quinta-feira, 4 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Estava a preparar um post sobre o Grande Prémio Jornal de Notícias em ciclismo, que decorreu no início de junho, quando descobri que uma etapa tinha terminado no alto do Santuário de Nossa Senhora da Assunção.
Imediatamente, recordei-me da Volta a Portugal em 2017, onde a 7ª etapa terminou neste local magnífico, sobranceiro a Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.
Estávamos no dia 12 de agosto, eu e o Miguel Guarda, na cobertura para a ARIC, fomos à partida em Lousada e seguimos de imediato para o local de chegada para prepararmos o trabalho desse dia, no nosso estúdio móvel montado na reta da meta.
Chegados à ascensão final fomos barrados pela GNR.
Com o carro perfeitamente credenciado e identificado, a sinalética do agente era negativa.
Sai do carro e expliquei-lhe que queríamos passar.
"Ninguém passa por aqui!", afirmou, roçando a arrogância.
Insisti, voltei a explicar, olhei-lhe para os ombros, tentado perceber a graduação, e, já aborrecido, pedi-lhe para falar com o superior hierárquico.
Deve ter percebido que eu não ia desistir e lá fez uns contactos, via telemóvel.
Depois de vários minutos, contrariado, lá desviou as baias.
Nesse dia venceu o António Barbio, um jovem com raízes no concelho de Alenquer.
Acho que ele teve sorte em termos chegado mais cedo, pois tal a maneira decidida como o senhor agente bloqueava a estrada, nem os ciclistas passariam.
Imediatamente, recordei-me da Volta a Portugal em 2017, onde a 7ª etapa terminou neste local magnífico, sobranceiro a Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.
Estávamos no dia 12 de agosto, eu e o Miguel Guarda, na cobertura para a ARIC, fomos à partida em Lousada e seguimos de imediato para o local de chegada para prepararmos o trabalho desse dia, no nosso estúdio móvel montado na reta da meta.
Chegados à ascensão final fomos barrados pela GNR.
Com o carro perfeitamente credenciado e identificado, a sinalética do agente era negativa.
Sai do carro e expliquei-lhe que queríamos passar.
"Ninguém passa por aqui!", afirmou, roçando a arrogância.
Insisti, voltei a explicar, olhei-lhe para os ombros, tentado perceber a graduação, e, já aborrecido, pedi-lhe para falar com o superior hierárquico.
Deve ter percebido que eu não ia desistir e lá fez uns contactos, via telemóvel.
Depois de vários minutos, contrariado, lá desviou as baias.
Nesse dia venceu o António Barbio, um jovem com raízes no concelho de Alenquer.
Acho que ele teve sorte em termos chegado mais cedo, pois tal a maneira decidida como o senhor agente bloqueava a estrada, nem os ciclistas passariam.
Acordar e ...
Despertador: 6:17 horas.
Vila Nova da Baronia: 6:52 horas.
Casa Branca: 7:17 horas.
Claro que estava alguém no meu lugar, que saiu quando lhe pedi, mas olhou-me como se eu estivesse a cometer um crime. Para este peditório, já dei.
Lisboa: 9:00 horas.
Nazaré: 10:50 horas.
Liga Europeia, segundo ano, cá vou eu!
Vila Nova da Baronia: 6:52 horas.
Casa Branca: 7:17 horas.
Claro que estava alguém no meu lugar, que saiu quando lhe pedi, mas olhou-me como se eu estivesse a cometer um crime. Para este peditório, já dei.
Lisboa: 9:00 horas.
Nazaré: 10:50 horas.
Liga Europeia, segundo ano, cá vou eu!
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Antes de adormecer
Sá Pinto é o novo treinador do Sporting de Braga.
Sérgio Conceição vai ter luta esta temporada.
O título de mais mal educado vai ser muito renhido.
João Félix no Wanda e Raúl de Tomás na Luz.
É o mercado a mexer.
Mala feita, mais uns dias longe do Alentejo.
A Nazaré está à minha espera.
Sérgio Conceição vai ter luta esta temporada.
O título de mais mal educado vai ser muito renhido.
João Félix no Wanda e Raúl de Tomás na Luz.
É o mercado a mexer.
Mala feita, mais uns dias longe do Alentejo.
A Nazaré está à minha espera.
Outros Mundos d'A Bola
Depois de muitas horas de reunião, o fumo branco mostrou o nome da germânica Ursula Von der Leyen para presidente da Comissão Europeia, substituindo Jean-Claude Juncker, ela que tem 60 anos, é licenciada em economia e medicina e é a atual ministra da Defesa alemã.
Vamos lá ver se o Parlamento está de acordo.
O caso da pequena Matilde, que sofre de atrofia muscular espinal, despoletou uma onda de solidariedade, sendo que já foi atingindo o objetivo de dois milhões de euros, valor necessário para aquisição do medicamento mais caro do mundo, que poderá salvar a vida a esta menina.
Orgulho de ser português!
O Metro de Lisboa, em parceria com a Fábrica Viúva Lamego, vai promover visitas guiadas para conhecer a história dos azulejos utilizados em algumas estações.
Aproveite para fazer a visita a partir de hoje.
A foto notícia vem confirmar o que muitos dizem a brincar: Marcelo Rebelo de Sousa está em todo lado, desta vez nos bastidores do concerto de Rod Stewart, que atuou na 2ª feira no Altice Arena.
Vamos lá ver se o Parlamento está de acordo.
O caso da pequena Matilde, que sofre de atrofia muscular espinal, despoletou uma onda de solidariedade, sendo que já foi atingindo o objetivo de dois milhões de euros, valor necessário para aquisição do medicamento mais caro do mundo, que poderá salvar a vida a esta menina.
Orgulho de ser português!
O Metro de Lisboa, em parceria com a Fábrica Viúva Lamego, vai promover visitas guiadas para conhecer a história dos azulejos utilizados em algumas estações.
Aproveite para fazer a visita a partir de hoje.
A foto notícia vem confirmar o que muitos dizem a brincar: Marcelo Rebelo de Sousa está em todo lado, desta vez nos bastidores do concerto de Rod Stewart, que atuou na 2ª feira no Altice Arena.
Números
Estado dá milhões sem rigor, controlo, transparência e com riscos de corrupção
Mais de 70 mil entidades receberam, em 2017, mais de 4 mil milhões de euros de subvenções e benefícios públicos.
A Inspeção-Geral de Finanças encontrou inúmeras falhas no controlo de subvenções e benefícios públicos concedidos pelo Estado. A entidade, que tem por missão controlar a administração financeira do dinheiro dos contribuintes, encontrou riscos de corrupção, falta de transparência e até falta de comunicações às finanças do dinheiro público que inúmeras entidades privadas recebem.
Ainda no capítulo falta de transparência, 32 dos 50
maiores beneficiários não divulgaram na Internet os 249 milhões de euros
que receberam, contrariando as boas práticas e a transparência
recomendadas.
Parte deste dinheiro público vai em vários casos para instituições particulares de solidariedade social (IPSS) sendo que 34% não apresentaram as contas de 2016 ou apresentaram-nas com atraso sem que se tivesse avançado com qualquer medida prevista na lei para corrigir o problema.
Finalmente, a IGF nota o "reduzido grau de execução", de apenas 7%, do Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas nas entidades concedentes do dinheiro.
Destaque ainda para as insuficiências nos controlos do dinheiro público, por exemplo através da falta de comunicabilidade entre sistemas de informação, da inexistência de uma base de dados com informação sobre os apoios financeiros (cumulativos) concedidos por entidades públicas e a ausência de registo, em base de dados, dos acompanhamentos e controlos feitos.
A Inspeção-Geral de Finanças encontrou inúmeras falhas no controlo de subvenções e benefícios públicos concedidos pelo Estado. A entidade, que tem por missão controlar a administração financeira do dinheiro dos contribuintes, encontrou riscos de corrupção, falta de transparência e até falta de comunicações às finanças do dinheiro público que inúmeras entidades privadas recebem.
Num
balanço de 2018 agora fechado, consultado pela TSF, a Inspeção-Geral de
Finanças (IGF) contou, em 2017, 72.931 beneficiários de subvenções e
benefícios públicos dados por 639 entidades públicas no valor de 4.232
milhões de euros.
A IGF começa por sublinhar que nas
transferências correntes e de capital do setor público (2.473 milhões de
euros com origem nacional) ainda não existe um regime jurídico
substantivo das subvenções públicas "que introduza maior rigor e
objetividade a este tipo de despesa".
Do
muito dinheiro que saiu do Estado para os privados, 16,5 milhões não
foram comunicados à IGF (como deviam), 605 milhões não foram
publicitados na internet e 3.187 milhões falharam as obrigações fiscais
declarativas.
Parte deste dinheiro público vai em vários casos para instituições particulares de solidariedade social (IPSS) sendo que 34% não apresentaram as contas de 2016 ou apresentaram-nas com atraso sem que se tivesse avançado com qualquer medida prevista na lei para corrigir o problema.
Finalmente, a IGF nota o "reduzido grau de execução", de apenas 7%, do Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas nas entidades concedentes do dinheiro.
Destaque ainda para as insuficiências nos controlos do dinheiro público, por exemplo através da falta de comunicabilidade entre sistemas de informação, da inexistência de uma base de dados com informação sobre os apoios financeiros (cumulativos) concedidos por entidades públicas e a ausência de registo, em base de dados, dos acompanhamentos e controlos feitos.
in TSF
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