Jogo entre a China e a Austrália integrado na Sino-Australian Men's International Basketball Challenge, em Nantong, China.
21/06/2019
segunda-feira, 24 de junho de 2019
domingo, 23 de junho de 2019
Antes de adormecer
Nos Jogos Europeus, mais três medalhas para Portugal, uma de cada metal.
De bronze a estafeta mista de 4x400 metros, prata - a terceira medalha conseguida em Minsk - conseguida pelo trio feminino de ginástica acrobática e ouro para João Nascimento no 100 metros.
Depois de os dois festejaram a subida de divisão a semana passada, o Casa Pia sagrou-se no Jamor vencedor do Campeonato de Portugal batendo o Vilafranquense.
Empate (1-1), mais um golo para cada equipa, também, no prolongamento e 2-4 no desempate por pontapés da marca da grande penalidade.
De bronze a estafeta mista de 4x400 metros, prata - a terceira medalha conseguida em Minsk - conseguida pelo trio feminino de ginástica acrobática e ouro para João Nascimento no 100 metros.
Depois de os dois festejaram a subida de divisão a semana passada, o Casa Pia sagrou-se no Jamor vencedor do Campeonato de Portugal batendo o Vilafranquense.
Empate (1-1), mais um golo para cada equipa, também, no prolongamento e 2-4 no desempate por pontapés da marca da grande penalidade.
Pedalando por aí
83rd Tour de Suisse (2.UWT)
Stage 9 » Goms › Goms (101.5k)
GERAL FINAL
26th Tour of Slovenia (2.HC)
Stage 5 » Trebnje › Novo mesto (167.5k)
GERAL FINAL
43rd La Route d'Occitanie - La Dépêche du Midi (2.1)
Stage 4 » Gers - Astarac Arros en Gascogne › Clermont-Pouyguillès (154.8k)
GERAL FINAL
GERAL FINAL
Elfstedenronde (1.1)
One day race » Bruges › Bruges (198.9k)
2nd European Games - Road Race (JR)
One day race » Minsk › Minsk (180k)
Stage 9 » Goms › Goms (101.5k)
GERAL FINAL
26th Tour of Slovenia (2.HC)
Stage 5 » Trebnje › Novo mesto (167.5k)
GERAL FINAL
43rd La Route d'Occitanie - La Dépêche du Midi (2.1)
Stage 4 » Gers - Astarac Arros en Gascogne › Clermont-Pouyguillès (154.8k)
GERAL FINAL
40º GP Abimota
4ª Etapa - Anadia/Águeda (174.5 Km)
Elfstedenronde (1.1)
One day race » Bruges › Bruges (198.9k)
2nd European Games - Road Race (JR)
One day race » Minsk › Minsk (180k)
Outros Mundos d'A Bola
Consolidando uma longa amizade, a família Obama e os U2 passam férias juntos em Nice, no sul de França.
Barack e Bono, dois tipos que eu gosto.
A arma com que suicidou - há quem diga que foi um acidente - o pintor holandês Van Gohg foi vendida num leilão em Paris por 162,5 mil euros.
Morreu em 1890 e ainda não sabe como.
Na República da Irlanda, dois rapazes de 14 anos são os mais jovens de sempre a serem condenados por homicídio de uma colega de escola da mesma idade, sendo os seus nomes mantido no anonimato, numa pena que será conhecida no próximo mês.
Nestes casos, deveria ser olho por olho, dente por dente!
A foto notícia mostra-nos a maior ilha artificial criada pelo homem, que fica no Dubai e demorou 20 anos a ser construída.
Nas rápidas, o presidente da Guiné-Bissau garantiu a continuidade de Aristides Gomes como primeiro-ministro, Teerão avisou os Estados Unidos que retaliará caso seja atacado, Angela Merkel defendeu maior combate a neonazis e a ASAE desmantelou um casino ilegal no Porto.
Barack e Bono, dois tipos que eu gosto.
A arma com que suicidou - há quem diga que foi um acidente - o pintor holandês Van Gohg foi vendida num leilão em Paris por 162,5 mil euros.
Morreu em 1890 e ainda não sabe como.
Na República da Irlanda, dois rapazes de 14 anos são os mais jovens de sempre a serem condenados por homicídio de uma colega de escola da mesma idade, sendo os seus nomes mantido no anonimato, numa pena que será conhecida no próximo mês.
Nestes casos, deveria ser olho por olho, dente por dente!
A foto notícia mostra-nos a maior ilha artificial criada pelo homem, que fica no Dubai e demorou 20 anos a ser construída.
Nas rápidas, o presidente da Guiné-Bissau garantiu a continuidade de Aristides Gomes como primeiro-ministro, Teerão avisou os Estados Unidos que retaliará caso seja atacado, Angela Merkel defendeu maior combate a neonazis e a ASAE desmantelou um casino ilegal no Porto.
Números
"Corrida brutal" ao solar. Já entraram 80 pedidos para megacentrais em Portugal
Esta
procura excessiva por projetos solares de grande dimensão está a causar
mal-estar na REN, que avisou que "um programa agressivo de aposta na
energia solar" pode "exigir um maior investimento na rede e ter impacto
nas tarifas" finais aos consumidores.
A corrida aos projetos de energia solar em Portugal está a atrair mais interessados do que nunca. À Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) terão chegado, até agora, cerca de 80 candidaturas para projetos "muito grandes" - na ordem dos 500 MW a 1 GW de capacidade instalada - de promotores nacionais e internacionais dispostos a investir em força e a pagar do seu bolso a ligação à rede nacional de transporte, sem passar pelos leilões de julho.
Além dos 300 promotores que o secretário de Estado da Energia, João Galamba, garante que estão interessados em participar nos primeiros leilões de energia renovável que vão realizar-se em julho, o DN/Dinheiro Vivo sabe que está também em marcha uma "corrida brutal" para construir centrais solares de maior dimensão.
João Galamba admitiu que, à margem dos leilões, a DGEG recebeu apenas três ou quatro pedidos para instalar megaparques solares em território nacional, mas fonte conhecedora do processo confirmou ao DN/Dinheiro Vivo que o número de candidaturas e o valor do investimento são muito superiores ao anunciado.
Tendo em conta que cada megawatt exige um investimento de cerca de 800 mil euros, nas contas do governo, para construir um único projeto com 1000 MW (1 GW) seria necessário um valor a rondar os 800 milhões de euros.
Ou seja, investimentos também eles de enorme dimensão, que vão somar-se aos 1120 milhões de euros de investimento potencial que será necessário para instalar nos próximos três anos os primeiros 1400 MW, que vão a leilão já na primeira quinzena de julho. Isto, de acordo com a mesma fonte, para construir dez quilómetros de ligação à rede nacional "não compensa construir uma central com menos de 500 MW".
O DN/Dinheiro Vivo sabe que este cenário de procura excessiva pelo solar está a causar mal-estar e descontentamento na REN - Redes Energéticas Nacionais, que já avisou que "um programa agressivo de aposta na energia solar", tal como o que está neste momento em curso no país - com 19 centrais solares fotovoltaicas programadas pelo governo para entrar em produção já em 2019 -, pode "exigir um maior investimento da REN, o que poderá ter impacto nas tarifas" finais aos consumidores. Até 2021 serão 38 as novas centrais solares em Portugal, segundo as licenças já atribuídas pelo governo.
No entanto, esta corrida brutal aos megaprojetos solares não implica que os leilões de julho fiquem vazios, garante a mesma fonte, dando como exemplo uma única empresa nacional que desde o passado dia 18 de junho (data em que abriram as candidaturas no site do governo) já submeteu, pelo menos, 26 pedidos de pontos de ligação à rede, na ordem dos 20, 30 e 40 MW de capacidade.
Além dos grandes players nacionais, como a EDP e a Galp, entre outros, há também gigantes mundiais da energia e fundos de investimento internacionais "a olhar para o mercado português das renováveis" e a contactar sociedades de advogados e elétricas nacionais para agirem como seus intermediários nos leilões.
Foi o próprio João Galamba quem anunciou esta nova opção de investimento no solar, que passa pela exclusão dos leilões de projetos de maior dimensão, na ordem dos 500 MW ou 1 GW, precisamente porque não existe esta capacidade nas diferentes zonas de rede. "Temos várias manifestações de interesse de grandes parques, com mais de 500 MW, mas esses não vão a leilão. Em leilão não há nenhum lote com mais de 200 e poucos MW. Para projetos maiores, que os há, tem de ser via DGEG", explicou, acrescentando que "nestes casos terão de ser feitos pedidos via DGEG, sendo o próprio promotor a criar espaço para o seu projeto, via a construção de nova linha ou reforço de linha existente".
O governante garante que nos leilões "o risco de esmagamento está acautelado. Há limites. Ninguém pode ficar com mais de 50% do leilão (cerca de 700 MW). E ninguém pode ter uma quota de mercado superior a 40% do Mibel. Há um limite à concentração máxima de mercado". Depois há também limites técnicos: quem ligue à rede nacional de distribuição não pode ter projetos inferiores a 10 MW e quem ligue à rede nacional de transporte não pode ter menos de 50 MW.
in DN
A corrida aos projetos de energia solar em Portugal está a atrair mais interessados do que nunca. À Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) terão chegado, até agora, cerca de 80 candidaturas para projetos "muito grandes" - na ordem dos 500 MW a 1 GW de capacidade instalada - de promotores nacionais e internacionais dispostos a investir em força e a pagar do seu bolso a ligação à rede nacional de transporte, sem passar pelos leilões de julho.
Além dos 300 promotores que o secretário de Estado da Energia, João Galamba, garante que estão interessados em participar nos primeiros leilões de energia renovável que vão realizar-se em julho, o DN/Dinheiro Vivo sabe que está também em marcha uma "corrida brutal" para construir centrais solares de maior dimensão.
João Galamba admitiu que, à margem dos leilões, a DGEG recebeu apenas três ou quatro pedidos para instalar megaparques solares em território nacional, mas fonte conhecedora do processo confirmou ao DN/Dinheiro Vivo que o número de candidaturas e o valor do investimento são muito superiores ao anunciado.
Tendo em conta que cada megawatt exige um investimento de cerca de 800 mil euros, nas contas do governo, para construir um único projeto com 1000 MW (1 GW) seria necessário um valor a rondar os 800 milhões de euros.
Ou seja, investimentos também eles de enorme dimensão, que vão somar-se aos 1120 milhões de euros de investimento potencial que será necessário para instalar nos próximos três anos os primeiros 1400 MW, que vão a leilão já na primeira quinzena de julho. Isto, de acordo com a mesma fonte, para construir dez quilómetros de ligação à rede nacional "não compensa construir uma central com menos de 500 MW".
O DN/Dinheiro Vivo sabe que este cenário de procura excessiva pelo solar está a causar mal-estar e descontentamento na REN - Redes Energéticas Nacionais, que já avisou que "um programa agressivo de aposta na energia solar", tal como o que está neste momento em curso no país - com 19 centrais solares fotovoltaicas programadas pelo governo para entrar em produção já em 2019 -, pode "exigir um maior investimento da REN, o que poderá ter impacto nas tarifas" finais aos consumidores. Até 2021 serão 38 as novas centrais solares em Portugal, segundo as licenças já atribuídas pelo governo.
No entanto, esta corrida brutal aos megaprojetos solares não implica que os leilões de julho fiquem vazios, garante a mesma fonte, dando como exemplo uma única empresa nacional que desde o passado dia 18 de junho (data em que abriram as candidaturas no site do governo) já submeteu, pelo menos, 26 pedidos de pontos de ligação à rede, na ordem dos 20, 30 e 40 MW de capacidade.
Além dos grandes players nacionais, como a EDP e a Galp, entre outros, há também gigantes mundiais da energia e fundos de investimento internacionais "a olhar para o mercado português das renováveis" e a contactar sociedades de advogados e elétricas nacionais para agirem como seus intermediários nos leilões.
Foi o próprio João Galamba quem anunciou esta nova opção de investimento no solar, que passa pela exclusão dos leilões de projetos de maior dimensão, na ordem dos 500 MW ou 1 GW, precisamente porque não existe esta capacidade nas diferentes zonas de rede. "Temos várias manifestações de interesse de grandes parques, com mais de 500 MW, mas esses não vão a leilão. Em leilão não há nenhum lote com mais de 200 e poucos MW. Para projetos maiores, que os há, tem de ser via DGEG", explicou, acrescentando que "nestes casos terão de ser feitos pedidos via DGEG, sendo o próprio promotor a criar espaço para o seu projeto, via a construção de nova linha ou reforço de linha existente".
O governante garante que nos leilões "o risco de esmagamento está acautelado. Há limites. Ninguém pode ficar com mais de 50% do leilão (cerca de 700 MW). E ninguém pode ter uma quota de mercado superior a 40% do Mibel. Há um limite à concentração máxima de mercado". Depois há também limites técnicos: quem ligue à rede nacional de distribuição não pode ter projetos inferiores a 10 MW e quem ligue à rede nacional de transporte não pode ter menos de 50 MW.
in DN
Brilhantina
A Sandy pergunta se isto é o fim, mas o Danny responde que é o principio.
Têm os dois razão, pois acaba hoje o Grease, mas amanhã há mais, com o regresso de Travolta.
Love Is A Many Splendored Things
Têm os dois razão, pois acaba hoje o Grease, mas amanhã há mais, com o regresso de Travolta.
Love Is A Many Splendored Things
Um olhar alentejano
Nesta fase da nossa aventura, chegou o tempo da obra.
Ao mesmo tempo lembrei-me de uma frase que ouvi algures: "As nossas leis nem sempre são bem feitas".
E se eu juntar a estas duas ideias, uma banheira?
Nesta altura do texto, está malta a pensar.
"O calor alentejano queimou um fusível ao Tio Jorge".
Por enquanto ainda não.
O problema é este.
Existe no nosso país uma lei que diz que uma casa de banho tem que ter um lavatório, uma sanita, um bidé e uma banheira, em alternativa pode ser instalada uma base de duche, mas tem que ficar garantido um espaço para caber uma banheira.
Mas ainda há outra lei, mas que diz a mesma coisa, ou seja, as instalações sanitárias terão, no mínimo, um lavatório, banheira, uma bacia de retrete e um bidé.
Resumindo, independentemente do número de casas de banho, tenho que ter uma banheira.
Mas porque que raio é que tenho que ter uma banheira?
Acho o disparate, até por questões de segurança, pois é muito fácil entrar para um duche do que ter que levantar a perna para aceder a dita cuja.
Até porque já não vamos para novos.
Vou começar uma luta contra este acessório.
WC's sem banheira, já!
Base de duche ao poder!
Ao mesmo tempo lembrei-me de uma frase que ouvi algures: "As nossas leis nem sempre são bem feitas".
E se eu juntar a estas duas ideias, uma banheira?
Nesta altura do texto, está malta a pensar.
"O calor alentejano queimou um fusível ao Tio Jorge".
Por enquanto ainda não.
O problema é este.
Existe no nosso país uma lei que diz que uma casa de banho tem que ter um lavatório, uma sanita, um bidé e uma banheira, em alternativa pode ser instalada uma base de duche, mas tem que ficar garantido um espaço para caber uma banheira.
Mas ainda há outra lei, mas que diz a mesma coisa, ou seja, as instalações sanitárias terão, no mínimo, um lavatório, banheira, uma bacia de retrete e um bidé.
Resumindo, independentemente do número de casas de banho, tenho que ter uma banheira.
Mas porque que raio é que tenho que ter uma banheira?
Acho o disparate, até por questões de segurança, pois é muito fácil entrar para um duche do que ter que levantar a perna para aceder a dita cuja.
Até porque já não vamos para novos.
Vou começar uma luta contra este acessório.
WC's sem banheira, já!
Base de duche ao poder!
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