terça-feira, 28 de março de 2023
Alvorada do Avô
“Pensei que estação de Cullera fosse maior”, comentou o Esperto.
“Eu também, mas é simpática”.
“Foi pena não pudermos ir mesmo à plataforma”.
“Só tem acesso que tem bilhete, como o nosso metropolitano ou algumas estações dos comboios da Fertagus”.
“Mas foi uma caminhada agradável, com uma boa média, na nossa despedida de terras espanholas”.
“Verdade, agora é arrumar a mala para irmos até Alverca”.
Até logo.
segunda-feira, 27 de março de 2023
O Avô em Ceroulas
O Digestivo do Avô
Na caminhada desta manhã passei pela rampa onde terminou uma etapa da Volta à Comunidade Valenciana em 2020.
Recorda-me de ter visto a chegada na televisão, com os ciclistas a passarem em rampas de 20%, quase parados em cima da bicicleta.
Hoje desci essa estrada.
Um bocado mais fácil!
Até logo.
Alvorada do Avô
“Hoje isto foi duro” desabafou o Esperto.
“Já sabias como era, pois já lá tínhamos ido. A diferença foi que agora descemos pelo outro lado”.
“Mas olha que essa subida pelo o outro lado também é bem difícil”.
“Pois é, mas acho que por onde subimos é mais complicado”.
“Podemos experimentar amanhã”.
“Já não vai dar, porque terça-feira partimos para Alverca e de manhã vamos conhecer a estação de comboios de Cullera”.
“Fica para a próxima”, sugeriu ele.
“Exatamente”.
Não ligo muito a motociclismo, mas ontem estava a ver a prova realizada em Portimão, quando o Marc Marquez espetou com o Miguel Oliveira fora da corrida.
Segundo os comentadores, o espanhol é useiro e vezeiro nestas atitudes, pelo que devia ter um castigo exemplar para lhe servir de emenda, em vez de uma dupla volta longa na próxima prova.
Até logo.
domingo, 26 de março de 2023
O Avô em Ceroulas
Há anos, acompanhei três vezes a Volta ao Alentejo para a Rádio Íris, sendo que nessa altura, sempre que a prova começava questionávamos quem seria o primeiro a bisar na prova.
Recordo-me que um dos primeiros trabalhos, quando chegávamos, era ouvir os ciclistas presentes que podiam ganhar pela segunda vez.
Só aos trinta e cinco anos da prova o espanhol Carlos Barbero conseguiu esse desiderato, mas hoje um venezuelano foi mais longe, vencendo a Alentejana em dois anos consecutivos, na 40ª edição da corrida.
Chama-se Orluis Aular e vai ficar na história da prova.
Contrariamente ao que tinha antecipado esta tarde, a vitória de Portugal foi muito tranquila, uma meia dúzia de facilidades, numa excelente estreia de Martínez nestes dois jogos.
Até amanhã.





































