O ano de 2009 foi o mais mortífero da década passada para os jornalistas do mundo inteiro, com o Irão a registar o maior número de profissionais detidos, anunciou o Instituto Internacional da Imprensa (IPI), no seu relatório anual.No total, 110 jornalistas perderam a vida no ano passado no exercício da sua profissão, mais do que os 66 em 2008 e o balanço anual mais pesado desde 2000, de acordo com o IPI.
As Filipinas são o país mais perigoso do mundo para a profissão, com 38 jornalistas mortos em 2009, seguido do México (11 mortes) e da Somália (nove vítimas mortais). A seguir surgem Paquistão, Colômbia, Rússia e Honduras, com cinco jornalistas mortos cada um.
in TSF
Sem comentários:
Enviar um comentário