quinta-feira, 4 de abril de 2019
quarta-feira, 3 de abril de 2019
No Reino da Águia
Jogo da 2ª mão das meias-finais da Taça de Portugal em Alvalade, depois de na Luz o Benfica ter vencido (2-1).
Começou melhor o Sporting, tentando a meia distância, mas sem acertar na baliza, equilibrou o Benfica, teve as melhores oportunidades, mas com pouca pontaria, numa primeira parte onde Gabriel saiu lesionado.
A segunda metade foi pior que a primeira, mas o Sporting conseguiu marcar e apurar-se para a final.
Hugo Miguel esteve péssimo no capítulo disciplinar, ficando por mostrar vermelho a Coates - ainda na primeira parte, agressão a Rafa - e Acuña.
Começou melhor o Sporting, tentando a meia distância, mas sem acertar na baliza, equilibrou o Benfica, teve as melhores oportunidades, mas com pouca pontaria, numa primeira parte onde Gabriel saiu lesionado.
A segunda metade foi pior que a primeira, mas o Sporting conseguiu marcar e apurar-se para a final.
Hugo Miguel esteve péssimo no capítulo disciplinar, ficando por mostrar vermelho a Coates - ainda na primeira parte, agressão a Rafa - e Acuña.
Pedalando por aí
74th Dwars door Vlaanderen - A travers la Flandre (1.UWT)
One day race » Roeselare › Waregem (182.8k)
One day race » Roeselare › Waregem (182.8k)
Outros Mundos d'A Bola
O avião da Força Aérea Portuguesa (FAP) que invadiu o espaço aéreo finlandês, "entrou inadvertidamente", segundo fonte da FAP. Provavelmente, o piloto estava distraído a olhar para o telemóvel.
A companhia aérea Emirates volta a recrutar em Portugal, para tripulação de bordo. Os interessados podem aparecer, desde que tenham um alcance de braço de 212 centímetros. Deve ser para chegarem com o copo ao passageiro que vai à janela.
Uma selfie histórica tirada em Skopje, com os primeiros-ministros da Grécia e da Macedónia do Norte.
A linha do Norte da CP vai ser modernizada no troço entre Ovar e Gaia.
Vamos olhar para as rápida, começando com música.
Milton Nascimento volta aos Coliseus e escoceses Primal Sceam vão ao NOS Alive
Quem não vai tão depressa ao Irão é humorista Diogo Faro, que foi deportado "por ser comediante".
O número de mortes em Moçambique aproxima-se das 600, sendo que os filhos do jornalista Jamal Khasshoggi, morto no consulado da Arábia Saudita em Istambul, estarão "a receber pagamentos mensais avultados ...", segundo o The Washington Post.
A companhia aérea Emirates volta a recrutar em Portugal, para tripulação de bordo. Os interessados podem aparecer, desde que tenham um alcance de braço de 212 centímetros. Deve ser para chegarem com o copo ao passageiro que vai à janela.
Uma selfie histórica tirada em Skopje, com os primeiros-ministros da Grécia e da Macedónia do Norte.
A linha do Norte da CP vai ser modernizada no troço entre Ovar e Gaia.
Vamos olhar para as rápida, começando com música.
Milton Nascimento volta aos Coliseus e escoceses Primal Sceam vão ao NOS Alive
Quem não vai tão depressa ao Irão é humorista Diogo Faro, que foi deportado "por ser comediante".
O número de mortes em Moçambique aproxima-se das 600, sendo que os filhos do jornalista Jamal Khasshoggi, morto no consulado da Arábia Saudita em Istambul, estarão "a receber pagamentos mensais avultados ...", segundo o The Washington Post.
Uma de hoje
Até ao fim do ano, Portugal vai quadruplicar os efetivos militares dedicados à ciberdefesa
Números
Seis anos depois, museu de Roma recupera tesouro avaliado em 3 milhões de euros
É
uma história rocambolesca, quase que uma novela policial. Envolve uma
suspeita russa e um ladrão, que no leito de morte, confiou à esposa a
parte mais preciosa do roubo. A verdade é que, seis anos depois do
roubo, as autoridades desconhecem quem o encomendou.
As "Joias Castellani", obras-primas da
ourivesaria, estão finalmente de volta à Sala della Fortuna, no Museu
Nacional Etrusco, em Roma. Um espólio que inclui brincos, pregadeiras,
anéis e colares avaliados em mais de três milhões de euros.
As jóias, em parte cópias de trabalhos etruscos, pertencem à coleção doada ao museu em 1919 pela família Castellani, ourives romanos do século XIX. Por ocasião do sexto aniversário do roubo, o museu e a policia italiana anunciam a conclusão da investigação e apresentam a última descoberta: um colar de ouro com esmeraldas, rubis e pérolas, que um dos ladrões entregou à esposa, pouco antes de morrer.
Parte das jóias, roubadas numa noite tempestuosa na véspera da Páscoa de 2013, já tinham sido recuperadas numa primeira fase da investigação. Agora, completa-se a coleção.
Embora o processo ainda esteja a decorrer, como informou a procuradora do Ministério Público romano, a investigação pode finalmente ser concluída. "Este é um daqueles casos em que, se eu detalhasse seis anos de investigação, ninguém ficaria entediado", disse Tiziana Cugini, responsável pelo caso. "É complicado, cheio de reviravoltas", acrescentou.
Antes da meia-noite de 30 de março de 2013, três homens encapuzados e equipados com machados e granadas de fumo entraram no museu através do jardim, "lançando o pânico", lembrou Ezio Belloni, um dos seguranças de serviço naquela noite. "Honestamente, foi terrível ver a destruição", disse o segurança.
Convencidos de que o roubo foi encomendado, os investigadores centraram as suas atenções numa mulher russa que tinha manifestado grande interesse pela coleção. Massimo Maresca, ex-comandante da policia italiana, revela que a suspeita confessara a antiquários que estava "disposta a pagar qualquer preço pela coleção".
A mulher chegou a ser detida no aeroporto Fiumicino de Roma, a caminho da Rússia, após o roubo, e a polícia encontrou fotografias da coleção, bem como das câmaras de segurança na sala que abrigava a exposição e das saídas do museu, no seu telemóvel. Mas nunca houve provas suficientes para prender a suspeita russa, que acabou por ser autorizada a viajar.
Os investigadores concluíram que os perpetradores não eram ladrões especializados em arte, "mas ladrões comuns que lidavam com roubos e tráfico de droga". Os criminosos tentaram vender os artefactos no mercado negro, mas "essas tentativas não foram bem-sucedidas", afirma a procuradora Cugini. Os investigadores continuam a acreditar que os ladrões trabalhavam em nome de alguém que encomendou o assalto, mas não sabem ao certo quem está por trás do roubo.
A partir de 3 de maio, as "Joias Castellani" voltam a percorrer Itália, mas desta vez de forma oficial, numa exposição itinerante.
in TSF
As jóias, em parte cópias de trabalhos etruscos, pertencem à coleção doada ao museu em 1919 pela família Castellani, ourives romanos do século XIX. Por ocasião do sexto aniversário do roubo, o museu e a policia italiana anunciam a conclusão da investigação e apresentam a última descoberta: um colar de ouro com esmeraldas, rubis e pérolas, que um dos ladrões entregou à esposa, pouco antes de morrer.
Parte das jóias, roubadas numa noite tempestuosa na véspera da Páscoa de 2013, já tinham sido recuperadas numa primeira fase da investigação. Agora, completa-se a coleção.
Embora o processo ainda esteja a decorrer, como informou a procuradora do Ministério Público romano, a investigação pode finalmente ser concluída. "Este é um daqueles casos em que, se eu detalhasse seis anos de investigação, ninguém ficaria entediado", disse Tiziana Cugini, responsável pelo caso. "É complicado, cheio de reviravoltas", acrescentou.
Antes da meia-noite de 30 de março de 2013, três homens encapuzados e equipados com machados e granadas de fumo entraram no museu através do jardim, "lançando o pânico", lembrou Ezio Belloni, um dos seguranças de serviço naquela noite. "Honestamente, foi terrível ver a destruição", disse o segurança.
Convencidos de que o roubo foi encomendado, os investigadores centraram as suas atenções numa mulher russa que tinha manifestado grande interesse pela coleção. Massimo Maresca, ex-comandante da policia italiana, revela que a suspeita confessara a antiquários que estava "disposta a pagar qualquer preço pela coleção".
A mulher chegou a ser detida no aeroporto Fiumicino de Roma, a caminho da Rússia, após o roubo, e a polícia encontrou fotografias da coleção, bem como das câmaras de segurança na sala que abrigava a exposição e das saídas do museu, no seu telemóvel. Mas nunca houve provas suficientes para prender a suspeita russa, que acabou por ser autorizada a viajar.
Os investigadores concluíram que os perpetradores não eram ladrões especializados em arte, "mas ladrões comuns que lidavam com roubos e tráfico de droga". Os criminosos tentaram vender os artefactos no mercado negro, mas "essas tentativas não foram bem-sucedidas", afirma a procuradora Cugini. Os investigadores continuam a acreditar que os ladrões trabalhavam em nome de alguém que encomendou o assalto, mas não sabem ao certo quem está por trás do roubo.
A partir de 3 de maio, as "Joias Castellani" voltam a percorrer Itália, mas desta vez de forma oficial, numa exposição itinerante.
in TSF
Um olhar alentejano
De forma calma, a nossa integração no Alentejo vai acontecendo, não com a velocidade que gostávamos, mas já percebemos que o tempo aqui anda mais devagar.
Escritura de aquisição efetuada, dentro de uns meses vamos fazer parte da população de Oriola, no concelho de Portel.
Há dias dei com a notícia de uma obra em grande na vila.
Trata-se da requalificação das piscinas municipais cobertas, trabalho que começou no início do ano com a demolição das edificações que não farão parte das novas piscinas.
Posteriormente serão construídos novos balneários, bem como a edificação de uma piscina com ondas, um investimento total na ordem de 1 milhão e 700 mil euros, inteiramente financiado pelo município.
Uma das coisas que é preciso fazer quando se adquire ou aluga uma habitação é tratar do abastecimento da água, tarefa tratada nas Câmaras.
Já o tinha feito no Alandroal, processo que foi muito rápido e pelo qual não paguei nada.
Em Portel também levei toda a documentação necessária, tudo foi também resolvido de forma célere, mas paguei pelo mesmo serviço 13€.
Fiquei com a ideia que já contribui para duas ondas da nova piscina.
Escritura de aquisição efetuada, dentro de uns meses vamos fazer parte da população de Oriola, no concelho de Portel.
Há dias dei com a notícia de uma obra em grande na vila.
Trata-se da requalificação das piscinas municipais cobertas, trabalho que começou no início do ano com a demolição das edificações que não farão parte das novas piscinas.
Posteriormente serão construídos novos balneários, bem como a edificação de uma piscina com ondas, um investimento total na ordem de 1 milhão e 700 mil euros, inteiramente financiado pelo município.
Uma das coisas que é preciso fazer quando se adquire ou aluga uma habitação é tratar do abastecimento da água, tarefa tratada nas Câmaras.
Já o tinha feito no Alandroal, processo que foi muito rápido e pelo qual não paguei nada.
Em Portel também levei toda a documentação necessária, tudo foi também resolvido de forma célere, mas paguei pelo mesmo serviço 13€.
Fiquei com a ideia que já contribui para duas ondas da nova piscina.
terça-feira, 2 de abril de 2019
Outros Mundos d'A Bola
"Uma bomba-relógio prestes a detonar a qualquer momento", assim define o PSD o estado do país, que vai ser debatido no Parlamento.
Esperemos que seja como o Diabo do Passos Coelho.
A Dívida Pública de Portugal subiu em fevereiro, confirmou o Banco de Portugal.
Será de confiar no BdP?
A seca em Portugal vai ser frequente, diz o IPMA, que afirma que termos no verão alfaces mais caras que o bife na praça, não será impossível, alertando, também, para a necessidade de uma "boa gestão da água".
Relatório Anual de Segurança Interna refere que dois terços dos inquéritos relativos à violência doméstica são arquivados.
Os argentinos saíram à rua para gritar contra a ditadura militar, no aniversário do golpe de 1976, também uma forma de criticar a recente atitude de Jair Bolsonaro.
Marroquino que está a ser julgado em Portugal por terrorismo, diz que é uma "cabala" e que "parece filme de Hollywood".
Esperemos que seja como o Diabo do Passos Coelho.
A Dívida Pública de Portugal subiu em fevereiro, confirmou o Banco de Portugal.
Será de confiar no BdP?
A seca em Portugal vai ser frequente, diz o IPMA, que afirma que termos no verão alfaces mais caras que o bife na praça, não será impossível, alertando, também, para a necessidade de uma "boa gestão da água".
Relatório Anual de Segurança Interna refere que dois terços dos inquéritos relativos à violência doméstica são arquivados.
Os argentinos saíram à rua para gritar contra a ditadura militar, no aniversário do golpe de 1976, também uma forma de criticar a recente atitude de Jair Bolsonaro.
Marroquino que está a ser julgado em Portugal por terrorismo, diz que é uma "cabala" e que "parece filme de Hollywood".
Números
"Posso deitar abaixo o Governo em 15 dias." O alerta para a ciber(in)segurança em Portugal
O
professor e engenheiro informático José Tribolet alerta que "a
fragilidade" dos "sistemas vitais é assustadora" em Portugal e ironiza
que "com 100 mil euros e uma pequena equipa" deitava "abaixo um governo
em 15 dias".
Em termos de cibersegurança, "a
fragilidade dos nossos sistemas vitais, os sistemas críticos que fazem a
sociedade funcionar, é assustadora", afirmou, em entrevista à Lusa, o
presidente do Departamento de Engenharia Informática do IST de Lisboa e
fundador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores,
Investigação e Desenvolvimento (INESC).
Para "quem saiba criar perturbações", se "em vez de criar uma perturbação, criar quatro, cinco, seis ou sete e a repetir massivamente durante uma semana, não há nenhum governo que resista", afirmou, evitando dar exemplos práticos por que "não é apropriado", sublinhando, porém, que as forças de segurança em Portugal conhecem estes riscos.
E "é evidente que não há nenhuma medida de proteção tipo milagre de Fátima" nem para Portugal nem para os restantes países, acrescentou.
Sendo certo que este tipo de "ataques" cibernéticos "não tem nada a ver com grandes potências nem exige muito dinheiro", pode ser feito por pequenos grupos de pessoas, o que justifica a sua frase: "Eu, com 100 mil euros e uma pequena equipa, deito abaixo o governo deste país em 15 dias."
Para o professor universitário, que foi investigador no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, Portugal sofre de uma "falta de pensamento" na cibersegurança.
José Tribolet dá vários exemplos, a começar na administração pública, onde "não há um inventário" dos sistemas, de equipamentos, das instalações ou até dos técnicos.
A informação das conservatórias dos registos "tem de estar protegida" e, na administração pública, hoje está "tudo desconjuntado".
"Hoje em dia, essa informação está guardada em bancos de dados que não estão ligados a nada. Têm de estar numa cave, algures numa gruta, bem protegidos fisicamente", disse.
Depois, numa lógica quase militar nesta guerra de defesa cibernética, faltam, segundo o professor que foi aluno do Colégio Militar, "oficiais de combate", "comandos" para defenderem as estruturas vitais do país, como a distribuição de eletricidade, água ou telecomunicações.
O professor e fundador do INESC tem um plano, desde 2016, para fazer formação nesta área da segurança, mas não tem tido candidatos e a razão é simples: os alunos que saem das universidades portuguesas em áreas como engenharia informática ou engenharia de redes ou sistemas e computadores não têm falta de emprego.
A solução passa, por isso, por envolver, num curso pago, as cerca de 40 empresas, públicas e privadas, que operam sistemas sob concessão, nas águas, gás, eletricidade, transporte.
"Se cada um desses operadores se comprometer a recrutar" a formação de um técnico, por semestre, num curso do Instituto Superior Técnico (IST), então, durante quatro anos serão 320 os técnicos formados nesta área da cibersegurança.
Não são "precisos acordos ou criar institutos" e "o Estado não precisa de meter dinheiro nisto", afirmou.
Prestes a fazer 70 anos e a reformar-se, José Tribolet faz uma definição "sui generis" da sua ideia e do curso: "Isto é o trivial, é necessário e não há tempo a perder. É uma daquelas ideias à Tribolet. Na minha vida, felizmente que vou fazer 70 anos e vou-me reformar da universidade este ano, metade das ideias estúpidas que tive cumpriram-se e tiveram sucesso. Sou um homem feliz", concluiu.
Para "quem saiba criar perturbações", se "em vez de criar uma perturbação, criar quatro, cinco, seis ou sete e a repetir massivamente durante uma semana, não há nenhum governo que resista", afirmou, evitando dar exemplos práticos por que "não é apropriado", sublinhando, porém, que as forças de segurança em Portugal conhecem estes riscos.
E "é evidente que não há nenhuma medida de proteção tipo milagre de Fátima" nem para Portugal nem para os restantes países, acrescentou.
Sendo certo que este tipo de "ataques" cibernéticos "não tem nada a ver com grandes potências nem exige muito dinheiro", pode ser feito por pequenos grupos de pessoas, o que justifica a sua frase: "Eu, com 100 mil euros e uma pequena equipa, deito abaixo o governo deste país em 15 dias."
Para o professor universitário, que foi investigador no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, Portugal sofre de uma "falta de pensamento" na cibersegurança.
José Tribolet dá vários exemplos, a começar na administração pública, onde "não há um inventário" dos sistemas, de equipamentos, das instalações ou até dos técnicos.
A informação das conservatórias dos registos "tem de estar protegida" e, na administração pública, hoje está "tudo desconjuntado".
"Hoje em dia, essa informação está guardada em bancos de dados que não estão ligados a nada. Têm de estar numa cave, algures numa gruta, bem protegidos fisicamente", disse.
Depois, numa lógica quase militar nesta guerra de defesa cibernética, faltam, segundo o professor que foi aluno do Colégio Militar, "oficiais de combate", "comandos" para defenderem as estruturas vitais do país, como a distribuição de eletricidade, água ou telecomunicações.
O professor e fundador do INESC tem um plano, desde 2016, para fazer formação nesta área da segurança, mas não tem tido candidatos e a razão é simples: os alunos que saem das universidades portuguesas em áreas como engenharia informática ou engenharia de redes ou sistemas e computadores não têm falta de emprego.
A solução passa, por isso, por envolver, num curso pago, as cerca de 40 empresas, públicas e privadas, que operam sistemas sob concessão, nas águas, gás, eletricidade, transporte.
"Se cada um desses operadores se comprometer a recrutar" a formação de um técnico, por semestre, num curso do Instituto Superior Técnico (IST), então, durante quatro anos serão 320 os técnicos formados nesta área da cibersegurança.
Não são "precisos acordos ou criar institutos" e "o Estado não precisa de meter dinheiro nisto", afirmou.
Prestes a fazer 70 anos e a reformar-se, José Tribolet faz uma definição "sui generis" da sua ideia e do curso: "Isto é o trivial, é necessário e não há tempo a perder. É uma daquelas ideias à Tribolet. Na minha vida, felizmente que vou fazer 70 anos e vou-me reformar da universidade este ano, metade das ideias estúpidas que tive cumpriram-se e tiveram sucesso. Sou um homem feliz", concluiu.
Um olhar alentejano
Por cá temos o hábito de elogiarmos tudo o que se faz lá fora, da mesma forma que somos muito críticos com as organizações internas.
Vejam lá esta história que aconteceu na Bélgica há um mês.
Realizou-se a 74ª edição da Omloop Het Nieuwsblad, uma prova de ciclismo de um dia, nos escalões feminino e masculino.
Os homens partiram 10 minutos antes das senhoras, sendo que 7 quilómetros depois da partida a ciclista suíça Nicole Hanselmann atacou, ganhou vantagem e aos 30 quilómetros já tinha 2 minutos de avanço.
Foi aí que aconteceu o insólito.
A organização mandou-a parar, para repor a diferença entre o pelotão masculino e o feminino.
Nicole partilhou o momento no Instagram "Ataquei no início da prova e estava sozinha ... mas depois aconteceu um momento estranho e eu quase vi as costas do pelotão dos homens. Se calhar eu e as outras mulheres estávamos muito rápidas ou os homens muito lentos".
Esteve parada à espera do pelotão feminino e quando retomou a prova já não estava com a mesma força.
"Foi triste para mim porque estava a sentir-me bem e o grupo quando me viu parada ganhou nova motivação".
Não se esqueçam que estamos a falar duma prova da UCI World Tour.
Inacreditável!
E o que aconteceu à Nicole Hanselmann?
Acabou a prova no 74º lugar.
Vejam lá esta história que aconteceu na Bélgica há um mês.
Realizou-se a 74ª edição da Omloop Het Nieuwsblad, uma prova de ciclismo de um dia, nos escalões feminino e masculino.
Os homens partiram 10 minutos antes das senhoras, sendo que 7 quilómetros depois da partida a ciclista suíça Nicole Hanselmann atacou, ganhou vantagem e aos 30 quilómetros já tinha 2 minutos de avanço.
Foi aí que aconteceu o insólito.
A organização mandou-a parar, para repor a diferença entre o pelotão masculino e o feminino.
Nicole partilhou o momento no Instagram "Ataquei no início da prova e estava sozinha ... mas depois aconteceu um momento estranho e eu quase vi as costas do pelotão dos homens. Se calhar eu e as outras mulheres estávamos muito rápidas ou os homens muito lentos".
Esteve parada à espera do pelotão feminino e quando retomou a prova já não estava com a mesma força.
"Foi triste para mim porque estava a sentir-me bem e o grupo quando me viu parada ganhou nova motivação".
Não se esqueçam que estamos a falar duma prova da UCI World Tour.
Inacreditável!
E o que aconteceu à Nicole Hanselmann?
Acabou a prova no 74º lugar.
Mixórdia Alves Fernandes
O Champion teve um fim de semana muito difícil e mereceu uma dispensa do Pedro Ribeiro para 2ª feira.
Recuperemos uma mixórdia já passada.
Remédio caseiro para birras infantis
Recuperemos uma mixórdia já passada.
Remédio caseiro para birras infantis
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Top of Comercial
1º Bad Liar
Imagine Dragons
2º Why
Shawn Mendes, Leon Bridges
3º Come Alive
Years & Years, Jess Glynne
Números
Adidas vai produzir 11 milhões de ténis com lixo dos oceanos
Marca alemã começou a produzir ténis com plástico - que representa quase 80 por cento do lixo marinho - em 2017
A Adidas anunciou que vai duplicar a produção de ténis feitos a partir do plástico retirado dos oceanos e promete produzir 11 milhões de pares.
Eric Liedtke, do conselho executivo da marca, disse que esta decisão é uma resposta aos consumidores, que estão cada vez mais preocupados com o ambiente e com aquilo que compram. Segundo dados divulgados pelas Nações Unidas, o plástico representa 80% do lixo marinho - a estimativa é que em 2050 haja mais resíduos nos mares do que peixes.
Nos últimos dois anos, a marca desportiva vendeu cerca de seis milhões de ténis produzidos com esta matéria-prima.
Desde 2015 que a Adidas trabalha em estreita colaboração com ambientalistas. Em 2016 a Adidas fez uma parceria com a Parley, empresa norte-americana que aposta no uso de plástico reciclado. Nessa altura, a gigante alemã anunciou que até 2024 todos os seus produtos deverão conter plástico reciclado.
Por outro lado, a Adidas tem uma parceira com a estilista britânica Stella McCartney, conhecida pelas suas preocupações ambientais.
Os primeiros ténis feitos de lixo dos mares foram lançados em 2017 - só nesse ano vendeu-se um milhão de pares e aquela que era para ser uma linha promocional para sensibilizar os consumidores acabou por ficar. O CEO da Adidas, Kasper Rorsted, explicou então que no fabrico de um par de ténis eram usadas 11 garrafas de plástico.
A fase de produção é outra das preocupações da empresa que está a usar materiais sustentáveis com vista a diminuir as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera e a redução de resíduos.
A Adidas anunciou que vai duplicar a produção de ténis feitos a partir do plástico retirado dos oceanos e promete produzir 11 milhões de pares.
Eric Liedtke, do conselho executivo da marca, disse que esta decisão é uma resposta aos consumidores, que estão cada vez mais preocupados com o ambiente e com aquilo que compram. Segundo dados divulgados pelas Nações Unidas, o plástico representa 80% do lixo marinho - a estimativa é que em 2050 haja mais resíduos nos mares do que peixes.
Nos últimos dois anos, a marca desportiva vendeu cerca de seis milhões de ténis produzidos com esta matéria-prima.
Desde 2015 que a Adidas trabalha em estreita colaboração com ambientalistas. Em 2016 a Adidas fez uma parceria com a Parley, empresa norte-americana que aposta no uso de plástico reciclado. Nessa altura, a gigante alemã anunciou que até 2024 todos os seus produtos deverão conter plástico reciclado.
Por outro lado, a Adidas tem uma parceira com a estilista britânica Stella McCartney, conhecida pelas suas preocupações ambientais.
Os primeiros ténis feitos de lixo dos mares foram lançados em 2017 - só nesse ano vendeu-se um milhão de pares e aquela que era para ser uma linha promocional para sensibilizar os consumidores acabou por ficar. O CEO da Adidas, Kasper Rorsted, explicou então que no fabrico de um par de ténis eram usadas 11 garrafas de plástico.
A fase de produção é outra das preocupações da empresa que está a usar materiais sustentáveis com vista a diminuir as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera e a redução de resíduos.
in DN
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 31 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 31 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 31 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 31 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
Em vez de tentar arranjar uma boa mentira para o 1º de abril, resolvi procurar a origem deste hábito, onde se procura uma boa peta para enganar o maior número de pessoas.
Há várias explicações para o Dia das Mentiras ser nesta data, mas aquela que reúne mais consenso tem a ver com o Ano Novo.
Em várias culturas a entrada do novo ano era festejada a 1 de abril, por ser uma data próxima do equinócio da primavera.
Assim foi até ao século XVI, mas em 1582 o Papa Gregório decidiu adotar um novo calendário, o gregoriano, onde o Ano Novo era festejado a 1 de janeiro.
Muito recusaram viver com as novas regras e continuaram a fazer os festejos a 1 de abril.
Essas pessoas começaram a ser objeto de piadas e eram alcunhados de tolos que viviam numa mentira.
São inúmeras as patranhas que se pregam nesta data e fui à procura de uma bem engraçada.
Uma das mais bem sucedidas teve como protagonista Thomas Edison, esse mesmo, o inventor da lâmpada elétrica.
O jornal nova-iorquino Graphic noticiou que Edison tinha inventado uma máquina que transformava a água em vinho. Vários jornais acreditaram na história e publicaram-na.
Uma máquina que teria imensa saída por cá!
Há várias explicações para o Dia das Mentiras ser nesta data, mas aquela que reúne mais consenso tem a ver com o Ano Novo.
Em várias culturas a entrada do novo ano era festejada a 1 de abril, por ser uma data próxima do equinócio da primavera.
Assim foi até ao século XVI, mas em 1582 o Papa Gregório decidiu adotar um novo calendário, o gregoriano, onde o Ano Novo era festejado a 1 de janeiro.
Muito recusaram viver com as novas regras e continuaram a fazer os festejos a 1 de abril.
Essas pessoas começaram a ser objeto de piadas e eram alcunhados de tolos que viviam numa mentira.
São inúmeras as patranhas que se pregam nesta data e fui à procura de uma bem engraçada.
Uma das mais bem sucedidas teve como protagonista Thomas Edison, esse mesmo, o inventor da lâmpada elétrica.
O jornal nova-iorquino Graphic noticiou que Edison tinha inventado uma máquina que transformava a água em vinho. Vários jornais acreditaram na história e publicaram-na.
Uma máquina que teria imensa saída por cá!
Imagens
Jogo do campeonato australiano entre os Western Sydney Wanderers e os Melbourne City, em Sydney.
30/03/2019
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