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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Dia Mundial da Rádio


Há minutos escrevi um post no Facebook e chamei-lhe a minha amante.
Porque me rouba muito tempo à família.
Porque gasto muito dinheiro com ela.
Porque nem sempre reconhece o que faço por ela.
Mas a paixão mantêm-se e hoje é seu Dia.
Adoro a Rádio!  
A Princesa não se importa.
Sabe que o meu coração tem espaço para as duas.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Nova aquisição

Quando este ano colaborei com a HP TV no Interregiões de hóquei em patins, na Mealhada, o Pedro Jorge Cabral trouxe uma surpresa: "Uns auscultadores novos para o meu narrador preferido".
São um espetáculo!
Voltei a usá-los no Troféu Jesus Coreia em Cascais, tendo aumentado a vontade de ter uns iguais. 
Depois de vários meses de namoro, o casamento aconteceu.
Já chegaram ao Principado.
Agora falta montar as fichas e estreá-los, provavelmente no domingo, na receção do Vilafranquense aos açorianos do Lusitânia.

sábado, 14 de outubro de 2017

Até um Congresso ...

Quando temos tempo e paciência para algumas arrumações, aparece sempre algo interessante que nos faz regressar ao passado.
Este saco que estava na varanda traseira, continha - já desconfiávamos - alguns episódios curiosos, porque tinha vindo do sótão da Ângeloca, onde eu e a Princesa vivemos nos primeiros tempos.
Já o tenho dito e escrito, que em em rádio já fiz tudo.
Em maio de 1990 estávamos na Rádio Ateneu de Vila Franca de Xira.
À revelia do diretor de Informação, o nosso amigo João Maltêz, fomos acompanhar o IX Congresso do Partido Socialista, que decorreu no Coliseu do Porto.
Tudo aconteceu muito rapidamente.
O meu Citröen AX vermelho disponibilizou-se, arrumámos o material necessário e lá fomos com a Isabel Nunes - a nossa comadre - e o Rui Veloso, atual jornalista de economia da RTP.
Faltava onde dormir, mas a Isilda e o Josué - os tios da Célia - logo se disponibilizaram para nos arranjar camas, eles que moravam por perto.
Foram três dias intensos, com poucas horas de sono, onde me recordo da beleza do Café Majestic, perto do local do evento, ainda hoje um local incontornável de visita na cidade Invicta.
Todos gostámos muito deste trabalho radiofónico, exceto o João Maltêz que não achou piada nenhuma!

sábado, 2 de setembro de 2017

Joaquim Vieira e a paixão da rádio

Conhecemo-nos há mais de 20 anos.
Foi em Torres Vedras, durante um Troféu Joaquim Agostinho.
Um monstro da Rádio, que comecei por tratar por Senhor, mas rapidamente levei um arranque e mudei a forma de tratamento.
Apesar de ser um - já nessa altura - veterano das lides radiofónicas, tratava os mais novos de igual para igual, com uma enorme humildade e sempre disponível para ajudar, contrariamente a outras vedetas da Comunicação Social.
Durante vários anos trabalhámos lado a lado no Grande Prémio de Ciclismo de Torres Vedras e a cumplicidade foi aumentando.
Em Aveiro, no velhinho Mário Duarte, fui fazer um Beira-Mar - Alverca, levei a Célia comigo e ele lá estava.
Com o seu charme, logo cativou a Princesa, disponibilizando-se para qualquer coisa que necessitasse-mos.
Durante dez anos, o meu bichinho pela Rádio ficou guardado numa gaveta, altura em que concretizei a minha licenciatura em Ciência da Comunicação, pelo que tivemos todo este tempo sem nos vermos.
O ano passado regressei à Volta - 19 anos depois - e ele lá estava.
Com um grande abraço, foi assim que ele me recebeu.
No final da Portuguesa, despedimo-nos “até para o ano”, mas o Joaquim, pela primeira, falhou.
A equipa da Rádio Oeste - Fernando Gregório, Veiga Trigo e Teixeira Correia - prestou-lhe homenagem no Joaquim Agostinho deste ano, com a produção de um crachá que me vai acompanhar em todas as provas de ciclismo em que estiver presente.
Descansa em paz Joaquim!

domingo, 1 de junho de 2008

Mais um dia da Rádio 2000

Ontem, mais uma vez a rapaziada que passou pela Rádio 2000, reuniu-se à volta da mesa, na Quinta de Subserra, um local magnífico, num dia em que até o sol colaborou.
Um beijinho grande para a Milena que tratou da organização, coisa sempre complicada.
Como é normal faltou muita gente, pelos mais diversos motivos, mas aparecem sempre caras novas. Desta a estreante foi a Papí, como era conhecida pelos corredores da 2000. Acho que não a via desde que fechou a nossa Rádio.
Vão-se preparando para um novo encontro a 8 de Novembro, onde eu e o Paulo Natário, o Senhor Arquitecto, vamos tentar reunir no mínimo 100 pessoas.
Numa altura em que tudo se rege por objectivos este é o nosso.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Um ano

O telefone tocou naquele dia frio, no final de 2006.
Era a Elsa.
Trazia uma notícia indesejada.
A Leonor tinha partido sem avisar.
Doze meses passaram.
Por ela, voltámos a ver os amigos da Rádio 2000.
Mas os dias, hoje, são cada vez mais curtos.
Precisamos de arranjar mais tempo.
Eu vou tentar.
Todos temos que tentar.
A minha recordação vai ser sempre assim.
Com os olhos nesta foto.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Pedaladas

Uma das belas imagens que nos proporciona o ciclismo Quem vai acompanhando com alguma assiduidade o meu blog, já percebeu o meu gosto pelas ondas do éter. Posso afirmar que das muitas reportagens que fiz para rádio, o ciclismo tem um cantinho muito especial nas minhas simpatias.
Vício induzido pelo meu amigo Manel-Zé Madeira, os primeiros troféus Joaquim Agostinho, na sua companhia, depois mais de uma dezena para a Rádio Irís, três Voltas ao Alentejo, com o João Luis Rodrigues, e também para a rádio de Samora Correia, uma volta a Portugal.
Todas me deram muito gozo.

Aos arquivos, fui recuperar o som de um final de étapa da prova de Torres Vedras. Uma chegada ao Alto de Montejunto, que quase todos os anos decide o vencedor, desta prova, que ano após ano homenegeia o maior ciclista português de todos os tempos, Joaquim Agostinho.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Rádio 2000

A bandeira da 2000 Logo no início desta aventura bloguista, fiz uma pequena referência a ela. Depois, por força do trágico desaparecimento da nossa Leonor, emergiu de dentro de nós, os que a ajudaram a crescer, os que fizeram dela uma adolescente, para depois ser covardemente assassinada pelas costas, uma enorme vontade de nos reencontrarmos.
Através da Internet, temos vindo, paulatinamente, a recuperar o nosso espírito e camaradagem que existia na nossa saudosa Rádio 2000.
Em Abril de 1989, apesar de já correrem rumores, saiu uma notícia no jornal O Diário (já desaparecido) que confirmava os nossos receios. Tinhamos sido afastados.
Nessa altura estava em curso uma formação do Cenjor, nos estúdios da Rádio, onde vários de nós participavamos, sendo que nesse distante dia vinte e quatro decorria um simulador noticioso. Mantivemos a galhardia e o profissionalismo, na altura elogiado pelo Adelino Gomes e restantes colegas formadores. Fizemos o melhor que sabiamos.
Hoje, vou recuperar um texto que escrevi nessa data e que a Elsa Furtado leu com tristeza, durante um noticiário da referida formação:

"Não foi ainda publicado no Diário da República, mas O Diário de hoje notícia que as duas frequências disponíveis no nosso concelho foram atribuídas às rádios Lezíria e Ateneu de Vila Franca de Xira.
Num processo marcado por graves atropelos e irregularidades, a exclusão da Rádio 2000, com todo o cheiro a manobra política, é uma forte machadada no desejo de todos os habitantes do concelho, que esperavam ansiosamente o regresso desta Rádio que lhes era tão querida.
E as dezenas de jovens colaboradores da Rádio 2000 vêm-se, mais uma vez, impedidos de fazerem de borla aquilo que gostam.
QUE RAIO DE PAÍS ESTE!"

Foi uma grande canalhice.

sábado, 6 de janeiro de 2007

Nostalgia

os gloriosos relatos...à molhada Nesta fase final do semestre escolar universitário, aumenta a quantidade de horas necessárias para levar esta aventura a sério. Por isso, o tempo para sair de casa, no fim-de-semana, fica restrito ao indispensável. Televisão quase nada, uma vista de olhos pelo diário desportivo do costume e rádio, que normalmente oiço no carro, nada.
Bem, deixem-me corrigir. Hoje, como jogava o meu Benfica para a Taça de Portugal, com o Oliveira do Bairro e não dava na televisão (coisa rara), liguei a telefonia - é assim que eu gosto de lhe chamar - para acompanhar a marcha do marcador.
O meu amor pela rádio volta à superfície quando oiço um relato de futebol. Chega-me uma nostalgia...sempre foram quase vinte anos a gritar golos, a dizer disparates, a fazer o que mais gosto.
Volto à terra. Talvez por defeito profissional, entenda-se da comunicação, estou sempre muito atento. No final de uma jogada, descrevia o repórter de "pista" que o guarda-redes, depois de uma defesa, tinha se deixado cair para ganhar tempo. Pois é...já foi assim...agora o goleiro, como dizem os brasileiros, só tem seis segundos para se livrar da "redondinha".
São lugares comuns, compreensíveis, mas que têm que ser actualizados, por outros.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Parabéns Fernando

Fernando Correia Já não é a primeira vez, que aqui, refiro a minha paixão pela rádio. Durante perto de vinte anos, agora interrompidos pela minha incursão académica, foram muitas as horas de relatos de futebol e não só, estúdio e outras dentro do métier.
Desde miúdo, que me habituei a ouvir o futebol na rádio. E desculpem-me os puristas, mas aí, o jogo tem outro encanto, a imaginação toma-nos conta dos sentidos.
De dentro do pequeno rádio, cedo me habituei àquela voz. A voz de Fernando Correia. Durante cinquenta anos, festejados este mês, a sua voz tem-nos transportado para os estádios, connosco sentados no sofá.
Há quatro anos, durante um curso de Jornalismo Desportivo, tive o privilégio de o ter como professor. Pude verificar que, em conjunto com a sua competência e facilidade na transmissão dos seus conhecimentos, transmitiu-me, também, a sua amizade. A amizade de um grande senhor da comunicação.
Obrigado, amigo (deixe-me tratá-lo assim) Fernando.
Vamos-nos vendo por aí, num estádio qualquer.

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Jorge Perestrelo, a minha homenagem


Habituei-me a ouvi-lo e a admirá-lo. A sua forma, muito sua, muita gingona, marcou uma época, revolucionou a forma de se relatar o futebol em Portugal. Emocionava-me a ouvi-lo cantar os golos... as suas reviangas... o seu ripa na rapaqueca. Não escondo que procurava imitá-lo, dar chama aos meus relatos, procurar chegar perto da classe do Jorge Perestrelo.


Tive o prazer de o conhecer pessoalmente. Os amigos mais próximos diziam que tinha um coração enorme, apesar do mau feitio. Quero lá saber, para mim vai ser sempre o maior.
Mais de um ano depois do seu desaparecimento, fica a minha pequena homenagem...o seu último golo, gritado a plenos pulmões, como soubesse que a morte estava logo ali, ao virar da esquina. E ainda hoje choro, quando oiço este golo do Sporting, cantado por um benfiquista como eu.

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Os dias da rádio

a preparação de um directo, no final de uma étapa do Troféu Joaquim Agostinho, no Alvalade XXI. O bichinho começou a trabalhar há mais de vinte anos. Na altura das "piratinhas", numa época em que a rádio era um prazer, umas dezenas de jovens davam corpo à Radio 2000...que ficou pelo caminho, atraiçoada, pelas guerrilhas políticas da altura...as mesmas de hoje.
Muitas histórias de muitas horas "no ar". Fica esta...para já.
Na altura a informação era gravada. Eu estava responsável pelos blocos das oito e nove da manhã, que preparava antes de ir para o trabalho "a sério". De seguida vinha outro colega que garantia as "news" até às 12 horas. Nesse dia não veio.
Um dos acontecimentos noticiosos, referia qualquer coisa do género «...pelas 9:30 será inaugurada a sede...». Ninguém reparou e ao meio-dia a inauguração continuava no ar...às 9:30...coisas dos dias da rádio