A FIFA acabou por atribuir o primeiro golo holandês ao Brasil a Sneijder, depois de inicialmente o ter considerado um auto-golo de Felipe Melo.
Na Cidade do Cabo continuou a escolha dos restantes semi-finalistas.
O primeiro golo a surgir cedo (3’), com Muller, subtilmente, a marcar de cabeça.
Mais Alemanha até à meia-hora, com a Argentina a conseguir equilibrar na parte final da primeira parte, mas sem perigo para a baliza de Neuer.
Nos segundos 45 minutos, apareceu uma Argentina mais activa, mas com dificuldades em ultrapassar a barreira defensiva germânica. Até que após um falha defensiva – mais uma – dos alvicelestes, Klose marcou (68’), assistido por Podolski, no dia da sua 100ª internacionalização.
Os sul-americanos baixaram os braços e os alemães chegaram ao terceiro (74’), pelo central Friedrich, na sequência de grande trabalho de Schweinsteiger .
A fechar a partida, bis de Klose (88’) na cara de Romero, o seu 14º golo em fases finais de Mundiais.
Quatro golos sem resposta numa vitória inquestionável da Mannschaft.
No derradeiro jogo dos quartos, em Joanesburgo, tivemos uma primeira parte, quase, sem oportunidades, com uma Espanha espartilhada que nunca conseguiu rematar à baliza dos sul-americanos. Primeira metade marcada por um erro grave de arbitragem – mais um a favorecer a Espanha – que anulou um golo limpo (41’) ao Paraguai obtido por Valdez.
Dramática, quase teatral, o início da 2ª parte.
O benfiquista Cardozo sofre falta na área e ele próprio falha (59’) a marcação do penalty, permitindo a defesa a Casillas, para aos 62 minutos, Xabi Alonso marcar uma grande penalidade – inexistente – concretizada, mas mandada repetir pelo árbitro e desperdiçada pelo mesmo jogador, valendo a defesa de Villar.
A Espanha pressionava muito, com Iniesta a descobrir o caminho para Villa (82’) marcar o único golo do jogo, que valeu o apuramento para as meias, pela primeira vez num Mundial.
Segunda meia-final, em Durban, dia 7 de Julho, Alemanha-Espanha, às 19:30 horas.
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