"O adeus a Darwin"
#15/06/2022#
Era uma das suas manias com meses de vida.
Engolir os pezinhos que a Princesa usa nos sapatos.
No início da história faltaram dois, procurámos em todo o lado, mas não os encontrámos.
Dias depois o Pablo vomitou, fomos ver o que era e lá estavam eles bem enroladinhos.
Com a idade foi perdendo essa mania, pensávamos nós.
Esta madrugada dei por ele com vómitos, levantei-me e quando foi limpar e ver o que era, lá estava o pezinho da Célia.
Desta vez só um.
Até logo.
Não tenho falado deste assunto há vários dias, mas a guerra continua implacável na Ucrânia.
O assassino russo continua a sua missão, carregada de mentiras.
Por cá, sem ser novidade, o Partido Comunista Português vem pedir o fim das restrições à Rússia, ameaçando com greves em Portugal.
O seu fim vai ser igual ao CDS.
Até amanhã.
“Bela soneca esta manhã”, brincou o Esperto.
“Foi sim, soube bem. Agora é trabalhar”.
“Mas lidas bem com este calor? Para mim é uma dificuldade”.
“Nem por isso, mas temos que viver com o que temos em termos climáticos”.
“Eu também tenho que ter muitos cuidados comigo”, confirmou o Esperto.
Aos poucos vou-me inteirando do que se vai passando no futebol, em época de defeso e transferências.
Para já, tudo indica, que a nível das equipas portuguesas a maior transação seja a venda do uruguaio Darwin ao Liverpool.
Espero que o Benfica aplique bem a mais-valia financeira conseguida.
Até logo.
Depois de dez dias de trabalho e doença, hoje soube-me bem dormir até às 10 horas com a colaboração da Princesa e dos patudos.
Vamos lá voltar à rotina em Oriola.
Até logo.
O regresso a casa é sempre uma maravilha.
Histórias para contar, beijos para dar, lambidelas para levar, acaba por ser o melhor deste tempo que passo fora.
Fala-se muito em amplitude térmica, mas esta é muito significativa.
Vinte graus no final da manhã na Nazaré, quase 40º à chegada a Oriola.
Bolas!
Até amanhã.