sábado, 13 de maio de 2023
Alvorada do Avô
“Não achas que também devíamos ir caminhar ao fim de semana?”, perguntou o Esperto.
“Não nos fazia mal, mas é uma forma de dormirmos mais um bocado, além do meu joelho precisar de algum descanso depois de cinco dias de trabalho”.
“Estou de acordo”.
“Agora a Princesa vai cortar-me o cabelo e daqui a pouco chega o Trovão”.
“Pois é, este fim de semana temos uma visita de quatro patas”.
Até logo.
sexta-feira, 12 de maio de 2023
O Avô em Ceroulas
Numa altura é que daqui a um mês estarei na Nazaré para a Liga dos Campeões de futebol de praia, já se conhece o sorteio para os Jogos Europeus que vão decorrer em Cracóvia, Polónia, entre 27 de junho e 1 de julho.
A seleção feminina portuguesa ficou no grupo A com polacas e checas, enquanto que do lado masculino Portugal está também no grupo A, com a companhia de Espanha, Polónia e Azerbaijão.
Até amanhã.
O Digestivo do Avô
Por aqui temos tentado diversas alternativas para melhor a rede da internet, enquanto a fibra não chega a Oriola.
A última trouxe bons resultados, apesar de menos alguns euros no final do mês.
Estamos as três jornadas do final da Liga portuguesa, com a 32ª jornada a arrancar esta noite (20:15) em Barcelos.
Até logo.
Alvorada do Avô
“Já há bastante tempo que não íamos só os dois caminhar”, constatou o Esperto.
“Verdade, o Luís tinha um compromisso e o Eduardo está adoentando e ficou a recuperar”.
“Assim aproveitaste para dar uma volta um bocadinho maior e sem o Trovão”.
Certo, com direito a um grande plano do Eduardo Sérgio, uma visita à Maria Gisela e uma passagem pela minha rotunda”.
Até logo.
quinta-feira, 11 de maio de 2023
O Avô em Ceroulas
Primeira mão da segunda divisão das Ligas Europeias, com todas as decisões a ficarem reservadas para a última volta antes da final.
Tenho estado a acompanhar com muita atenção a Volta a Itália, na minha opinião, das três provas com 21 etapas, a mais fraca em termos organizativos.
Hoje na cidade de Nápoles, onde partiu e chegou a jornada de hoje, uma viragem cega à direita já nos quilómetros finais, os ciclistas deparavam com uma ilha de tráfego, sem qualquer sinalização, nem nenhum elemento da organização a alertar para o perigo que ali estava.
Foi um verdadeiro milagre não ter caído ninguém, mas só vem reforçar a minha ideia de algum desleixo na segurança dos ciclistas.
Até amanhã.











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