domingo, 13 de julho de 2014

Boa Noite

Final do Mundial, com os onzes inicias a não surpreenderem e com o filme - escrito na hora - no Tio Jorge.
A única duvida era a utilização de Di Maria, mas joga Enzo Pérez, enquanto do lado germânico, Kramer - à última da hora - substitui Khedira.
A Alemanha disputa a sua oitava final, contra a quinta da Argentina.
Primeiros quinze minutos de grande equilíbrio, com as balizas sossegadas.
A primeira grande oportunidade foi desperdiçada por Higuaín (20') - brinde de Kroos - que falhou na cara de Neuer.
Em cima da meia-hora outra contrariedade para a mannschaft, com Kramer a ser substituído por Schürrle.
Mesmo nos últimos segundos da primeira parte Höwedes atirou ao poste na sequência de um canto.
Ao intervalo um empate justo, mas que merecia golos.
No reatamento Lavezzi saiu para entrar Aguero e Messi falhou um golo (47') que não costuma desperdiçar, mas para além deste lance, até aos sessenta minutos, a bola esteve longe das redes.
O cansaço foi marcando pontos e tirando um remate de Kroos ao lado, pouco mais aconteceu.
Os bancos mexeram, entrando Gago para o lugar de Enzo - antes Higuaín tinha dado o lugar a Palacio - na mesma altura que nos alemães Klose - despediu-se dos Mundiais - deu o seu lugar a Götze, mas nenhum deles conseguiu evitar o prolongamento.
O período extra agravou o que já se sentia no final do tempo regulamentar.
A Alemanha com mais posse de bola, procurado evitar os penalties, mas com Palacio quase a marcar.
Até que aos 113 minutos Schürrle assistiu Götze que fez um grande golo.
Özil ainda deu lugar a Mertesacker, mas confirmou-se que a tradição ainda é o que era.
O futebol são 11 contra 11 e no fim ganha a Alemanha.
Amanhã - no Boa Noite - chega o balanço deste Mundial no formato de A a Z.

A chuva sueca atrasou muito a final do Torneio de Bastad e João Sousa nunca entrou verdadeiramente no jogo.
Perdeu (2/6 e 1/6) para Pablo Cuevas que foi sempre melhor.

Dia feliz para o ciclismo português esta tarde no Tour, no dia dos Tony's.
Tiago Machado (NetApp) integrou a fuga do dia - onde também estava Sérgio Paulinho (Tinkoff) que foi 15º - terminou na 10ª posição e está em terceiro na geral.
A etapa foi ganha pelo alemão - mais um - Tony Martin (Omega), que chegou isolado, depois de ter deixado cedo o grupo inicial, com a amarela a mudar para o corpo do francês Tony Gallopin (Lotto), que também fazia parte desta escapada vitoriosa.
O Tour dos portugueses: 3º Tiago Machado (NetApp) a 2'40''; 11º Rui Costa (Lampre) a 4'26''; 85º Nélson Oliveira (Lampre) a 47'13''; 113º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 55'46''; 148º José Mendes (NetApp) a 1h12'22''. 

Terminou o Troféu Joaquim Agostinho com a vitória a sorrir ao espanhol Délio Fernandez da equipa portuguesa OFM-Quinta da Lixa, sendo que a derradeira etapa foi ganha pelo checo Karel Hnik (Ettix).
Nas outras classificações o espanhol Jordi Simon (Team Ecuador) ficou com a camisola dos pontos, o seu compatriota Alberto Gallego (Rádio Popular) foi o primeiro na montanha, Raul Alarcón (Louletano-Dunas Douradas) - outro espanhol - venceu as metas volantes e o russo Kirill Sveshnikov (Lokosphinx) venceu a classificação da juventude, sendo que a equipa 4-72 Colômbia ganhou coletivamente.

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