quarta-feira, 7 de junho de 2023
Alvorada do Avô
“Parece que o Óscar está a chegar”, constatou o Esperto.
“Já deixou estragos na Madeira e nos Açores, vamos lá ver o que acontece por cá”.
“As previsões dão muita chuva para estes três dias”.
“Quer dizer que a Liga dos Campeões de futebol de praia vai começar com jogos molhados”.
“Quase de certeza”.
Até logo.
terça-feira, 6 de junho de 2023
O Avô em Ceroulas
Os professores continuam a fazer greves, um direito que lhes assiste, mesmo que prejudiquem o ensino público em Portugal.
Há pouco ouvia um dirigente sindical a afirmar que os alunos também apoiam as reivindicações.
Grande novidade!
Quando era aluno, a ausência de um professor(a), era uma boa altura para uma jogatana de futebol no pátio.
A única diferença era que eles raramente faltavam e o nível de ensino era bom.
Coisas de outros tempos!
Até amanhã.
O Digestivo do Avô
De vez enquanto chega a gastronomia a este espaço.
Ontem o Ti Clides ofereceu-nos – literalmente à porta – um molho de grelos de nabo.
A Princesa fez hoje um esparregado para o almoço que estava sensacional.
Muito obrigado aos dois.
Uma nota final.
Não tirei uma fotografia e esta é do Google, mas o nosso estava muito melhor.
Até logo.
Alvorada do Avô
“Então o que aconteceu ao Trovão?”, quis saber o Esperto.
“Hoje não veio porque nesta volta encontramos muitas ovelhas e quando anda à solta ele assusta-as”.
“Amanhã ainda vamos caminhar?”.
“Não, tenho umas coisas para fazer logo de manhã, além de ter que preparar a mala para levar para a Nazaré”.
“Combinado”.
Até logo.
segunda-feira, 5 de junho de 2023
O Avô em Ceroulas
Neste final de tarde, princípio de noite (19:00) estive a ver um grande jogo de futsal.
Que partida, que emoção, onde não há tempo para batotices.
Se em relação ao tempo útil, já percebemos que são as televisões que mandam, porque outras regras não são transportadas para o futebol?
Mistério!
Outro assunto, na sequência do que escrevi esta tarde.
Porque será que os jornalistas quando fazem uma pergunta a um treinador, começam por Mister?
Gostavam que na resposta lhe dissessem: “Jornalista...”.
Vá lá, as pessoas têm nome.
Até amanhã.
O Digestivo do Avô
Sou muito rigoroso na forma como utilizo o português.
Obviamente que cometo erros, tanto quando escrevo, como faço narrações.
Mas ouvir um delegado sindical, de uma grande empresa portuguesa, falar numa situação “alarmosa”, deixa-me arrepiado.
Não basta reivindicar, também é preciso respeitar a língua materna.
Até logo.

































