terça-feira, 21 de maio de 2019

Palíndromo sueco

Knowing Me, Knowing You

Outras Câmaras Escuras

Caderneta de Cromos

Cromo 130 - Águas que refrescam

Um olhar alentejano

Este ano foi possível antecipar a votação de 26 de maio, sem apresentar qualquer justificação.
Para quem não podia votar na sua mesa de voto, bastava enviar um mail a solicitar que este direito fosse exercido noutro local.
No último domingo, nas Câmaras Municipais das capitais de distrito indicadas aquando do pedido, perto de 20.000 eleitores estavam inscritos para exercerem o seu direito antecipadamente.
Em Lisboa, onde eram esperadas mais de 9.000 pessoas, as urnas abriram às 8 da manhã, mas até às 10 horas - à boa maneira portuguesa - esteve às moscas, sendo que até ao final do dia as filas dominaram a atenção da Comunicação Social e do CDS.
Logo Nuno Melo, o candidato europeu dos centristas, veio pedir explicações ao Governo pelas filas e pelo facto de à volta de 5.000 inscritos não terem votado.
Que culpa tem o Governo que as pessoas se tenham inscrito e não tenho ido?
E que elas não gostem de se levantar cedo, também é culpa do Costa?
Este é o senhor que, numa altura em que se fala incessantemente sobre os perigos da expansão da extrema-direita e do populismo na Europa, veio manifestar, há dias, preocupação com os extremismos da esquerda.
Deve ser noutra Europa!

Quem faz anos hoje?

António Victorino de Almeida - 79 anos

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Mixórdia Ribeiro

Vem aí a senhoria Merkel

Sensual


Os cestos da NBA

Acordar e ...

O primeiro ruído de hoje foi de um Ferrari.
Era o Lauda ao volante.
Adeus Niki!

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Antes de adormecer

A Câmara Municipal de Lisboa continua em destaque.
Depois das filas para votar de ontem, hoje tivemos a festa do Benfica.
Até o Santo António ficou vermelho!

Top of Comercial

1º ME! 
Taylor Swift, Brendon Urie
Always Remember Us this Way
Lady Gaga
Someone You Loved
Lewis Capaldi

Rock Novo em Grupo

Vocês

Uma de hoje

Huawei diz que é "parceiro chave" do Android: vai continuar a atualizar equipamentos

A Google já anunciou vai cumprir a ordem de Donald Trump, suspendendo os negócios com a gigante chinesa.
in TSF

Números

A Guerra dos Tronos chegou ao fim. A surpresa de quem se sentou no trono

Último episódio da série foi transmitido esta madrugada e volta a passar às 22.15 desta noite. (Este artigo tem spoilers)

Depois de oito anos de Guerra dos Tronos, a série chegou ao fim esta madrugada. Finalmente os fãs ficaram a saber quem se senta no trono cobiçado desde a primeira temporada. Os Targaryens tentaram a todo o custo voltar para o trono que lhes tinha sido tirado por Jaime Lannister, o King Slayer, mas esse plano falhou.

Numa reviravolta mais ou menos esperada - dada a espiral de loucura em que Daenerys caiu na conquista de Porto Real -, Jon Snow (ou Aegon Targaryen) acaba por matar a sua rainha e nessa decisão hipoteca as hipóteses de subir ao trono.

Mas voltemos ao início. Numa Porto Real em cinzas, Tyrion tenta convencer Jon a revoltar-se contra Daenerys, que acabou por destruir a cidade e matar milhares de inocentes. Chega aqui também a confirmação de que Cersei e Jaime morreram soterrados nas catacumbas do castelo.

Depois de tomar Porto Real e conquistar os Sete Reinos, a Mãe dos Dragões decide que não é hora de abrandar. Agradece a lealdade dos Dothraki e dos Imaculados e anuncia mais guerras em todos os cantos de Westeros e os outros continentes. Numa ideia de libertar todas as mulheres, homens e crianças e "partir a roda", ou seja, o ciclo vicioso de subjugação dos Homens.

Perante este discurso, Tyrion decide enfrentar a sua rainha. Ela diz-lhe "Libertaste o teu irmão. Cometeste traição". "E tu chacinaste uma cidade", responde-lhe Tyrion enquanto atira o símbolo da Mão da Rainha para o chão. Acabando prisioneiro.

Jon Snow decide visitar o prisioneiro que o convence que Daenerys não vai parar a guerra. "A natureza da nossa rainha é sangue e fogo", avisa o antigo conselheiro. Já antes, Arya, a irmã de Jon Snow, lhe tinha dito que reconhecia um assassino quando via um, referindo-se à sua rainha.

Jon Snow continua a não querer reclamar o trono - apesar de ser o filho do irmão mais velho de Daenerys e por isso herdeiro mais direto - mas é alertado que passou a ser visto como a principal ameaça de Daenerys.

Depois desta conversa com Tyrion, cuja conclusão é de que "o dever mata o amor", Jon vai ao encontro da sua rainha. Daenerys está na sala do trono de ferro, que sobreviveu miraculosamente ao ataque à cidade, dado que toda a sala está completamente destruída. Quando ela vai finalmente sentar-se chega Jon.

A conversa entre os dois anda à volta de continuar a guerra ou não, com Jon num derradeiro esforço de convencer Daenerys que essa não é solução. Mas a Quebradora de Correntes não está convencida que deva acabar com a guerra. Ela pede-lhe para governarem juntos nas guerras que hão de vir e ele pede-lhe um mundo de misericórdia. Perante a promessa de que ela será sempre a sua rainha, Jon Snow protagoniza um dos momentos mais surpreendentes do episódio: espeta-lhe uma espada no coração, matando-a.

A morte de Daenerys é chorada pelo seu dragão, Drogon, que derrete o trono de ferro, mas não se revolta contra Jon, dado que ele é também um Targaryen.

Dá a sensação de que passam alguns meses e Tyrion é levado, pelo sempre fiel a Daenerys, Verme Cinzento perante um conselho, onde constam os três irmãos Stark (Bran, Sansa e Arya), Gendry, Yara Greyjoy, Samwell Tarly, Sir Davos Seaworth e Brienne de Tarth, entre outros. Aqui decide-se o seu destino e o de Jon Snow, também prisioneiro, desde a morte de Daenerys.

Os Imaculados não querem libertar nenhum dos dois, mas são confrontados com a necessidade de haver um rei que decida. E é aí que se decide quem será o novo rei. Tyrion defende que o rei deva ser alguém com uma história de vida que una as pessoas ao seu redor. E aí ninguém melhor que Bran, a criança que sobreviveu à queda da janela de uma torre e que apreendeu a voar depois de ter ficado preso a uma cadeira de rodas. O facto de ele não ter descendência, nem poder ter, é para Tyrion uma vantagem, já que os filhos dos reis tendem a "ser egoístas" e a fazer "coisas estúpidas".

O conselho aceita a ideia e Bran é nomeado Bran, o Quebrado. Tyrion acaba como sua Mão, ainda que contra a vontade dos Imaculados, que o querem ver cumprir uma pena. Também Jon Snow é condenado a voltar à Patrulha da Noite para evitar um conflito com este exército. Exilado no Norte é com ele a caminhar para lá da Muralha com os Homens Livres que acaba a série. Um desfecho que não agradou a todos.

Antes disso, os fãs da série vêem ainda Sansa ser nomeada rainha do Norte - que se manteve independente. E Arya a partir para descobrir o que existe a Oeste de Westeros. No conselho do rei sentam-se, Tyrion, Brienne, Sir Davos, Samwell e Bronn o novo senhor de Jardim de Cima e da moeda do reino. 

in DN

Brilhantina

Sandy

O Inter-Regiões na câmara do AL

Aqui falo, no banco é que não quero microfone!

Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP

O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
 Gente Que Não Sabe Estar: 19 de maio de 2019 (parte 1) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:

Gente Que Não Sabe Estar: 19 de maio de 2019 (parte 2) | Gente Que Não Sabe Estar | TVI Player:

Palíndromo sueco

Thank You For The Music