Um dos meus amigos - benfiquista, claro - que me envia uns mails engraçados, sem serem raparigas nuas, enviou-me este texto, bem divertido, sobre o Caso Moutinho.Penso que nos deixa bem dispostos.
Se houvesse dúvidas sobre a capacidade de gestão do presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt, elas desfizeram-se com a venda de Moutinho ao FC Porto. Só um homem com um profundo conhecimento da economia e do funcionamento dos mercados é que consegue vender uma maçã podre por onze milhões de euros - acrescidos de €2,5 milhões ainda por pagar do Postiga e 50% do Nuno André Coelho - num total de, mais ou menos, 15 milhões.
Isto para não falar no sinal que passa não só ao restante plantel do Sporting como a todos os que seguem o futebol. Porque se o que está podre vale quinze milhões, imaginem quanto é que não valem os restantes jogadores do clube, ainda verdinhos, sem bichezas e por apanhar. O Sporting tem portanto um dos pomares mais promissores do mundo do futebol.
Neste momento já deve haver uma guerra no balneário do Sporting para saber quem é que é a pêra, o ananás, o melão, o banana e as uvas da equipa. Bettencourt com esta coisa da fruta conseguiu vitaminizar e de que forma o plantel leonino.
Curiosamente o Sporting consegue valorizar a fruta e vendê-la a um clube que, segundo alguns, normalmente distribui a fruta, ou seja, não é habitualmente comprador deste tipo de alimento. Apenas consumidor e distribuidor. Este negócio vem desta forma desfazer o mito de que Pinto da Costa é quem tem fruta para dar e vender. Porque a ser verdade este mito, o presidente portista jamais iria comprar fruta a Alvalade por onze milhões de euros, muito menos estando ela com caruncho.
É reconhecida a mestria do presidente do F.C Porto no que toca aos negócios. Pelo que é estranha a facilidade com que foi levado neste negócio de maçã Moutinho. É o que dá comprar sem experimentar. Eu provo sempre uma uvita antes de meter o quilo no cesto das compras. O presidente Jorge Nuno no que toca a fruta também deve estar habituado a provar antes de pagar. Mas desta vez confiou e agora está com 61 kg de fruta estragada no balneário do Dragão.
Bettencourt vai mais longe e já depois de finalizada a venda veio dizer que a fruta estava afinal bichada. Ou seja, ele não só se livrou de um activo que estava com bicho e passível de contaminar todo o pomar e ainda a horta do Miguel Veloso e do Djaló no Facebook, como ainda o vendeu a um dos eternos rivais por quinze milhões de euros.
Colocou desta forma em risco o balneário do F.C. Porto, que por esta hora já deve estar a ser devidamente sulfatado para prevenir moléstias na restante fruta. Não deve haver muitos dirigentes no futebol mundial com esta visão agrícola do futebol.
Genial.
Bettencourt Forever.
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