quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Um olhar alentejano

Felizmente as coisas boas que me aconteceram na Volta foram bem superiores às negativas.
Além do reforçar de amizades antigas e conhecimento de outras novas, a caravana do ciclismo é algo que não se explica, sente-se.
Estava a aqui a falar de muitas histórias - escrevo tanto, como falo - mas o último dia é o reflexo do espírito que prolifera nesta modalidade.
Em frente à maravilhosa Câmara Municipal do Porto, no final do contrarrelógio, eu procurava falar com o Joni Brandão.
Quando o encontrámos, eu e o Rui Porto Nunes - ator que fazia trabalho para o Facebook da Volta - fomos atrás dele, juntamente com um elemento da organização e outro da Efapel.
Entretanto já tinham fechado o acesso ao pódio, pelo que passamos pelo meio das muitas centenas de pessoas que se aglomeravam na zona.
Chegados perto, as barreiras bloquearam-nos o caminho - ainda fiz uma entrevista com um adepto portista pelo caminho - pelo que solução era paassar por cima.
Quando chegou à minha vez, logo alguém ao meu lado de ofereceu para segurar no meu bloco e iPad e ajudou-me para ser mais fácil o salto.
Lá chegámos ao local que pretendíamos, pois felizmente o senhor Davide não estava à vista.
Foi uma Volta espetacular, que terminou com uma enorme festa.
Para o ano há mais!

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