quarta-feira, 22 de maio de 2019
Imagens
O Bodexpress depois de ter perdido o jockey John Velazquez, durante o Pimlico Race Course, em Baltimore.
18/05/2019
18/05/2019
Acordar e ...
Parece que a Fundação Berardo está em risco de falência.
Como o Joe não tem dívidas, ele vai resolver isso facilmente.
Como o Joe não tem dívidas, ele vai resolver isso facilmente.
terça-feira, 21 de maio de 2019
Antes de adormecer
Estou a ficar com uma dúvida.
O Sócrates, depois de Paris, agora quer ir para Briuxelas?
Quando não existem outros argumentos ...
O Sócrates, depois de Paris, agora quer ir para Briuxelas?
Quando não existem outros argumentos ...
Outros Mundos d'A Bola
Sete agentes da PSP foram condenados, um deles com pena efetiva, no caso das agressões a jovens da Cova da Moura.
Para nos respeitarem ...
Um incêndio num bairro ilegal de barracas, junto à Quinta do Mocho, em Sacavém, desalojou trinta pessoas.
É assim que querem acabar com as barracas?
Dezassete depois todas as dúvidas esclarecidas: foi Jonas Savimbi que foi abatido a 22 de fevereiro de 2002.
17 anos?
15 mil pessoas votaram no último domingo, antecipadamente, para as eleições europeias, entre as 20 mil que se inscreveram.
Parece que 5 mil estavam a brincar.
Os anestesistas do Hospital Fernando Fonseca estão em greve até sexta-feira, apenas realizando cirurgias urgentes.
Como havia poucos, eles quiseram que houvesse menos.
Na foto notícia de hoje vamos até Paris, onde um homem-aranha tentou escalar a Torre Eifel, a partir do 2º piso, tendo sido detido ao fim de seis horas.
Companheiro, aquilo tem elevador!
Para nos respeitarem ...
Um incêndio num bairro ilegal de barracas, junto à Quinta do Mocho, em Sacavém, desalojou trinta pessoas.
É assim que querem acabar com as barracas?
Dezassete depois todas as dúvidas esclarecidas: foi Jonas Savimbi que foi abatido a 22 de fevereiro de 2002.
17 anos?
15 mil pessoas votaram no último domingo, antecipadamente, para as eleições europeias, entre as 20 mil que se inscreveram.
Parece que 5 mil estavam a brincar.
Os anestesistas do Hospital Fernando Fonseca estão em greve até sexta-feira, apenas realizando cirurgias urgentes.
Como havia poucos, eles quiseram que houvesse menos.
Na foto notícia de hoje vamos até Paris, onde um homem-aranha tentou escalar a Torre Eifel, a partir do 2º piso, tendo sido detido ao fim de seis horas.
Companheiro, aquilo tem elevador!
Números
Niki Lauda. A lenda da Fórmula 1 que fez uma ultrapassagem pela direita à morte
Chegou
a receber a extrema-unção, depois de um acidente grave, mas seis
semanas depois já estava de regresso às pistas. A história de vida de
Niki Lauda, uma das maiores lendas da Fórmula 1.
Estreou-se na disciplina máxima do automobilismo em 1971 e conquistou a primeira vitória três anos mais tarde. Niki Lauda, que foi campeão do mundo pela Ferrari em 1975, protagonizou um dos mais arrepiantes acidentes da Fórmula 1 no circuito alemão de Nurbürgring, em 1976, quando o monolugar se incendiou na sequência de um despiste.
Para sempre ficou a imagem de um lutador, senhor de grande espírito
de ação e com uma enorme vontade de viver. Os épicos duelos com James
Hunt, imortalizados no filme Rush, e com Alain Prost ficaram para a
história de uma Fórmula 1 marcada por ídolos, rivalidades e duelos
fantásticos, algo que hoje pouco se vê.
Nesses tempos contava a bravura, o destemor e o virtuosismo, ter «mãozinhas», mas a segurança e a eletrónica acabaram por sobrepor-se.
Desde o acidente de Lauda algo foi mudando em termos de segurança. A conceção dos monolugares, no sentido de permitir a saída dos pilotos em caso de incêndio, o desenho dos circuitos, com largas zonas de escapatória, a obrigatoriedade do uso de fatos antifogo; o desaparecimento das pistas citadinas - o Mónaco é hoje a exceção - cockpits mais altos, o sistema HANS de proteção do pescoço, a obrigatoriedade da existência de um centro médico e da presença de um helicóptero medicalizado em todos os autódromos foram ganhos significativos neste domínio tão sensível.
Os resultados acabaram por comprovar o acerto de tais medidas: na década de 1970 do século passado, houve 10 acidentes mortais; entre 1980 e 1989, registaram-se quatro mortes, entre elas as de Ayrton Senna e de Roland Ratzenberger no GP de San Marino (1994) em Imola; O número baixou para metade entre 1990 e 1999.
Na primeira década do século XXI não houve acidentes fatais, tendo o último vitimado Jules Bianchi, em 2015, no Japão.
Uma vez retirado das pistas e para além da faceta de empresário da aviação, Niki Lauda continuou a ser uma das mais destacadas figuras do paddock. Na qualidade de consultor da Ferrai, moveu influências, em 1993, para a contratação (concretizada) de Michael Schumacher.
Desempenhou, em 2001, a função de team principal da Jaguar e desde 2002, como administrador não executivo da Mercedes-AMG F1 foi um dos artífices da hegemonia da marca alemã nos últimos seis anos.
Com a morte de Niki Lauda desaparece mais uma das figuras míticas da Fórmula 1, um piloto da estirpe de Juan Manuel Fangio, Stirling Moss, Jim Clark, Jochen Rindt, Jackie Stweart, Gilles Villeneuve, Jacky Ickx, Ayrton Senna, Alain Prost e Michael Schumacher.
Niki Lauda era pai de Mathias Lauda, colega de equipa de Pedro Lamy no Mundial FIA de Resistência.
O antigo piloto foi sujeito a um transplante de pulmão no dia 3 de agosto do ano passado e, após ter regressado a casa, em Ibiza, voltou em janeiro passado para o hospital, debilitado por uma gripe. Vítima de uma infeção pulmonar faleceu, aos 70 anos, em Viena, o tricampeão do mundo de Fórmula 1, Niki Lauda.
Estreou-se na disciplina máxima do automobilismo em 1971 e conquistou a primeira vitória três anos mais tarde. Niki Lauda, que foi campeão do mundo pela Ferrari em 1975, protagonizou um dos mais arrepiantes acidentes da Fórmula 1 no circuito alemão de Nurbürgring, em 1976, quando o monolugar se incendiou na sequência de um despiste.
Com
graves queimaduras, que lhe desfiguraram o rosto, Lauda sobreviveu -
chegou a receber a extrema-unção - e seis semanas volvidas estava de
regresso às pistas ao volante do Ferrari 312 T2, para ser, de novo,
campeão do mundo em 1977. Um título conquistado no derradeiro grande
prémio e por um escasso ponto em luta com James Hunt.
Retirado
das pistas em 1980 e 1981, período em que fundou a Lauda Air, companhia
vocacionada para voos charter, regressou em 1984 para ser, de novo,
campeão. A luta com o colega de equipa na McLaren, Alain Prost foi
renhida e no final a diferença entre ambos foi de ... um ponto!
No
ano seguinte, retirou-se em definitivo, após ter participado em 171
grandes prémios, em que obteve 25 vitórias, 54 pódios e 24 pole positions.
Nesses tempos contava a bravura, o destemor e o virtuosismo, ter «mãozinhas», mas a segurança e a eletrónica acabaram por sobrepor-se.
Desde o acidente de Lauda algo foi mudando em termos de segurança. A conceção dos monolugares, no sentido de permitir a saída dos pilotos em caso de incêndio, o desenho dos circuitos, com largas zonas de escapatória, a obrigatoriedade do uso de fatos antifogo; o desaparecimento das pistas citadinas - o Mónaco é hoje a exceção - cockpits mais altos, o sistema HANS de proteção do pescoço, a obrigatoriedade da existência de um centro médico e da presença de um helicóptero medicalizado em todos os autódromos foram ganhos significativos neste domínio tão sensível.
Os resultados acabaram por comprovar o acerto de tais medidas: na década de 1970 do século passado, houve 10 acidentes mortais; entre 1980 e 1989, registaram-se quatro mortes, entre elas as de Ayrton Senna e de Roland Ratzenberger no GP de San Marino (1994) em Imola; O número baixou para metade entre 1990 e 1999.
Na primeira década do século XXI não houve acidentes fatais, tendo o último vitimado Jules Bianchi, em 2015, no Japão.
Uma vez retirado das pistas e para além da faceta de empresário da aviação, Niki Lauda continuou a ser uma das mais destacadas figuras do paddock. Na qualidade de consultor da Ferrai, moveu influências, em 1993, para a contratação (concretizada) de Michael Schumacher.
Desempenhou, em 2001, a função de team principal da Jaguar e desde 2002, como administrador não executivo da Mercedes-AMG F1 foi um dos artífices da hegemonia da marca alemã nos últimos seis anos.
Com a morte de Niki Lauda desaparece mais uma das figuras míticas da Fórmula 1, um piloto da estirpe de Juan Manuel Fangio, Stirling Moss, Jim Clark, Jochen Rindt, Jackie Stweart, Gilles Villeneuve, Jacky Ickx, Ayrton Senna, Alain Prost e Michael Schumacher.
Niki Lauda era pai de Mathias Lauda, colega de equipa de Pedro Lamy no Mundial FIA de Resistência.
O antigo piloto foi sujeito a um transplante de pulmão no dia 3 de agosto do ano passado e, após ter regressado a casa, em Ibiza, voltou em janeiro passado para o hospital, debilitado por uma gripe. Vítima de uma infeção pulmonar faleceu, aos 70 anos, em Viena, o tricampeão do mundo de Fórmula 1, Niki Lauda.
in TSF
A Guerra dos Tronos
Não sei se deram por isso, mas terminou a 8ª e última temporada de A Guerra dos Tronos.
Muitos dos fãs ficaram aborrecidos com a forma como a coisa acabou, mas eu lembrei-me de mostrar - à boleia do site awebic.com - trazer as caras de 50 atores da saga, ordenados do mais pequeno para o mais alto.
Fica também a promessa de Um olhar alentejano sobre o assunto.
Durante 50 dias, do anão ao gigante.
Muitos dos fãs ficaram aborrecidos com a forma como a coisa acabou, mas eu lembrei-me de mostrar - à boleia do site awebic.com - trazer as caras de 50 atores da saga, ordenados do mais pequeno para o mais alto.
Fica também a promessa de Um olhar alentejano sobre o assunto.
Durante 50 dias, do anão ao gigante.
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