sexta-feira, 24 de maio de 2019
Um olhar alentejano
No próximo domingo vão realizar-se em Portugal as eleições para o Parlamento Europeu.
Vão ser eleitos 751 deputados para um mandato de 5 anos, sendo que 21 serão portugueses.
Nas eleições de 2014 nos 28 Estados-membros teve uma participação de 42,54%, sendo que em Portugal ela foi bem abaixo da média europeia, situando-se nos 33,76%.
Mais de 66% dos portugueses não foi votar.
E porquê?
O principal argumento é que os políticos são todos uns malandros?
E é não votando que os penalizamos?
Claro que não.
Para já é preciso implementar o mais rapidamente possível o voto eletrónico, pois apesar de nestas eleições já ter sido possível votar antecipadamente, escolhendo o local para o fazer, a possibilidade de votar em casa era excelente.
Portanto não arranje desculpas e vá votar.
Com o desaparecimento do número de eleitor, bastar levar o seu cartão de cidadão, bilhete de identidade, passaporte ou carta de condução, pois os cadernos eleitorais estão organizados por ordem alfabética.
Deu tanto trabalho para podermos votar, que não podemos desperdiçar todas as oportunidades de o fazer.
Vão ser eleitos 751 deputados para um mandato de 5 anos, sendo que 21 serão portugueses.
Nas eleições de 2014 nos 28 Estados-membros teve uma participação de 42,54%, sendo que em Portugal ela foi bem abaixo da média europeia, situando-se nos 33,76%.
Mais de 66% dos portugueses não foi votar.
E porquê?
O principal argumento é que os políticos são todos uns malandros?
E é não votando que os penalizamos?
Claro que não.
Para já é preciso implementar o mais rapidamente possível o voto eletrónico, pois apesar de nestas eleições já ter sido possível votar antecipadamente, escolhendo o local para o fazer, a possibilidade de votar em casa era excelente.
Portanto não arranje desculpas e vá votar.
Com o desaparecimento do número de eleitor, bastar levar o seu cartão de cidadão, bilhete de identidade, passaporte ou carta de condução, pois os cadernos eleitorais estão organizados por ordem alfabética.
Deu tanto trabalho para podermos votar, que não podemos desperdiçar todas as oportunidades de o fazer.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Antes de adormecer
Fernando Santos divulgou os 23 convocados para a fase final da Liga das Nações.
Quero lá saber quem são.
Quero é ganhar!
Não é consensual, mas parece que fazemos hoje 840 anos.
Parabéns Portugal!
Quero lá saber quem são.
Quero é ganhar!
Não é consensual, mas parece que fazemos hoje 840 anos.
Parabéns Portugal!
Números
PS alarga vantagem sobre PSD. PAN pode ir para Bruxelas. A sondagem TSF/JN
Há
menos indecisos em relação a abril. PS - 32,4%, PSD - 24,8%, BE- 12,9%,
CDU - 7,1%, CDS - 6,7%, PAN - 3,3%, PDR - 2,1%. Aliança e Basta em
risco de não elegerem eurodeputados.
Pedro Marques ganhou vantagem em relação a Paulo Rangel quando se comparam os resultados de maio com os de abril, mas as intenções de voto não permitem ainda apagar a classificação de "poucochinho", com que António Costa classificou o resultado de 31,4% de António José Seguro, então líder socialista, nas Europeias de 2014.
Os responsáveis pela sondagem fazem questão de lembrar que CDU e CDS
têm "histórico difícil com as sondagens" porque quem vota nestes
partidos, não gosta, normalmente, de o declarar por telefone.
Ou seja, é a essa luz que devem ser lidos as intenções de voto expressas nesta sondagem: 7,1% para João Ferreira da CDU (1 mandato) e 6,7% para Nuno Melo do CDS (1 mandato).
Entre os chamados pequenos partidos, o PAN surge como o mais provável para eleger um eurodeputado, recolhe 3,3% de intenções de voto. Marinho e Pinto do PDR regista 2,1% (entre zero a um mandato); enquanto nem Paulo Sande da Aliança (1,2%), nem André Ventura da coligação Basta (1%) parecem cruzar o patamar de Bruxelas.
Se em abril, mais de um quarto dos inquiridos (26%) declarava-se indeciso, a percentagem cai para os 15% nesta última semana de campanha.
Os indecisos são sobretudos os jovens (abaixo de 34 anos) e entre os eleitores do Bloco de Esquerda 20% ainda estão com dúvidas.
Numa análise das intenções de voto em cada candidato, tendo em conta a preferência partidária dos vários eleitores, constata-se, por exemplo, que Marisa Matias reúne apoio em 12% do eleitorado socialista; Francisco Guerreiro do PAN recolhe votos junto de quem diz votar no Bloco e, talvez mais surpreendente, Paulo Sande da Aliança é mais popular junto do eleitorado bloquista do que junto de quem vota PSD e CDS.
No sumário executivo desta sondagem sublinha-se que "uma sondagem é uma fotografia de um momento e não a previsão de um acontecimento" e que é exatamente nas Europeias que as previsões esbarram na Abstenção.
A ida às urnas será determinante, por exemplo, para os resultados projetados para o PAN e o Bloco de Esquerda.
Pedro Marques ganhou vantagem em relação a Paulo Rangel quando se comparam os resultados de maio com os de abril, mas as intenções de voto não permitem ainda apagar a classificação de "poucochinho", com que António Costa classificou o resultado de 31,4% de António José Seguro, então líder socialista, nas Europeias de 2014.
Nas projeções desta sondagem, depois de tratada a abstenção e distribuídos os indecisos, o
PS regista 32,4% acima dos 30,3% que recolhia em abril e a
possibilidade de eleger entre sete a oito eurodeputados (o mesmo número
que elegeu em 2014).
O PSD desliza 4 pontos percentuais, para 24,8% quando, em abril, tinha 28,7%, o que implicaria eleger seis ou sete deputados para o Parlamento Europeu.
Em terceiro lugar mantém-se Marisa Matias que reforça ligeiramente as intenções de voto, está agora à beira dos treze por cento (12,9%) o que pode implicar 2 a 3 mandatos.
Ou seja, é a essa luz que devem ser lidos as intenções de voto expressas nesta sondagem: 7,1% para João Ferreira da CDU (1 mandato) e 6,7% para Nuno Melo do CDS (1 mandato).
Entre os chamados pequenos partidos, o PAN surge como o mais provável para eleger um eurodeputado, recolhe 3,3% de intenções de voto. Marinho e Pinto do PDR regista 2,1% (entre zero a um mandato); enquanto nem Paulo Sande da Aliança (1,2%), nem André Ventura da coligação Basta (1%) parecem cruzar o patamar de Bruxelas.
Se em abril, mais de um quarto dos inquiridos (26%) declarava-se indeciso, a percentagem cai para os 15% nesta última semana de campanha.
Os indecisos são sobretudos os jovens (abaixo de 34 anos) e entre os eleitores do Bloco de Esquerda 20% ainda estão com dúvidas.
Numa análise das intenções de voto em cada candidato, tendo em conta a preferência partidária dos vários eleitores, constata-se, por exemplo, que Marisa Matias reúne apoio em 12% do eleitorado socialista; Francisco Guerreiro do PAN recolhe votos junto de quem diz votar no Bloco e, talvez mais surpreendente, Paulo Sande da Aliança é mais popular junto do eleitorado bloquista do que junto de quem vota PSD e CDS.
No sumário executivo desta sondagem sublinha-se que "uma sondagem é uma fotografia de um momento e não a previsão de um acontecimento" e que é exatamente nas Europeias que as previsões esbarram na Abstenção.
A ida às urnas será determinante, por exemplo, para os resultados projetados para o PAN e o Bloco de Esquerda.
in TSF
Subscrever:
Mensagens (Atom)













