domingo, 27 de janeiro de 2019
Imagens
Dia 2 do Rally de Monte Carlo, Mónaco, com o Citroen de Sebastien Ogier e Julien Ingrassia.
26/01/2019
sábado, 26 de janeiro de 2019
Um olhar alentejano
O que é preciso para se tornar herói num jogo de futebol?
Imaginamos muitos feitos, nos grandes palcos, mas por vezes eles acontecem em jogos de menor impacto.
Aos 27 anos de idade, Will Evans, jogador do Chesterfield, conseguiu num curto espaço de tempo tornar-se na estrela do seu clube.
Tudo aconteceu num encontro em que sua equipa recebeu o Ebbsfleet United, partida da National League, o 5º escalão do futebol inglês.
A formação onde joga Evans estava na zona de descida, enquanto que o seu adversário era o 9º classificado.
Tudo parecia perdido ao intervalo, com o Chesterfield a perder por 0-3, mas os homens da casa conseguiram marcar por duas vezes na segunda parte e relançaram a indecisão no resultado.
Esgotou-se o tempo de jogo e foi já durante o tempo de compensação que o dia mudou para Will Evans.
Marcou o golo de empate aos 90+5, mas no minuto seguinte o guarda-redes da sua equipa cometeu um castigo máximo e foi expulso.
Substituições esgotadas, foi Evans que calçou as luvas para tentar evitar a derrota.
E ao minuto 90+9 defendeu o penalty, marcando esta data na sua memória e na dos adeptos do Chesterfield para sempre.
Imaginamos muitos feitos, nos grandes palcos, mas por vezes eles acontecem em jogos de menor impacto.
Aos 27 anos de idade, Will Evans, jogador do Chesterfield, conseguiu num curto espaço de tempo tornar-se na estrela do seu clube.
Tudo aconteceu num encontro em que sua equipa recebeu o Ebbsfleet United, partida da National League, o 5º escalão do futebol inglês.
A formação onde joga Evans estava na zona de descida, enquanto que o seu adversário era o 9º classificado.
Tudo parecia perdido ao intervalo, com o Chesterfield a perder por 0-3, mas os homens da casa conseguiram marcar por duas vezes na segunda parte e relançaram a indecisão no resultado.
Esgotou-se o tempo de jogo e foi já durante o tempo de compensação que o dia mudou para Will Evans.
Marcou o golo de empate aos 90+5, mas no minuto seguinte o guarda-redes da sua equipa cometeu um castigo máximo e foi expulso.
Substituições esgotadas, foi Evans que calçou as luvas para tentar evitar a derrota.
E ao minuto 90+9 defendeu o penalty, marcando esta data na sua memória e na dos adeptos do Chesterfield para sempre.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
Bohemian Mercury
Ainda ele não tinha terminado, já tinha a certeza que queria trazer a música dos Queen (Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor) ao Tio Jorge.
Partindo de quatro álbuns ao vivo da banda, fundada em Londres em 1970, vou nos próximos dias trazer os temas que fizeram parte desses trabalhos.
Radio Ga Ga
Um olhar alentejano
Durante este mês de janeiro está a jogar-se a 17ª edição da Taça da Ásia em futebol, que decorre nos Emirados Árabes Unidos, uma organização da Confederação Asiática de Futebol.
Pela primeira vez esta competição é discutida por 24 países, que vão lutar por suceder à Austrália que venceu em 2015.
Mas desde quando é que os australianos pertencem ao continente asiático, estarão vocês a perguntar.
Não pertencem, mas era uma reivindicação antiga da federação australiana e desde 2006 - com a autorização da FIFA - que fazem parte desta Confederação cuja sede se situa em Kuala Lumpur, na Malásia.
Trata-se de um país com uma monarquia parlamentarista, cujo rei tem um mandato de cinco anos e vão-se revezando entre as nove casas reais malaias existentes.
Acontece que pela primeira vez - a Malásia tornou-se independente do Reino Unido em 1957 - um rei abdicou após dois anos a ocupar o cargo.
Não se sabe o motivo porque Muhammad V, com 49 anos, abandonou o trono, mas parece ser certo que o nome do monarca seguinte só será conhecido depois de sabermos quem vai suceder à Austrália como vencedor da Taça da Ásia, cuja final se realiza a 1 de fevereiro.
Pela primeira vez esta competição é discutida por 24 países, que vão lutar por suceder à Austrália que venceu em 2015.
Mas desde quando é que os australianos pertencem ao continente asiático, estarão vocês a perguntar.
Não pertencem, mas era uma reivindicação antiga da federação australiana e desde 2006 - com a autorização da FIFA - que fazem parte desta Confederação cuja sede se situa em Kuala Lumpur, na Malásia.
Trata-se de um país com uma monarquia parlamentarista, cujo rei tem um mandato de cinco anos e vão-se revezando entre as nove casas reais malaias existentes.
Acontece que pela primeira vez - a Malásia tornou-se independente do Reino Unido em 1957 - um rei abdicou após dois anos a ocupar o cargo.
Não se sabe o motivo porque Muhammad V, com 49 anos, abandonou o trono, mas parece ser certo que o nome do monarca seguinte só será conhecido depois de sabermos quem vai suceder à Austrália como vencedor da Taça da Ásia, cuja final se realiza a 1 de fevereiro.
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