quinta-feira, 7 de março de 2019

Um olhar alentejano

Há dois tipos de pessoas.
As que têm medo de andar de avião e as que não têm.
Tive uma colega de trabalho que encaixava no primeiro segmento, com dois pormenores.
Não tinha só medo, tinha muito medo, mas a vontade de viajar ultrapassava isso.
Nada que uns comprimidos não ultrapassassem.
Depois ainda há os que têm medo, mas que nunca vão voar num deles, como por exemplo neste.
Fez há dias 50 anos que o mítico Boeing 747 voou pela primeira vez, ganhando, devido às suas dimensões, a alcunha de Jumbo.
O 747-400, a versão mais conhecida e bem-sucedida do modelo, está entre os aviões mais rápidos ainda em serviço, com uma velocidade de cruzeiro de aproximadamente 913 quilómetros por hora, podendo acomodar 524 passageiros em voos domésticos com duas classes.
A Casa Branca encomendou dois 747-8 - o modelo mais recente - para substituírem os famosos Air Force One, sendo que Donald Trump pediu para que os mesmos sejam pintados com as cores dos Estados Unidos - vermelho, azul e branco - mas só têm entrega prevista para 2024.
Ou seja, para voar a bordo de um, Trump terá de voltar a ganhar as eleições.
Espero bem que não!

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