O concelho de Portel passou hoje pelo Olhá Festa da SIC.
Para quem não viu, recupere aqui esses minutos.
Clique aqui ... https://sicnoticias.pt/programas/olha-festa/2020-08-07-Olha-Festa-em-Portel
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sexta-feira, 7 de agosto de 2020
domingo, 9 de fevereiro de 2020
UM OLHAR ALENTEJANO
Quem me conhece bem, sabe que eu não gosto de perder.
Mas, acima de tudo, valeu pela experiência.
Há umas semanas atrás falei por aqui numa novidade onde eu ia participar.
Como havia um dever de sigilo, não pode divulgar do que se tratava.
Tratou-se da minha participação no concurso da TVI, Mental Samurai.
Não ganhei nada - como é habitual nas minhas várias participações em concursos, mas tive a oportunidade de conhecer a EVA que está nos arredores de Madrid.
Sem dúvida uma dia bem passado.
Se quiser ver a minha - desastrada - atuação cliquem no link ...
Mental Samurai - 8 de fevereiro de 2020 | Mental Samurai | TVI Player:
Mas, acima de tudo, valeu pela experiência.
Há umas semanas atrás falei por aqui numa novidade onde eu ia participar.
Como havia um dever de sigilo, não pode divulgar do que se tratava.
Tratou-se da minha participação no concurso da TVI, Mental Samurai.
Não ganhei nada - como é habitual nas minhas várias participações em concursos, mas tive a oportunidade de conhecer a EVA que está nos arredores de Madrid.
Sem dúvida uma dia bem passado.
Se quiser ver a minha - desastrada - atuação cliquem no link ...
Mental Samurai - 8 de fevereiro de 2020 | Mental Samurai | TVI Player:
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Olhar alentejano
As conversas são como as cerejas, diz o povo.
Ontem ao balcão do Café Central de Viana do Alentejo, falava-se de futebol.
Começámos pela Taça eborense, passámos para o grande derby lisboeta e chegámos - não sei bem porquê - aos jogos debaixo de chuva.
Aí contei a história daquele relato entre o Sporting e o Benfica em que se os leões vencessem eram campeões.
Para a Radio Iris, eu e o meu amigo Hélio Justino, mais todos os que estavam na esplanada do velhinho Jose de Alvalade, sofremos com noventa minutos de um jogo intenso e de uma monumental chuvada que só terminou, imediatamente, a seguir ao apito do árbitro.
O Benfica venceu (0-1, golo de Sabry) e o Sporting adiou por uma semana o título, fazendo a festa em Paranhos, frente ao Salgueiros.
Foi a última vez que o verde-e-brancos foram campeões nacionais.
A conversa terminou com a dúvida sobre a data deste jogo.
Foi a 6 de maio de 2000, já lá vão 19 anos.
Ontem ao balcão do Café Central de Viana do Alentejo, falava-se de futebol.
Começámos pela Taça eborense, passámos para o grande derby lisboeta e chegámos - não sei bem porquê - aos jogos debaixo de chuva.
Aí contei a história daquele relato entre o Sporting e o Benfica em que se os leões vencessem eram campeões.
Para a Radio Iris, eu e o meu amigo Hélio Justino, mais todos os que estavam na esplanada do velhinho Jose de Alvalade, sofremos com noventa minutos de um jogo intenso e de uma monumental chuvada que só terminou, imediatamente, a seguir ao apito do árbitro.
O Benfica venceu (0-1, golo de Sabry) e o Sporting adiou por uma semana o título, fazendo a festa em Paranhos, frente ao Salgueiros.
Foi a última vez que o verde-e-brancos foram campeões nacionais.
A conversa terminou com a dúvida sobre a data deste jogo.
Foi a 6 de maio de 2000, já lá vão 19 anos.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Olhar alentejano
As datas servem mesmo para isto.
Para as recordarmos.
Nem sempre pelos melhores motivos, mas lá ficam elas registadas no calendário da nossa vida.
Há um ano rumei a Cabeça de Carneiro, com o Pizzi e o carro cheio de tralhas.
Foi o primeiro dia desta aventura que tinha começada poucos meses antes.
O risco era grande, mas como diz o ditado "quem não arrisca, não petisca".
Para já as coisas estão a andar e a Operação Oriola está em marcha.
Já queríamos lá estar, mas as burocracias deste país são assim.
Papéis, papéis e mais papéis rumo à nossa futura habitação, pequena, mas com muito Amor.
O ano vinte, vinte, vai ser o início de um novo ciclo.
Para as recordarmos.
Nem sempre pelos melhores motivos, mas lá ficam elas registadas no calendário da nossa vida.
Há um ano rumei a Cabeça de Carneiro, com o Pizzi e o carro cheio de tralhas.
Foi o primeiro dia desta aventura que tinha começada poucos meses antes.
O risco era grande, mas como diz o ditado "quem não arrisca, não petisca".
Para já as coisas estão a andar e a Operação Oriola está em marcha.
Já queríamos lá estar, mas as burocracias deste país são assim.
Papéis, papéis e mais papéis rumo à nossa futura habitação, pequena, mas com muito Amor.
O ano vinte, vinte, vai ser o início de um novo ciclo.
sábado, 7 de setembro de 2019
Olhar alentejano
A esmagadora maioria das pessoas que nos conhecem, já sabem que em breve vamos morar, definitivamente, para Oriola.
Gostamos de estar em Viana, mas não há nada como a nossa casa.
A Princesa descobriu no site do National Geographic Portugal uma foto espetacular e um pequeno texto que vou transcrever com a devida vénia aos autores.
Gostamos de estar em Viana, mas não há nada como a nossa casa.
A Princesa descobriu no site do National Geographic Portugal uma foto espetacular e um pequeno texto que vou transcrever com a devida vénia aos autores.
Ponte que aparece e desaparece
O fotógrafo Miguel Pereira, de Setúbal, procura nos vestígios do Portugal desaparecido a inspiração para imagens que inspirem curiosidade.
Descobriu que esta ponte romana de Oriola, em Portel, desaparece sempre que as águas da barragem do Alvito sobem no Inverno. “Foi só uma questão de aguardar pelo momento oportuno, um período de pouca pluviosidade, para tentar mostrar esta beleza do passado que desaparece de vista periodicamente”, conta.
Descobriu que esta ponte romana de Oriola, em Portel, desaparece sempre que as águas da barragem do Alvito sobem no Inverno. “Foi só uma questão de aguardar pelo momento oportuno, um período de pouca pluviosidade, para tentar mostrar esta beleza do passado que desaparece de vista periodicamente”, conta.

terça-feira, 3 de setembro de 2019
Olhar alentejano
Os meus amigos sportinguistas e portistas sabem que isto é verdade.
Eu nunca escrevo uma linha quando Sporting e FC Porto têm um mau resultado ou atravessam um momento difícil.
É muito fácil bater em alguém quando ele está caído!
Mas este despedimento do Marcel Keizer deixa-me a pensar.
Porquê?
No final da época foi elogiado - pela Direção - pelas conquistas da Taças da Liga e de Portugal.
A pré-época não foi boa, seguiu-se a derrota na Supertaça com o Benfica, mas na Liga, principal objetivo do clube, estava há uma jornada atrás no 1º lugar.
Uma derrota em casa com o Rio Ave é motivo para despedimento?
No mínimo estranho.
Amigos sportinguista, nem sempre ir buscar um treinador à formação do clube dá resultados.
Aconteceu com Bruno Lage.
Até pode acontecer com Leonel Pontes.
Mas não é esta estabilidade que o Sporting Clube de Portugal precisa!
Eu nunca escrevo uma linha quando Sporting e FC Porto têm um mau resultado ou atravessam um momento difícil.
É muito fácil bater em alguém quando ele está caído!
Mas este despedimento do Marcel Keizer deixa-me a pensar.
Porquê?
No final da época foi elogiado - pela Direção - pelas conquistas da Taças da Liga e de Portugal.
A pré-época não foi boa, seguiu-se a derrota na Supertaça com o Benfica, mas na Liga, principal objetivo do clube, estava há uma jornada atrás no 1º lugar.
Uma derrota em casa com o Rio Ave é motivo para despedimento?
No mínimo estranho.
Amigos sportinguista, nem sempre ir buscar um treinador à formação do clube dá resultados.
Aconteceu com Bruno Lage.
Até pode acontecer com Leonel Pontes.
Mas não é esta estabilidade que o Sporting Clube de Portugal precisa!
domingo, 18 de agosto de 2019
Um olhar alentejano
Arrancou no primeiro dia de agosto o Canal 11.
Já dava que falar antes de arrancar, mas agora que já está no ar a controvérsia continua.
O 11 é propriedade da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que teria, na ideia inicial, o intuito de propagandear todas as modalidades na égide da FPF.
Acontece que, além de divulgar as suas modalidades - futebol, futebol de praia e futsal - já está a fazer concorrência a outros canais, nomeadamente à Bola TV.
O seu diretor, Vítor Serpa já veio mostrar a indignação nas páginas do jornal, referindo que "Ou o 11 não conseguiu evitar a tentação do desvio para a comercialização, ou escondeu a verdade e foi pensado mesmo assim".
Compreendo a reclamação de Vítor Serpa, até a compreendo, mas não deixa de ser um castigo merecido.
Quando há semanas eu reclamava por aqui que A Bola nem uma linha escrevia sobre o futebol de praia, provavelmente vai agora começar a tentar transmitir jogos no seu canal.
Pois é senhor Vitor Serpa, temos pena!
Já dava que falar antes de arrancar, mas agora que já está no ar a controvérsia continua.
O 11 é propriedade da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que teria, na ideia inicial, o intuito de propagandear todas as modalidades na égide da FPF.
Acontece que, além de divulgar as suas modalidades - futebol, futebol de praia e futsal - já está a fazer concorrência a outros canais, nomeadamente à Bola TV.
O seu diretor, Vítor Serpa já veio mostrar a indignação nas páginas do jornal, referindo que "Ou o 11 não conseguiu evitar a tentação do desvio para a comercialização, ou escondeu a verdade e foi pensado mesmo assim".
Compreendo a reclamação de Vítor Serpa, até a compreendo, mas não deixa de ser um castigo merecido.
Quando há semanas eu reclamava por aqui que A Bola nem uma linha escrevia sobre o futebol de praia, provavelmente vai agora começar a tentar transmitir jogos no seu canal.
Pois é senhor Vitor Serpa, temos pena!
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Um olhar alentejano
Já escrevi isto no Tio Jorge muito vezes.
Sou sempre a favor das greves, quando as reivindicações são no âmbito das condições de trabalho.
Disto isto, compreendo esta greve dos camionistas, apesar de achar - uma opinião pessoal - que o acessor jurídico de um dos sindicatos é um oportunista.
Vamos ver se o futuro me desmente.
O que nunca compreendi - em qualquer greve - e já o repeti, também, várias vezes, é a necessidade de um piquete de greve.
Para que serve?
Apenas para pressionar os que não querem fazer greve.
Vamos ao ridículo.
Se existe um piquete a favor da greve, não podia haver um piquete anti-greve?
Os sindicatos queixam-se que os patrões pressionam os trabalhadores para virem trabalhar.
É muito diferente a coação que os piquetes fazem sobre os que não querem fazer greve?
A greve é um direito fundamental.
Mas também é uma opção pessoal.
Sou sempre a favor das greves, quando as reivindicações são no âmbito das condições de trabalho.
Disto isto, compreendo esta greve dos camionistas, apesar de achar - uma opinião pessoal - que o acessor jurídico de um dos sindicatos é um oportunista.
Vamos ver se o futuro me desmente.
O que nunca compreendi - em qualquer greve - e já o repeti, também, várias vezes, é a necessidade de um piquete de greve.
Para que serve?
Apenas para pressionar os que não querem fazer greve.
Vamos ao ridículo.
Se existe um piquete a favor da greve, não podia haver um piquete anti-greve?
Os sindicatos queixam-se que os patrões pressionam os trabalhadores para virem trabalhar.
É muito diferente a coação que os piquetes fazem sobre os que não querem fazer greve?
A greve é um direito fundamental.
Mas também é uma opção pessoal.
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Um olhar alentejano
Felizmente as coisas boas que me aconteceram na Volta foram bem superiores às negativas.
Além do reforçar de amizades antigas e conhecimento de outras novas, a caravana do ciclismo é algo que não se explica, sente-se.
Estava a aqui a falar de muitas histórias - escrevo tanto, como falo - mas o último dia é o reflexo do espírito que prolifera nesta modalidade.
Em frente à maravilhosa Câmara Municipal do Porto, no final do contrarrelógio, eu procurava falar com o Joni Brandão.
Quando o encontrámos, eu e o Rui Porto Nunes - ator que fazia trabalho para o Facebook da Volta - fomos atrás dele, juntamente com um elemento da organização e outro da Efapel.
Entretanto já tinham fechado o acesso ao pódio, pelo que passamos pelo meio das muitas centenas de pessoas que se aglomeravam na zona.
Chegados perto, as barreiras bloquearam-nos o caminho - ainda fiz uma entrevista com um adepto portista pelo caminho - pelo que solução era paassar por cima.
Quando chegou à minha vez, logo alguém ao meu lado de ofereceu para segurar no meu bloco e iPad e ajudou-me para ser mais fácil o salto.
Lá chegámos ao local que pretendíamos, pois felizmente o senhor Davide não estava à vista.
Foi uma Volta espetacular, que terminou com uma enorme festa.
Para o ano há mais!
Além do reforçar de amizades antigas e conhecimento de outras novas, a caravana do ciclismo é algo que não se explica, sente-se.
Estava a aqui a falar de muitas histórias - escrevo tanto, como falo - mas o último dia é o reflexo do espírito que prolifera nesta modalidade.
Em frente à maravilhosa Câmara Municipal do Porto, no final do contrarrelógio, eu procurava falar com o Joni Brandão.
Quando o encontrámos, eu e o Rui Porto Nunes - ator que fazia trabalho para o Facebook da Volta - fomos atrás dele, juntamente com um elemento da organização e outro da Efapel.
Entretanto já tinham fechado o acesso ao pódio, pelo que passamos pelo meio das muitas centenas de pessoas que se aglomeravam na zona.
Chegados perto, as barreiras bloquearam-nos o caminho - ainda fiz uma entrevista com um adepto portista pelo caminho - pelo que solução era paassar por cima.
Quando chegou à minha vez, logo alguém ao meu lado de ofereceu para segurar no meu bloco e iPad e ajudou-me para ser mais fácil o salto.
Lá chegámos ao local que pretendíamos, pois felizmente o senhor Davide não estava à vista.
Foi uma Volta espetacular, que terminou com uma enorme festa.
Para o ano há mais!
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Um olhar alentejano
Vamos lá a um pequeno balanço sobre a minha presença na 81ª Volta a Portugal em bicicleta.
Hoje vou escrever sobre o lado negativo, felizmente resumido a uma pessoa, da organização, que tem nome: Davide Pereira.
Chegada à Torre, João Rodrigues ganha a etapa e não pára a seguir à meta, como é habitual.
Continua a pedalar, eu e o Horácio (Antena 1) seguimos atrás dele, até ao ponto onde ele entra para a área onde é feito o flash-interview.
O senhor que referi, empurra-me e não me deixa falar com o João, que teve mais de 20 minutos até falar para a RTP.
No final justificou-se dizendo que havia um acordo que não permitia que os ciclistas falassem antes de o fazerem para a televisão pública.
Mentira, pois todos os dias isso aconteceu, antes e depois deste dia.
Chegada à Santa Quitéria, o senhor tem o resumo das classificações finais na mão, peço-lhe, educadamente, que me deixe consultar, ao que ele me responde "Está errada!".
Acedi depois a uma classificação idêntica, que confrontei com o comunicado oficial, não tendo havido qualquer alteração.
Há pessoas que não têm mínima sensibilidade para o trabalho das rádios, nomeadamente as locais, além de mentirem quando lhes dá jeito.
Na minha opinião deviam ver a Volta no sofá.
Hoje vou escrever sobre o lado negativo, felizmente resumido a uma pessoa, da organização, que tem nome: Davide Pereira.
Chegada à Torre, João Rodrigues ganha a etapa e não pára a seguir à meta, como é habitual.
Continua a pedalar, eu e o Horácio (Antena 1) seguimos atrás dele, até ao ponto onde ele entra para a área onde é feito o flash-interview.
O senhor que referi, empurra-me e não me deixa falar com o João, que teve mais de 20 minutos até falar para a RTP.
No final justificou-se dizendo que havia um acordo que não permitia que os ciclistas falassem antes de o fazerem para a televisão pública.
Mentira, pois todos os dias isso aconteceu, antes e depois deste dia.
Chegada à Santa Quitéria, o senhor tem o resumo das classificações finais na mão, peço-lhe, educadamente, que me deixe consultar, ao que ele me responde "Está errada!".
Acedi depois a uma classificação idêntica, que confrontei com o comunicado oficial, não tendo havido qualquer alteração.
Há pessoas que não têm mínima sensibilidade para o trabalho das rádios, nomeadamente as locais, além de mentirem quando lhes dá jeito.
Na minha opinião deviam ver a Volta no sofá.
sexta-feira, 26 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Vou recordar o que escrevi há dias.
O futebol de praia português é a segunda modalidade com mais títulos mundiais - dois - só atrás do hóquei em patins.
Quer saber mais: 6 Mundialitos, 7 Taças da Europa, 5 Ligas Europeias e 1 Copa Latina.
Infelizmente vou ter voltar a dar para este peditório.
Há pouco tempo foram enormes as criticas porque um qualquer jogo de futebol da seleção portuguesa não foi transmitido na televisão pública.
E onde está agora o nosso espírito critico?
Portugal está a discutir o apuramento para o Mundial em Moscovo.
Nos três orgão de comunicação social que acompanho diariamente - RTP, SIC Notícias e A Bola - bola!
Nada!
Imaginem o que era a RTP não transmitir um jogo da seleção nacional de futebol de apuramento para o Mundial?
Eu que não gosto de praia, mas que gosto do futebol jogado por lá, não consigo perceber este critério editorial.
Sou só eu que penso assim?
O futebol de praia português é a segunda modalidade com mais títulos mundiais - dois - só atrás do hóquei em patins.
Quer saber mais: 6 Mundialitos, 7 Taças da Europa, 5 Ligas Europeias e 1 Copa Latina.
Infelizmente vou ter voltar a dar para este peditório.
Há pouco tempo foram enormes as criticas porque um qualquer jogo de futebol da seleção portuguesa não foi transmitido na televisão pública.
E onde está agora o nosso espírito critico?
Portugal está a discutir o apuramento para o Mundial em Moscovo.
Nos três orgão de comunicação social que acompanho diariamente - RTP, SIC Notícias e A Bola - bola!
Nada!
Imaginem o que era a RTP não transmitir um jogo da seleção nacional de futebol de apuramento para o Mundial?
Eu que não gosto de praia, mas que gosto do futebol jogado por lá, não consigo perceber este critério editorial.
Sou só eu que penso assim?
quinta-feira, 25 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Há assuntos que evito escrever.
Um deles é a política.
Porque é um meio onde vale tudo, onde hoje eu digo uma coisa, amanhã digo o contrário, mas não importa nada, porque, dizem os políticos, tem a ver com o contexto.
Há minutos ouvia o excerto de uma entrevista de Rui Rui à novel Rádio Observador.
Explicava o líder do PSD que a luta por um lugar na lista de candidatos às legislativas era muita complicada.
Referia que as pessoas ficam muito aborrecidas por serem o quarto de uma lista, em vez de terceiro.
Depois deu o seu exemplo, explicando que é o segundo pelo Porto, não estando nada preocupado em não ser o primeiro.
Grande avaria!
O distrito do Porto elege 39 deputados e em 2015 o PSD, aliado com o CDS, elegeu 17.
Para ser coerente com este discurso, em que ser 4º ou 5º não tem importância, gostava de ver o Rio a colocar-se em 12º lugar na lista ao distrito do Porto.
Se o fizesse, ja tinha moral para fazer esta critica.
Um deles é a política.
Porque é um meio onde vale tudo, onde hoje eu digo uma coisa, amanhã digo o contrário, mas não importa nada, porque, dizem os políticos, tem a ver com o contexto.
Há minutos ouvia o excerto de uma entrevista de Rui Rui à novel Rádio Observador.
Explicava o líder do PSD que a luta por um lugar na lista de candidatos às legislativas era muita complicada.
Referia que as pessoas ficam muito aborrecidas por serem o quarto de uma lista, em vez de terceiro.
Depois deu o seu exemplo, explicando que é o segundo pelo Porto, não estando nada preocupado em não ser o primeiro.
Grande avaria!
O distrito do Porto elege 39 deputados e em 2015 o PSD, aliado com o CDS, elegeu 17.
Para ser coerente com este discurso, em que ser 4º ou 5º não tem importância, gostava de ver o Rio a colocar-se em 12º lugar na lista ao distrito do Porto.
Se o fizesse, ja tinha moral para fazer esta critica.
terça-feira, 23 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Por vezes acontecem estas coincidências.
Em 1929 um navio de pavilhão norueguês encalhou numa zona da praia de Santa Cruz.
Por esse motivo, essa zona do areal ganhou o nome de praia do Navio.
Hoje deparei com a notícia que essa praia está a interdita a banhos por terem surgidos destroços, tudo indica, do mesmo navio.
Parece que acordou ao fim de noventa anos!
Como têm acompanhado aqui no Tio Jorge, Portugal está a discutir a fase europeia de apuramento para o Mundial de futebol de praia, que se vai disputar em novembro no Paraguai.
Um fórmula de apuramento - de onde vão sair 5 seleções - no mínimo, curiosa.
A seleção nacional ganhou o seu grupo, hoje eliminou a Lituânia nos oitavos, mas amanhã volta integrar um dos dois grupos de 4 seleções.
Serão apurados os dois primeiros e os terceiros realizam um jogo a eliminar.
Inovações à parte, com o patrocínio da areia, queremos é Portugal apurado para a terra do Tacuara Cardozo.
Em 1929 um navio de pavilhão norueguês encalhou numa zona da praia de Santa Cruz.
Por esse motivo, essa zona do areal ganhou o nome de praia do Navio.
Hoje deparei com a notícia que essa praia está a interdita a banhos por terem surgidos destroços, tudo indica, do mesmo navio.
Parece que acordou ao fim de noventa anos!
Como têm acompanhado aqui no Tio Jorge, Portugal está a discutir a fase europeia de apuramento para o Mundial de futebol de praia, que se vai disputar em novembro no Paraguai.
Um fórmula de apuramento - de onde vão sair 5 seleções - no mínimo, curiosa.
A seleção nacional ganhou o seu grupo, hoje eliminou a Lituânia nos oitavos, mas amanhã volta integrar um dos dois grupos de 4 seleções.
Serão apurados os dois primeiros e os terceiros realizam um jogo a eliminar.
Inovações à parte, com o patrocínio da areia, queremos é Portugal apurado para a terra do Tacuara Cardozo.
domingo, 21 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Acho que todos nós temos admiração pelo trabalho de alguns daqueles que nos surgem na televisão.
Um dos jornalistas de que mais gosto é o Carlos Daniel da RTP.
Curiosamente, era ele que fazia o pivot, quando surgiu aquele grave erro que aqui contei, neste espaço, na passada sexta-feira.
Apesar de não nos conhecermos, ele faz parte dos meus amigos do FB, pelo que lhe enviei uma mensagem particular sobre esse acontecimento.
Para meu espanto, o Carlos respondeu-me minutos depois de terminar o Jornal da Tarde, mostrando a sua incredulidade perante tamanho lapso.
Agradeceu-me a minha informação, explicando, como é óbvio, que não consegue acompanhar toda a informação que é transmitida, pedido-me que sempre que me aperceba de erros que lhe faça chegar.
Se já tinha admiração pelo Carlos, ela ficou reforçada por esta humildade perante esta situação.
Ficou combinada a possibilidade de nos conhecermos pessoalmente durante a Volta a Portugal.
Vamos ver se será possível.
Um dos jornalistas de que mais gosto é o Carlos Daniel da RTP.
Curiosamente, era ele que fazia o pivot, quando surgiu aquele grave erro que aqui contei, neste espaço, na passada sexta-feira.
Apesar de não nos conhecermos, ele faz parte dos meus amigos do FB, pelo que lhe enviei uma mensagem particular sobre esse acontecimento.
Para meu espanto, o Carlos respondeu-me minutos depois de terminar o Jornal da Tarde, mostrando a sua incredulidade perante tamanho lapso.
Agradeceu-me a minha informação, explicando, como é óbvio, que não consegue acompanhar toda a informação que é transmitida, pedido-me que sempre que me aperceba de erros que lhe faça chegar.
Se já tinha admiração pelo Carlos, ela ficou reforçada por esta humildade perante esta situação.
Ficou combinada a possibilidade de nos conhecermos pessoalmente durante a Volta a Portugal.
Vamos ver se será possível.
sexta-feira, 19 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Se querem a minha opinião, até acho uma brincadeira.
Os pobres dos deputados, no último dia antes de ferias, têm 170 diplomas para aprovar.
Pobrezinhos, até entraram às 9 da manhã, que martírio.
Um bocadinho mais a sério.
Eles que apregoam serem os representantes dos cidadãos - e deveriam ser - não está na altura de fazer a vontade aos que os elegem?
Reduzir o número de deputados - atualmente 250 - para algo perto da nossa realidade.
E porque não acontece?
Só porque que eles não deixam!
Já não é a primeira vez que me deparo com isto.
Nos Jornais da RTP1 darem notícias perfeitamente desatualizadas, mas desta vez exageraram.
João Sousa venceu ontem, ao início da tarde na Suécia, o tenista local Elias Ymer.
Hoje, no Jornal da Tarde, passaram um resumo do jogo, integrando uma entrevista com o português, afirmando que a vitória foi hoje!
Mais grave ainda, é que a essa hora João Sousa até já tinha sido eliminado pelo argentino Federico Delbonis.
Nos dias de hoje, em que a informação chega na hora, isto não tem justificação.
Utilizar notícias do dia anterior dá nestes disparates!
Os pobres dos deputados, no último dia antes de ferias, têm 170 diplomas para aprovar.
Pobrezinhos, até entraram às 9 da manhã, que martírio.
Um bocadinho mais a sério.
Eles que apregoam serem os representantes dos cidadãos - e deveriam ser - não está na altura de fazer a vontade aos que os elegem?
Reduzir o número de deputados - atualmente 250 - para algo perto da nossa realidade.
E porque não acontece?
Só porque que eles não deixam!
Já não é a primeira vez que me deparo com isto.
Nos Jornais da RTP1 darem notícias perfeitamente desatualizadas, mas desta vez exageraram.
João Sousa venceu ontem, ao início da tarde na Suécia, o tenista local Elias Ymer.
Hoje, no Jornal da Tarde, passaram um resumo do jogo, integrando uma entrevista com o português, afirmando que a vitória foi hoje!
Mais grave ainda, é que a essa hora João Sousa até já tinha sido eliminado pelo argentino Federico Delbonis.
Nos dias de hoje, em que a informação chega na hora, isto não tem justificação.
Utilizar notícias do dia anterior dá nestes disparates!
terça-feira, 16 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Andei por aqui a fazer uma investigação, mas não consegui descobrir a primeira vez que acompanhei, na estrada, o Troféu Joaquim Agostinho.
Mas deverá ter sido a 15ª vez.
A prova nasceu em 1978 com o nome de Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras.
Em maio de 1984 faleceu Joaquim Agostinho e a prova passou a ficar conhecida com o nome do malogrado ciclista.
Curiosamente, na partida da Atouguia da Baleia, este ano, um senhor espanhol, que fez questão de me dizer que era "basco e não espanhol", veio-me perguntar como tinha falecido o Joaquim Agostinho.
Lá expliquei ao senhor, mas não lhe disse esta prova tem uma característica muita própria.
A organização, ininterrupta desde a 1ª edição, mantém o seu caráter familiar.
Como eu falava como algumas pessoas, na maioria dos casos nem sabemos os nomes uns dos outros, mas a forma como somos tratados é uma maravilha.
Para terminar um grande abraço para o meu Amigo Zé Maurício.
A sua colaboração ao volante durante a prova é extraordinária, colhendo todos os atalhos e bons restaurantes.
Obrigado Zé!
Mas deverá ter sido a 15ª vez.
A prova nasceu em 1978 com o nome de Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras.
Em maio de 1984 faleceu Joaquim Agostinho e a prova passou a ficar conhecida com o nome do malogrado ciclista.
Curiosamente, na partida da Atouguia da Baleia, este ano, um senhor espanhol, que fez questão de me dizer que era "basco e não espanhol", veio-me perguntar como tinha falecido o Joaquim Agostinho.
Lá expliquei ao senhor, mas não lhe disse esta prova tem uma característica muita própria.
A organização, ininterrupta desde a 1ª edição, mantém o seu caráter familiar.
Como eu falava como algumas pessoas, na maioria dos casos nem sabemos os nomes uns dos outros, mas a forma como somos tratados é uma maravilha.
Para terminar um grande abraço para o meu Amigo Zé Maurício.
A sua colaboração ao volante durante a prova é extraordinária, colhendo todos os atalhos e bons restaurantes.
Obrigado Zé!
terça-feira, 9 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Obviamente que tento dar sempre o melhor de mim, quando tenho que fazer uma narração.
Mas fazer quase doze horas diárias em contínuo, para um canal de televisão - Eleven Sports - trouxe uma responsabilidade acrescida.
Apesar de não se conseguir agradar a todos, penso que me desenrasquei bem.
Cada narrador tenta adotar o seu estilo - nunca escondi as influência do saudoso Jorge Perestrelo - e eu tenho o meu.
Quem não é o melhor, nem o pior, é o meu!
No final do último jogo da maratona de vinte seis, perguntava eu ao Rui "Como é que consegui fazer isto em 2018, exceto os três jogos de Portugal, sozinho?", nessa altura para plataforma do Nazaré Beachs Events.
Tenho a certeza que este ano foi muito melhor, pois a colaboração do Rui Delgado foi extraordinária.
Começamos este dueto na Liga dos Campeões, que se foi aperfeiçoando, atingindo a maturidade nesta edição da Liga Europeia, a primeira etapa masculina deste ano e a 4ª edição feminina.
E o que o Rui sabe de futebol de praia?
Inacreditável!
Não sei se farei de novo este tipo de trabalho, terminei esgotado, mas com a sensação do dever cumprido.
Mas fazer quase doze horas diárias em contínuo, para um canal de televisão - Eleven Sports - trouxe uma responsabilidade acrescida.
Apesar de não se conseguir agradar a todos, penso que me desenrasquei bem.
Cada narrador tenta adotar o seu estilo - nunca escondi as influência do saudoso Jorge Perestrelo - e eu tenho o meu.
Quem não é o melhor, nem o pior, é o meu!
No final do último jogo da maratona de vinte seis, perguntava eu ao Rui "Como é que consegui fazer isto em 2018, exceto os três jogos de Portugal, sozinho?", nessa altura para plataforma do Nazaré Beachs Events.
Tenho a certeza que este ano foi muito melhor, pois a colaboração do Rui Delgado foi extraordinária.
Começamos este dueto na Liga dos Campeões, que se foi aperfeiçoando, atingindo a maturidade nesta edição da Liga Europeia, a primeira etapa masculina deste ano e a 4ª edição feminina.
E o que o Rui sabe de futebol de praia?
Inacreditável!
Não sei se farei de novo este tipo de trabalho, terminei esgotado, mas com a sensação do dever cumprido.
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Um olhar alentejano
A ideia nasceu na cabeça do Nuno Inácio.
"Agora que estás no Alentejo, podias escrever qualquer e depois passava na Rádio Voz de Alenquer".
Primeiro disse que ia pensar, sendo que umas semanas depois lá aceitei,
Comecei a escrever a 1 de outubro e os primeiros textos foram ouvidos no dia seis.
Precisamente dez meses, depois chegam os últimos, para divulgação na Rádio.
Foi uma experiência engraçada onde procurei falar de tudo sem ofender ninguém.
Privilegiei a boa disposição, porque desgraças já chega aquelas que a CMTV apresenta a toda a hora.
Critiquei o Trump e o Bolsonaro, ri-me dos disparates deles e até fiquei com pena da Theresa May.
Trouxe estudos de opinião, exprimi as minhas ideias, falei de algumas das minhas atividade e elogiei o Alentejo e os seus habitantes.
Como dizia o Pedro Santana Lopes, eu vou continuar a andar por aí, escrevendo quando me apetece neste espaço, sem a exigência do formato diário.
Quanto ao auditório da Rádio Voz de Alenquer, agradeço a vossa paciência e, usando uma frase imortalizada pelo grande Raul Solnado, "Façam o favor de ser felizes".
"Agora que estás no Alentejo, podias escrever qualquer e depois passava na Rádio Voz de Alenquer".
Primeiro disse que ia pensar, sendo que umas semanas depois lá aceitei,
Comecei a escrever a 1 de outubro e os primeiros textos foram ouvidos no dia seis.
Precisamente dez meses, depois chegam os últimos, para divulgação na Rádio.
Foi uma experiência engraçada onde procurei falar de tudo sem ofender ninguém.
Privilegiei a boa disposição, porque desgraças já chega aquelas que a CMTV apresenta a toda a hora.
Critiquei o Trump e o Bolsonaro, ri-me dos disparates deles e até fiquei com pena da Theresa May.
Trouxe estudos de opinião, exprimi as minhas ideias, falei de algumas das minhas atividade e elogiei o Alentejo e os seus habitantes.
Como dizia o Pedro Santana Lopes, eu vou continuar a andar por aí, escrevendo quando me apetece neste espaço, sem a exigência do formato diário.
Quanto ao auditório da Rádio Voz de Alenquer, agradeço a vossa paciência e, usando uma frase imortalizada pelo grande Raul Solnado, "Façam o favor de ser felizes".
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Estava a preparar um post sobre o Grande Prémio Jornal de Notícias em ciclismo, que decorreu no início de junho, quando descobri que uma etapa tinha terminado no alto do Santuário de Nossa Senhora da Assunção.
Imediatamente, recordei-me da Volta a Portugal em 2017, onde a 7ª etapa terminou neste local magnífico, sobranceiro a Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.
Estávamos no dia 12 de agosto, eu e o Miguel Guarda, na cobertura para a ARIC, fomos à partida em Lousada e seguimos de imediato para o local de chegada para prepararmos o trabalho desse dia, no nosso estúdio móvel montado na reta da meta.
Chegados à ascensão final fomos barrados pela GNR.
Com o carro perfeitamente credenciado e identificado, a sinalética do agente era negativa.
Sai do carro e expliquei-lhe que queríamos passar.
"Ninguém passa por aqui!", afirmou, roçando a arrogância.
Insisti, voltei a explicar, olhei-lhe para os ombros, tentado perceber a graduação, e, já aborrecido, pedi-lhe para falar com o superior hierárquico.
Deve ter percebido que eu não ia desistir e lá fez uns contactos, via telemóvel.
Depois de vários minutos, contrariado, lá desviou as baias.
Nesse dia venceu o António Barbio, um jovem com raízes no concelho de Alenquer.
Acho que ele teve sorte em termos chegado mais cedo, pois tal a maneira decidida como o senhor agente bloqueava a estrada, nem os ciclistas passariam.
Imediatamente, recordei-me da Volta a Portugal em 2017, onde a 7ª etapa terminou neste local magnífico, sobranceiro a Santo Tirso, na freguesia de Monte Córdova.
Estávamos no dia 12 de agosto, eu e o Miguel Guarda, na cobertura para a ARIC, fomos à partida em Lousada e seguimos de imediato para o local de chegada para prepararmos o trabalho desse dia, no nosso estúdio móvel montado na reta da meta.
Chegados à ascensão final fomos barrados pela GNR.
Com o carro perfeitamente credenciado e identificado, a sinalética do agente era negativa.
Sai do carro e expliquei-lhe que queríamos passar.
"Ninguém passa por aqui!", afirmou, roçando a arrogância.
Insisti, voltei a explicar, olhei-lhe para os ombros, tentado perceber a graduação, e, já aborrecido, pedi-lhe para falar com o superior hierárquico.
Deve ter percebido que eu não ia desistir e lá fez uns contactos, via telemóvel.
Depois de vários minutos, contrariado, lá desviou as baias.
Nesse dia venceu o António Barbio, um jovem com raízes no concelho de Alenquer.
Acho que ele teve sorte em termos chegado mais cedo, pois tal a maneira decidida como o senhor agente bloqueava a estrada, nem os ciclistas passariam.
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Um olhar alentejano
Deparei há dias com um Editorial de A Bola, assinado por José Manuel Delgado, que achei muito importante e trago aqui.
Pela primeira vez dos últimos 19 anos, o ranking elaborado pela revista Forbes, com os desportistas mais bem pagos no Mundo, tem três futebolistas no pódio.
Lionel Messi é o primeiro (112,2 milhões por ano), seguido de Cristiano Ronaldo (96,3) e Neymar (92,7).
Seguem-se nos 10 primeiros, o pugilista mexicano Saúl Alvarez (83), o tenista Roger Federer (82,3), Russel Williams (79) e Aaron Rodgers (78,8), dois jogadores de futebol americano, e os basquetebolistas Steph Curry (70,4) e Kevin Durant (57,7).
Depois de doze anos de liderança do golfista Tiger Woods e quatro do pugilista Floyd Mayweather, seguiu-se nos dois anos seguintes Cristiano Ronaldo, sendo que o ano em análise marca uma nova dimensão do futebol, que deixou de ser apenas o desporto mais popular do mundo, para ser, também, aquele que envolve maiores verbas.
Como refere José Manuel Delgado, há poucos anos seria impensável que o futebol pagasse mais que a NBA, NHL, liga norte-americana de hóquei no gelo e a PGA, organização dos profissionais de golfe norte-americanos.
Perante esta realidade, o futebol, como o conhecemos, está a correr sérios riscos, daí falar-se tanto da criação de uma Superliga europeia, como forma de aumentar as receitas, mas que pode pôr em causa a classe média do futebol, onde estão inseridas as melhores equipas portuguesas.
Pela primeira vez dos últimos 19 anos, o ranking elaborado pela revista Forbes, com os desportistas mais bem pagos no Mundo, tem três futebolistas no pódio.
Lionel Messi é o primeiro (112,2 milhões por ano), seguido de Cristiano Ronaldo (96,3) e Neymar (92,7).
Seguem-se nos 10 primeiros, o pugilista mexicano Saúl Alvarez (83), o tenista Roger Federer (82,3), Russel Williams (79) e Aaron Rodgers (78,8), dois jogadores de futebol americano, e os basquetebolistas Steph Curry (70,4) e Kevin Durant (57,7).
Depois de doze anos de liderança do golfista Tiger Woods e quatro do pugilista Floyd Mayweather, seguiu-se nos dois anos seguintes Cristiano Ronaldo, sendo que o ano em análise marca uma nova dimensão do futebol, que deixou de ser apenas o desporto mais popular do mundo, para ser, também, aquele que envolve maiores verbas.
Como refere José Manuel Delgado, há poucos anos seria impensável que o futebol pagasse mais que a NBA, NHL, liga norte-americana de hóquei no gelo e a PGA, organização dos profissionais de golfe norte-americanos.
Perante esta realidade, o futebol, como o conhecemos, está a correr sérios riscos, daí falar-se tanto da criação de uma Superliga europeia, como forma de aumentar as receitas, mas que pode pôr em causa a classe média do futebol, onde estão inseridas as melhores equipas portuguesas.
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