o Quebrado. Tyrion acaba como sua Mão, ainda que contra a vontade dos Imaculados, que o querem ver cumprir uma pena. Também Jon Snow é condenado a voltar à Patrulha da Noite para evitar um conflito com este exército. Exilado no Norte é com ele a caminhar para lá da Muralha com os Homens Livres que acaba a série. Um desfecho que não agradou a todos.
Antes disso, os fãs da série vêem ainda Sansa ser nomeada rainha do Norte - que se manteve independente. E Arya a partir para descobrir o que existe a Oeste de Westeros. No conselho do rei sentam-se, Tyrion, Brienne, Sir Davos, Samwell e Bronn o novo senhor de Jardim de Cima e da moeda do reino.
in DN
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 19 de maio de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 19 de maio de 2019 (parte 2) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 19 de maio de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 19 de maio de 2019 (parte 2) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
Claro que não foi a primeira vez, mas desde que tenho memorias de comemorações de um título de campeão nacional, acho que foi inédito.
Para os que não tem acompanhado esta nossa vinda para o Alentejo, quando vendemos o apartamento ainda não tínhamos o destino final acertado.
Enquanto pensávamos onde íamos arrumar a maioria das nossas tralhas, surgiu a possibilidade de uma garagem emprestada por uns amigos nossos e que foi a solução adotada.
Como a garagem está longe de Viana do Alentejo, não foi possível resgatar os cachecóis e as camisolas do Glorioso para fazermos a nossa festa.
Por esse motivo a nossa celebração do 37º título foi feita no interior da nossa temporária habitação, à janela, quando passou uma caravana automobilística à nossa porta e com uns camarões que, diga-se de passagem, estavam muito bons.
No dia seguinte, ao ler A Bola, verifiquei o seguinte.
Desde que eu nasci - em 1959 - o Benfica já foi campeão 28 vezes e como a matemática é uma ciência exata, antes de eu vir ao mundo, os encarnados só tinham conseguido festejar em 9 ocasiões.
Nestas ocasiões, por muito que custe aos meus amigos de outros clubes, está na altura de fazer um desejo.
Que chegue o 38º campeonato já em 2020.
Para os que não tem acompanhado esta nossa vinda para o Alentejo, quando vendemos o apartamento ainda não tínhamos o destino final acertado.
Enquanto pensávamos onde íamos arrumar a maioria das nossas tralhas, surgiu a possibilidade de uma garagem emprestada por uns amigos nossos e que foi a solução adotada.
Como a garagem está longe de Viana do Alentejo, não foi possível resgatar os cachecóis e as camisolas do Glorioso para fazermos a nossa festa.
Por esse motivo a nossa celebração do 37º título foi feita no interior da nossa temporária habitação, à janela, quando passou uma caravana automobilística à nossa porta e com uns camarões que, diga-se de passagem, estavam muito bons.
No dia seguinte, ao ler A Bola, verifiquei o seguinte.
Desde que eu nasci - em 1959 - o Benfica já foi campeão 28 vezes e como a matemática é uma ciência exata, antes de eu vir ao mundo, os encarnados só tinham conseguido festejar em 9 ocasiões.
Nestas ocasiões, por muito que custe aos meus amigos de outros clubes, está na altura de fazer um desejo.
Que chegue o 38º campeonato já em 2020.
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