segunda-feira, 17 de junho de 2019
Um olhar alentejano
Começo esta história a falar de uma atriz húngara de nome Ilona Staller.
Não está a ver quem é?
Se eu lhe disser que ela foi uma estrela do mundo da pornografia, conhecida por Cicciolina, já sabem de quem falo.
Não, não vai ser preciso bolinha vermelha.
Esta cidadã nascida em Budapeste, naturalizou-se italiana, foi deputada por lá e em 1991 casou-se com o escultor norte-americano Jeff Koons, que a tinha conhecido numa capa de revista.
O casamento durou um ano, o divórcio foi muito complicado e quase levou o artista à falência.
Mas a vida continua e Jeff Koons transformou-se há semanas no artista vivo a ver uma obra sua ser vendida pelo maior valor de sempre.
A escultura Rabbit foi vendida por 91 milhões de dólares (81 milhões de euros) num leilão da Christie's em Nova Iorque, estabelecendo um novo recorde e ultrapassando os 90 milhões pagos há meses por uma pintura do britânico David Hockney.
Há apenas quatro esculturas de Rabbit - criada em 1986 - feita em aço inoxidável, mas esta é a única que ainda permanece em mãos privadas, sendo que as restantes pertencem aos museus de Los Angeles, Chicago e do Qatar.
É caso para dizer que foi um coelho pago a peso de ouro.
Não está a ver quem é?
Se eu lhe disser que ela foi uma estrela do mundo da pornografia, conhecida por Cicciolina, já sabem de quem falo.
Não, não vai ser preciso bolinha vermelha.
Esta cidadã nascida em Budapeste, naturalizou-se italiana, foi deputada por lá e em 1991 casou-se com o escultor norte-americano Jeff Koons, que a tinha conhecido numa capa de revista.
O casamento durou um ano, o divórcio foi muito complicado e quase levou o artista à falência.
Mas a vida continua e Jeff Koons transformou-se há semanas no artista vivo a ver uma obra sua ser vendida pelo maior valor de sempre.
A escultura Rabbit foi vendida por 91 milhões de dólares (81 milhões de euros) num leilão da Christie's em Nova Iorque, estabelecendo um novo recorde e ultrapassando os 90 milhões pagos há meses por uma pintura do britânico David Hockney.
Há apenas quatro esculturas de Rabbit - criada em 1986 - feita em aço inoxidável, mas esta é a única que ainda permanece em mãos privadas, sendo que as restantes pertencem aos museus de Los Angeles, Chicago e do Qatar.
É caso para dizer que foi um coelho pago a peso de ouro.
Imagens
Scott McLaughlin do Team Ford Mustang durante a Darwin Triple Crown, uma ronda da Supercars Championship, em Darwin, Austrália.
15/06/2019
15/06/2019
Acordar e ...
É uma espécie de regresso à normalidade, também para o Tio Jorge.
Acordei em Alverca, mas estou de regresso a Viana.
Acordei em Alverca, mas estou de regresso a Viana.
domingo, 16 de junho de 2019
Antes de adormecer
Mais uma jornada cumprida.
Vinte e oito jogos na narração, excelentes duelos e venceram os melhores.
Desde das holandesas do Westside, até aos rapazes do Leça, foi bonita a festa, pá.
Vinte e oito jogos na narração, excelentes duelos e venceram os melhores.
Desde das holandesas do Westside, até aos rapazes do Leça, foi bonita a festa, pá.
Pedalando por aí
71st Critérium du Dauphiné (2.UWT)
Stage 8 » Cluses › Champéry (113.5k)
GERAL FINAL
83rd Tour de Suisse (2.UWT)
Stage 2 » Langnau im Emmental › Langnau im Emmental (159.6k)
GERAL
Stage 8 » Cluses › Champéry (113.5k)
GERAL FINAL
Stage 2 » Langnau im Emmental › Langnau im Emmental (159.6k)
GERAL
Um olhar alentejano
Este é um dos termos que já entrou no nosso dia a dia.
Selfie.
Quem é que já não fez parte de uma selfie de grupo ou fez um autorretrato?
A palavra, que foi considerada a palavra internacional de 2013 pelo Oxford English Dictionary, nasceu da adição ao substantivo self do sufixo ie, isto no inglês, que feita a tradução resulta em qualquer coisa como euzinho ou euzinha.
Acredita-se que o inventor do autorretrato tenha sido o alemão Robert Cornelius em 1839, no entanto a palavra selfie só passou a ser utilizado com esse sentido no ano de 2002 num fórum on-line australiano.
Se tirar uma selfie com alguém que admiramos, já se trata de uma normalidade, fazê-lo com gorilas não deixa de ser muito arriscado.
As recentes estrelas das selfies são Ddakasi e Matabishi, dois gorilas que posaram descontraidamente para uma fotografia tirada por um guarda florestal do parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo.
Nesta reserva natural vivem 25% dos gorilas de todo o mundo, protegidos por uma equipa de 600 guardas florestais que arriscam diariamente a sua vida para proteger a vida selvagem do parque da caça furtiva
Dê um pulinho ao Facebook e veja com os seus olhos a descontração deste dois gorilas-da-montanha perante a câmara fotográfica.
Selfie.
Quem é que já não fez parte de uma selfie de grupo ou fez um autorretrato?
A palavra, que foi considerada a palavra internacional de 2013 pelo Oxford English Dictionary, nasceu da adição ao substantivo self do sufixo ie, isto no inglês, que feita a tradução resulta em qualquer coisa como euzinho ou euzinha.
Acredita-se que o inventor do autorretrato tenha sido o alemão Robert Cornelius em 1839, no entanto a palavra selfie só passou a ser utilizado com esse sentido no ano de 2002 num fórum on-line australiano.
Se tirar uma selfie com alguém que admiramos, já se trata de uma normalidade, fazê-lo com gorilas não deixa de ser muito arriscado.
As recentes estrelas das selfies são Ddakasi e Matabishi, dois gorilas que posaram descontraidamente para uma fotografia tirada por um guarda florestal do parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo.
Nesta reserva natural vivem 25% dos gorilas de todo o mundo, protegidos por uma equipa de 600 guardas florestais que arriscam diariamente a sua vida para proteger a vida selvagem do parque da caça furtiva
Dê um pulinho ao Facebook e veja com os seus olhos a descontração deste dois gorilas-da-montanha perante a câmara fotográfica.
Acordar e ...
Os jogos onde todos querem estar são hoje.
Às três e quatro da tarde no estádio do Viveiro.
Às três e quatro da tarde no estádio do Viveiro.
sábado, 15 de junho de 2019
Antes de adormecer
Dia excelente na Nazaré, mas um cansaço que é o habitual.
Quinze jogos depois.
Amanhã há mais.
Quinze jogos depois.
Amanhã há mais.
Pedalando por aí
71st Critérium du Dauphiné (2.UWT)
Stage 7 » Saint-Genix-les-Villages › Pipay (133.5k)
GERAL
83rd Tour de Suisse (2.UWT)
Stage 1 (ITT) » Langnau im Emmental › Langnau im Emmental (9.5k)
Stage 7 » Saint-Genix-les-Villages › Pipay (133.5k)
GERAL
83rd Tour de Suisse (2.UWT)
Stage 1 (ITT) » Langnau im Emmental › Langnau im Emmental (9.5k)
Um olhar alentejano
Mais uma ideia autárquica que pode não terminar bem.
Esta nasceu por cá, na freguesia de Arroios, apresentada pelo CDS-PP, aprovada por unanimidade, levantou polémica dentro do partido e não foi concretizada por ser ilegal.
Opinião diferente teve André Couto, presidente da Junta de Freguesia de Campolide que já tem duas passadeiras com as cores arco-íris, em homenagem à comunidade LGBTI, argumentando que desde que houvesse listas brancas, estava cumprida a lei.
Opinião contrária tem José Manuel Trigoso, presidente da Prevenção Rodoviária "Pintar as
passadeiras com outras cores, mesmo mantendo o branco e colocando as
outras cores nos intervalos é alterar o sinal, o que significa que deixa
de ser uma passadeira'', acrescentando que "Acho
grave que os responsáveis políticos estejam a fazer uma coisa que é uma
ilegalidade e que retira o valor do sinal à passadeira''.
E o que diz a lei?
As marcas rodoviárias têm sempre cor branca, com as exceções, quando utilizadas em sinalização temporária, que devem ser amarelas e na delimitação de vias de acesso a portagens que devem ser verdes.
Provavelmente, André Couto, que andou a ajudar a colorir as passadeiras, tem que voltar a pegar no balde da tinta para repor a legalidade.
Esta nasceu por cá, na freguesia de Arroios, apresentada pelo CDS-PP, aprovada por unanimidade, levantou polémica dentro do partido e não foi concretizada por ser ilegal.
Opinião diferente teve André Couto, presidente da Junta de Freguesia de Campolide que já tem duas passadeiras com as cores arco-íris, em homenagem à comunidade LGBTI, argumentando que desde que houvesse listas brancas, estava cumprida a lei.
Opinião contrária tem José Manuel Trigoso, presidente da Prevenção Rodoviária "Pintar as
passadeiras com outras cores, mesmo mantendo o branco e colocando as
outras cores nos intervalos é alterar o sinal, o que significa que deixa
de ser uma passadeira'', acrescentando que "Acho
grave que os responsáveis políticos estejam a fazer uma coisa que é uma
ilegalidade e que retira o valor do sinal à passadeira''.E o que diz a lei?
As marcas rodoviárias têm sempre cor branca, com as exceções, quando utilizadas em sinalização temporária, que devem ser amarelas e na delimitação de vias de acesso a portagens que devem ser verdes.
Provavelmente, André Couto, que andou a ajudar a colorir as passadeiras, tem que voltar a pegar no balde da tinta para repor a legalidade.
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