Na primeira parte nenhuma das seleções quis correr riscos.
Um jogo interessante taticamente, mas sem oportunidades de golo, apesar de ser disputado com enorme intensidade.
A segunda metade não foi muito diferente - mas surgiu a chuva - com as duas equipas a arriscarem pouco, com os setores defensivos - guarda-redes excluídos - a mostrarem-se exemplares.
Sem golos chegou o prolongamento, onde os sul-americanos estiveram - um bocadinho - mais perto da alegria, mas nada, pelo que fomos para a lotaria.Aí a Argentina contou com um Romero enorme e venceu (4-2), pelo vamos ter a repetição da final de 1990, onde a Alemanha venceu com um golo solitário de Brehme, curiosamente de penalty.
Jogo decisivo no domingo às 20 horas no Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, enquanto que no dia anterior - às 21 horas - Brasil e Holanda vão ver quem ficará no terceiro lugar no Estádio Nacional em Brasília.
Já era previsível que esta etapa podia deixar marcas.
Ontem tinha caído uma vez, hoje regressou ao asfalto mais duas vezes e abandonou o Tour.
O britânico Christhoper Froome (Sky) - vencedor em 2013 - não resistiu e reduziu o número de candidatos à vitória.
O holandês Lars Boom (Belkin) venceu isolado, com Vincenzo Nibali (Astana) a manter a amarela, tendo ganho algum tempo para os principais candidatos, nomeadamente Contador e Valverde.
Rui Costa subiu dois lugares - mais perdeu tempo - enquanto que Tiago Machado desceu treze posições.
O Tour dos portugueses: 13º Rui Costa (Lampre) a 2'11''; 26º Tiago Machado (NetApp) a 3'59''; 69º Nélson Oliveira (Lampre) a 18'22''; 165º Sérgio Paulinho (Tinkoff) a 39'04''; 173º José Mendes (NetApp) a 40'22''.

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