quinta-feira, 4 de julho de 2019
Outros Mundos d'A Bola
A espetacular paisagem árida do Vulcão dos Capelinhos, na notícia com foto desta 5ª feira, vai servir para a NASA treinar a exploração da paisagem de Marte, para tentar perceber como ela evoluiu nos últimos milhões de anos.
A Marte nunca irei, mas à Horta já foi.
Haya Bint al-Hussein, uma das seis mulheres do pricípe do Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos fugiu para Londres onde está refugiada numa mansão, mas temendo pela sua vida.
Se eles falam com os que despacharam o Khashoggi, está o caldo entornado.
A taxa de emprego em Portugal atingiu o valor mais alto em 2018 (na notícia está erradamente 2008), o mais elevado dos últimos nove anos, chegando aos 55%.
Mesmo com tanta gente que não quer trabalhar.
Um site de fãs dos U2 revelou a descoberta da gravação mais antiga da banda irlandesa, datada de agosto de 1979.
Uma cassete com história!
Nas rápidas de hoje ficamos a saber que um português foi detido em Tóquio por tentar contrabandear estupefacientes, sendo que no Parlamento Europeu, o italiano David Sassoli é o novo presidente e o socialista Pedro Silva Pereira o seu segundo vice-presidente.
A Marte nunca irei, mas à Horta já foi.
Haya Bint al-Hussein, uma das seis mulheres do pricípe do Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos fugiu para Londres onde está refugiada numa mansão, mas temendo pela sua vida.
Se eles falam com os que despacharam o Khashoggi, está o caldo entornado.
A taxa de emprego em Portugal atingiu o valor mais alto em 2018 (na notícia está erradamente 2008), o mais elevado dos últimos nove anos, chegando aos 55%.
Mesmo com tanta gente que não quer trabalhar.
Um site de fãs dos U2 revelou a descoberta da gravação mais antiga da banda irlandesa, datada de agosto de 1979.
Uma cassete com história!
Nas rápidas de hoje ficamos a saber que um português foi detido em Tóquio por tentar contrabandear estupefacientes, sendo que no Parlamento Europeu, o italiano David Sassoli é o novo presidente e o socialista Pedro Silva Pereira o seu segundo vice-presidente.
Números
Os 10% mais pobres teriam de trabalhar 300 anos para ganhar o mesmo que os 10% mais ricos
Os 10% mais ricos recebem quase metade de todas as remunerações do mundo.
Dez por cento dos trabalhadores que auferem os salários mais altos recebem quase metade das remunerações pagas em todo o mundo, revela o relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), apresentado esta quinta-feira.
O relatório compara dados pré e
pós crise (com estatísticas de 2004 e 2017), ainda que segundo a
metodologia usada haja diferentes conclusões sobre se a Grande Recessão
trouxe ou não maior desigualdade salarial.
Em termos absolutos, parece indicar que a desigualdade reduziu-se, já que a riqueza concentrada dos 10% de trabalhadores mais ricos passou de 55,5% para 48,9%.
Segundo os analistas da OIT, isto deveu-se principalmente ao crescimento económico de duas potências emergentes com grandes populações, como a China e a Índia, até tal ponto que quando não se têm em conta os dados destes dois países os dados de 2004 e 2017 não variariam.
Por outro lado, se o cálculo se ponderar dando maior peso às economias com maior Produto Interno Bruto (PIB), os resultados são muito diferentes e revelam em contrapartida uma maior desigualdade atual em relação a meados da década passada.
Tendo em conta esta ponderação, 20% dos trabalhadores que recebem salários mais altos teriam passado de concentrar 51,4% das remunerações em 2004 para 53,5% em 2017, enquanto as classes média e baixa sairiam a perder.
Os cerca de 20% dos assalariados que se encontram na parte mais baixa da tabela passariam de ganhar 3,9% do total em 2004 para apenas 3,5% em 2017, enquanto 60% da metade da tabela baixaria de 44,8% para 43% naqueles 13 anos.
"Na realidade, a desigualdade das remunerações a nível nacional está a aumentar", adverte a OIT no relatório, inclusivamente em países "com sucesso" depois da crise, como a China ou a Índia.
in TSF
Dez por cento dos trabalhadores que auferem os salários mais altos recebem quase metade das remunerações pagas em todo o mundo, revela o relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), apresentado esta quinta-feira.
No
relatório apresentado numa conferência de imprensa em Genebra, a OIT
alerta para que quanto maior a pobreza num país, maior é a desigualdade
salarial e indica que 20% dos trabalhadores com salários mais baixos
(cerca de 650 milhões) recebe menos de 1% das despesas laborais
mundiais, num mercado global onde o salário médio mensal dos 10% mais
ricos é de 7.475 dólares e dos 10% mais pobres não ultrapassa 22
dólares.
"Os 10% mais pobres
teriam que trabalhar três séculos para ganhar o mesmo que os 10% mais
ricos num ano", exemplificou o economista do Departamento de Estatística
da OIT Roger Gomis.
Por países, o
relatório indica que os menos desenvolvidos são os que apresentam maior
concentração salarial nas partes mais altas da tabela, sendo nações
como a RD Congo, Costa do Marfim, Libéria, Níger ou Uganda os mais
desiguais, já que 10% dos trabalhadores mais ricos concentram entre 70% e
80% do total de salários pagos.
Em termos absolutos, parece indicar que a desigualdade reduziu-se, já que a riqueza concentrada dos 10% de trabalhadores mais ricos passou de 55,5% para 48,9%.
Segundo os analistas da OIT, isto deveu-se principalmente ao crescimento económico de duas potências emergentes com grandes populações, como a China e a Índia, até tal ponto que quando não se têm em conta os dados destes dois países os dados de 2004 e 2017 não variariam.
Por outro lado, se o cálculo se ponderar dando maior peso às economias com maior Produto Interno Bruto (PIB), os resultados são muito diferentes e revelam em contrapartida uma maior desigualdade atual em relação a meados da década passada.
Tendo em conta esta ponderação, 20% dos trabalhadores que recebem salários mais altos teriam passado de concentrar 51,4% das remunerações em 2004 para 53,5% em 2017, enquanto as classes média e baixa sairiam a perder.
Os cerca de 20% dos assalariados que se encontram na parte mais baixa da tabela passariam de ganhar 3,9% do total em 2004 para apenas 3,5% em 2017, enquanto 60% da metade da tabela baixaria de 44,8% para 43% naqueles 13 anos.
"Na realidade, a desigualdade das remunerações a nível nacional está a aumentar", adverte a OIT no relatório, inclusivamente em países "com sucesso" depois da crise, como a China ou a Índia.
in TSF
Um olhar alentejano
Estava a preparar um post sobre o Grande Prémio Jornal de Notícias em ciclismo, que decorreu no início de junho, quando descobri que uma etapa tinha terminado no alto do Santuário de Nossa Senhora da Assunção.
Imediatamente, recordei-me da Volta a Portugal em 2017, onde a 7ª etapa terminou neste local magnífico, sobranceiro a Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.
Estávamos no dia 12 de agosto, eu e o Miguel Guarda, na cobertura para a ARIC, fomos à partida em Lousada e seguimos de imediato para o local de chegada para prepararmos o trabalho desse dia, no nosso estúdio móvel montado na reta da meta.
Chegados à ascensão final fomos barrados pela GNR.
Com o carro perfeitamente credenciado e identificado, a sinalética do agente era negativa.
Sai do carro e expliquei-lhe que queríamos passar.
"Ninguém passa por aqui!", afirmou, roçando a arrogância.
Insisti, voltei a explicar, olhei-lhe para os ombros, tentado perceber a graduação, e, já aborrecido, pedi-lhe para falar com o superior hierárquico.
Deve ter percebido que eu não ia desistir e lá fez uns contactos, via telemóvel.
Depois de vários minutos, contrariado, lá desviou as baias.
Nesse dia venceu o António Barbio, um jovem com raízes no concelho de Alenquer.
Acho que ele teve sorte em termos chegado mais cedo, pois tal a maneira decidida como o senhor agente bloqueava a estrada, nem os ciclistas passariam.
Imediatamente, recordei-me da Volta a Portugal em 2017, onde a 7ª etapa terminou neste local magnífico, sobranceiro a Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.
Estávamos no dia 12 de agosto, eu e o Miguel Guarda, na cobertura para a ARIC, fomos à partida em Lousada e seguimos de imediato para o local de chegada para prepararmos o trabalho desse dia, no nosso estúdio móvel montado na reta da meta.
Chegados à ascensão final fomos barrados pela GNR.
Com o carro perfeitamente credenciado e identificado, a sinalética do agente era negativa.
Sai do carro e expliquei-lhe que queríamos passar.
"Ninguém passa por aqui!", afirmou, roçando a arrogância.
Insisti, voltei a explicar, olhei-lhe para os ombros, tentado perceber a graduação, e, já aborrecido, pedi-lhe para falar com o superior hierárquico.
Deve ter percebido que eu não ia desistir e lá fez uns contactos, via telemóvel.
Depois de vários minutos, contrariado, lá desviou as baias.
Nesse dia venceu o António Barbio, um jovem com raízes no concelho de Alenquer.
Acho que ele teve sorte em termos chegado mais cedo, pois tal a maneira decidida como o senhor agente bloqueava a estrada, nem os ciclistas passariam.
Acordar e ...
Despertador: 6:17 horas.
Vila Nova da Baronia: 6:52 horas.
Casa Branca: 7:17 horas.
Claro que estava alguém no meu lugar, que saiu quando lhe pedi, mas olhou-me como se eu estivesse a cometer um crime. Para este peditório, já dei.
Lisboa: 9:00 horas.
Nazaré: 10:50 horas.
Liga Europeia, segundo ano, cá vou eu!
Vila Nova da Baronia: 6:52 horas.
Casa Branca: 7:17 horas.
Claro que estava alguém no meu lugar, que saiu quando lhe pedi, mas olhou-me como se eu estivesse a cometer um crime. Para este peditório, já dei.
Lisboa: 9:00 horas.
Nazaré: 10:50 horas.
Liga Europeia, segundo ano, cá vou eu!
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Antes de adormecer
Sá Pinto é o novo treinador do Sporting de Braga.
Sérgio Conceição vai ter luta esta temporada.
O título de mais mal educado vai ser muito renhido.
João Félix no Wanda e Raúl de Tomás na Luz.
É o mercado a mexer.
Mala feita, mais uns dias longe do Alentejo.
A Nazaré está à minha espera.
Sérgio Conceição vai ter luta esta temporada.
O título de mais mal educado vai ser muito renhido.
João Félix no Wanda e Raúl de Tomás na Luz.
É o mercado a mexer.
Mala feita, mais uns dias longe do Alentejo.
A Nazaré está à minha espera.
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