terça-feira, 6 de junho de 2023
Alvorada do Avô
“Então o que aconteceu ao Trovão?”, quis saber o Esperto.
“Hoje não veio porque nesta volta encontramos muitas ovelhas e quando anda à solta ele assusta-as”.
“Amanhã ainda vamos caminhar?”.
“Não, tenho umas coisas para fazer logo de manhã, além de ter que preparar a mala para levar para a Nazaré”.
“Combinado”.
Até logo.
segunda-feira, 5 de junho de 2023
O Avô em Ceroulas
Neste final de tarde, princípio de noite (19:00) estive a ver um grande jogo de futsal.
Que partida, que emoção, onde não há tempo para batotices.
Se em relação ao tempo útil, já percebemos que são as televisões que mandam, porque outras regras não são transportadas para o futebol?
Mistério!
Outro assunto, na sequência do que escrevi esta tarde.
Porque será que os jornalistas quando fazem uma pergunta a um treinador, começam por Mister?
Gostavam que na resposta lhe dissessem: “Jornalista...”.
Vá lá, as pessoas têm nome.
Até amanhã.
O Digestivo do Avô
Sou muito rigoroso na forma como utilizo o português.
Obviamente que cometo erros, tanto quando escrevo, como faço narrações.
Mas ouvir um delegado sindical, de uma grande empresa portuguesa, falar numa situação “alarmosa”, deixa-me arrepiado.
Não basta reivindicar, também é preciso respeitar a língua materna.
Até logo.
Alvorada do Avô
“Impressão minha ou estava mais calor do que nos últimos dias?”, perguntou o Esperto.
“Não tens uma app de Metereologia?”.
“Pois tenho, por vezes nem lembro de que eu tenho aqui tudo. Ora deixa lá ver... Évora hoje com uma máxima de 30 graus”.
“E uma mínima de dezasseis, daí estar mais quente logo de manhã cedo”.
“Mas diz aqui que vem aí a depressão Óscar que vai trazer chuva a partir de quarta-feira”.
“Já vi que vamos apanhar chuva na Nazaré”.
“Quando vamos?”.
“Quinta-feira e bem cedinho”.
Até logo.
domingo, 4 de junho de 2023
O Avô em Ceroulas
Festa no Jamor e vitória do FC Porto (2-0) frente ao SC Braga, com o caneco a ficar para a melhor equipa neste jogo.
Já no Campeonato de Portugal terminou a fase de subida, com Vianense, Lusitânia de Lourosa, Atlético CP e 1º de Dezembro a subirem à Liga 3.
Já há muito tempo que defendo esta alteração no hóquei em patins, que nunca percebi a sua existência.
Porque raio não há um apito do árbitro para autorizar a marcação de livres diretos e penáltis, mas em vez disso um movimento de braços do juiz da partida?
Ainda por cima obrigam os jogadores – quem marca e quem tenta defender – a terem que olhar para o local onde ele se encontra.
Depois dá confusão, como aconteceu hoje na Luz.
Está mais do que na hora de alterar esta regra palerma.
Até amanhã.




































