“O genro”
#16/11/2022#
Estávamos em 2005.
O telemóvel tocou às 10 da manhã e a notícia chegou com lágrimas.
O meu Pai tinha morrido.
Tenho saudades tuas Velho!
Até logo.
Cada dia que chega ao fim é um dia feliz.
A chuva continua a encher os terrenos da nossa aldeia, ela que faz muita falta, fazendo que tudo à volta fique muito mais bonito.
Em Oriola Six, a pluviosidade poupa-me a rega das nossas três árvores.
Como sou benfiquista e gosto de dar nomes às coisas, vou aproveitar para as batizar esta noite.
Limoeiro: Gonçalo Ramos;
Laranjeira: Cloé Lacasse;
Pereira: Kika Nazareth.
Já está.
Até amanhã.
Já contei esta história anteriormente, mas foi a minha Comadre Bela que me ofereceu, num Natal, dois livros de José Saramago.
Para ler O Memorial do Convento demorei meses, com começo e recomeço até ao final da história de Blimunda e Baltasar.
Depois dele, li mais uma meia dúzia da autoria do Nobel da Literatura.
Saramago fazia hoje 100 anos.
Até logo.
Hoje, e amanhã depois da caminhada, vou até Évora.
Nesta quarta-feira vou fazer companhia ao Eduardo.
Uma espécie de lhe dar mão depois de um exame com anestesia.
Mas fiquem descansados que o rapaz está bem.
Até logo.