sexta-feira, 24 de maio de 2019
Outros Mundos d'A Bola
A primeira-ministra britânica pode demitir-se hoje - o que se veio a confirmar - sendo que Theresa May não aguentou a pressão.
E o Brexit, aguentará?
Adam Lambert, que desde de 2011 assumiu o lugar de vocalista dos Queen, diz que não vai gravar um disco novo com a banda.
Estou contigo Adam, os Quenn são ... Freddie Mercury.
Arrancou ontem a 13ª Rota das Tapas, que começou em em Lisboa em 2013, sendo que uns carimbos no passaporte, poderão dar uma viagem a Barcelona.
Cerveja e tapas ... perfeito!
Na foto notícia damos com um desfile, onde crianças e adolescentes, aptos para serem adotados, desfilaram para possíveis adotantes.
Como é possível? No Brasil tudo pode acontecer!
Nas rápidas ficamos a saber que os trabalhos de reparação na ponte da Arrábida arrancam 2ª feira, o novo presidente do Botswana anulou uma medida que proibia a caça aos elefantes, o Facebook retirou três mil milhões de contas falsas e cerca de 14 milhões de angolanos não possuem registo de nascimento e bilhete de identidade.
E o Brexit, aguentará?
Adam Lambert, que desde de 2011 assumiu o lugar de vocalista dos Queen, diz que não vai gravar um disco novo com a banda.
Estou contigo Adam, os Quenn são ... Freddie Mercury.
Arrancou ontem a 13ª Rota das Tapas, que começou em em Lisboa em 2013, sendo que uns carimbos no passaporte, poderão dar uma viagem a Barcelona.
Cerveja e tapas ... perfeito!
Na foto notícia damos com um desfile, onde crianças e adolescentes, aptos para serem adotados, desfilaram para possíveis adotantes.
Como é possível? No Brasil tudo pode acontecer!
Nas rápidas ficamos a saber que os trabalhos de reparação na ponte da Arrábida arrancam 2ª feira, o novo presidente do Botswana anulou uma medida que proibia a caça aos elefantes, o Facebook retirou três mil milhões de contas falsas e cerca de 14 milhões de angolanos não possuem registo de nascimento e bilhete de identidade.
Números
Cinco mil jovens em frente ao Parlamento para "exigir o nosso planeta de volta"
Estudantes foram recebidos em frente à Assembleia da República por deputados
"Marcelo deixa as selfies e trata do ambiente", lê-se num dos muitos cartazes da manifestação estudantil pelo clima, que ao início da tarde desta sexta-feira chegou à Assembleia da República. Em Lisboa, são cerca de cinco mil os jovens que fazem ouvir a sua voz para avisar que "não há planeta B".
"Vamos exigir o nosso planeta de volta" ou "catástrofe iminente ação urgente " são alguns dos avisos que os estudantes lançaram à medida que a manifestação passava pelas ruas de Lisboa, desde o Marquês de Pombal até à Assembleia da República.
Estudantes, familiares e organizações ambientalistas - como a zero - associaram-se à causa pelo ambiente.
"Justiça climática já", reivindicam os jovens que fazem da manifestação um ação ruidosa e com muitos recados para os políticos, conta a exploração de petróleo na costa algarvia. "Gás, petróleo, carvão, deixá-los no chão", pedem a uma só voz. Porque afinal, dizem, "não há planeta B".
A chegar à assembleia, deputados do PCP, dos Verdes, do PAN e do CDS estavam à espera dos estudantes.
Dois meses depois da primeira Greve Climática Estudantil, os jovens voltaram a sair à rua para alertar contra a destruição do planeta. Na altura, os protestos, que seguiram uma iniciativa criada pela sueca Greta Thunberg, mobilizaram cerca de 20 mil jovens portugueses em vários cantos do país. Quase dois meses depois, voltam às manifestações dois dias antes das eleições europeias - e tendo-as precisamente como mote. Em vários outros países do mundo haverá jovens com a mesma causa.
in DN
"Marcelo deixa as selfies e trata do ambiente", lê-se num dos muitos cartazes da manifestação estudantil pelo clima, que ao início da tarde desta sexta-feira chegou à Assembleia da República. Em Lisboa, são cerca de cinco mil os jovens que fazem ouvir a sua voz para avisar que "não há planeta B".
"Vamos exigir o nosso planeta de volta" ou "catástrofe iminente ação urgente " são alguns dos avisos que os estudantes lançaram à medida que a manifestação passava pelas ruas de Lisboa, desde o Marquês de Pombal até à Assembleia da República.
Estudantes, familiares e organizações ambientalistas - como a zero - associaram-se à causa pelo ambiente.
"Justiça climática já", reivindicam os jovens que fazem da manifestação um ação ruidosa e com muitos recados para os políticos, conta a exploração de petróleo na costa algarvia. "Gás, petróleo, carvão, deixá-los no chão", pedem a uma só voz. Porque afinal, dizem, "não há planeta B".
A chegar à assembleia, deputados do PCP, dos Verdes, do PAN e do CDS estavam à espera dos estudantes.
Dois meses depois da primeira Greve Climática Estudantil, os jovens voltaram a sair à rua para alertar contra a destruição do planeta. Na altura, os protestos, que seguiram uma iniciativa criada pela sueca Greta Thunberg, mobilizaram cerca de 20 mil jovens portugueses em vários cantos do país. Quase dois meses depois, voltam às manifestações dois dias antes das eleições europeias - e tendo-as precisamente como mote. Em vários outros países do mundo haverá jovens com a mesma causa.
in DN
Um olhar alentejano
No próximo domingo vão realizar-se em Portugal as eleições para o Parlamento Europeu.
Vão ser eleitos 751 deputados para um mandato de 5 anos, sendo que 21 serão portugueses.
Nas eleições de 2014 nos 28 Estados-membros teve uma participação de 42,54%, sendo que em Portugal ela foi bem abaixo da média europeia, situando-se nos 33,76%.
Mais de 66% dos portugueses não foi votar.
E porquê?
O principal argumento é que os políticos são todos uns malandros?
E é não votando que os penalizamos?
Claro que não.
Para já é preciso implementar o mais rapidamente possível o voto eletrónico, pois apesar de nestas eleições já ter sido possível votar antecipadamente, escolhendo o local para o fazer, a possibilidade de votar em casa era excelente.
Portanto não arranje desculpas e vá votar.
Com o desaparecimento do número de eleitor, bastar levar o seu cartão de cidadão, bilhete de identidade, passaporte ou carta de condução, pois os cadernos eleitorais estão organizados por ordem alfabética.
Deu tanto trabalho para podermos votar, que não podemos desperdiçar todas as oportunidades de o fazer.
Vão ser eleitos 751 deputados para um mandato de 5 anos, sendo que 21 serão portugueses.
Nas eleições de 2014 nos 28 Estados-membros teve uma participação de 42,54%, sendo que em Portugal ela foi bem abaixo da média europeia, situando-se nos 33,76%.
Mais de 66% dos portugueses não foi votar.
E porquê?
O principal argumento é que os políticos são todos uns malandros?
E é não votando que os penalizamos?
Claro que não.
Para já é preciso implementar o mais rapidamente possível o voto eletrónico, pois apesar de nestas eleições já ter sido possível votar antecipadamente, escolhendo o local para o fazer, a possibilidade de votar em casa era excelente.
Portanto não arranje desculpas e vá votar.
Com o desaparecimento do número de eleitor, bastar levar o seu cartão de cidadão, bilhete de identidade, passaporte ou carta de condução, pois os cadernos eleitorais estão organizados por ordem alfabética.
Deu tanto trabalho para podermos votar, que não podemos desperdiçar todas as oportunidades de o fazer.
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