Não era fácil fazer melhor depois de que fizeram ontem, um grupo de pessoas incompetentes, que se deixaram influenciar por elementos externos, que querem que o SAB se afunde.
Lutaram, tentaram, mas faltava aquela alegria habitual.
Na minha memória vai-me ficar para sempre as lágrimas do Luís Garção, quando no final do jogo foi aos balneários despedir-se dos seus jogadores, pois nem isso lhe deram oportunidade de fazer antes.
Depois, um a um, as lágrimas rolaram pela cara destes onze miúdos.
Desta vez os cobardes venceram.
Por enquanto.
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