Há quem diga que só se vive uma vez.
Na sequência desta convicção, surge a ideia que há coisas que não podem deixar de se fazer, nem que seja um ato isolado.
Por isso vou fazer uma afirmação que me pode custar caro.
O juiz Neto de Moura é palerma!
Agora já está, não posso voltar atrás.
Falando mais a sério.
O polémico juiz desembargador Joaquim Neto de Moura, magistrado do Tribunal da Relação do Porto, quer processar jornalistas, humoristas e políticos que, na esfera pública, criticaram as suas decisões judiciais.
Será que ele acha que está a cima de crítica?
Não tenho conhecimentos jurídicos para colocar em causa a correção das suas decisões, mas dizer em acórdãos que uma normal discussão já está a ser tratada como violência, quando o agressor rebentou um tímpano à companheira com vários murros, ou desvalorizar a violação de uma mulher por dois homens, dando como exemplo o apedrejamento de mulheres adúlteras, como é ordenado na Bíblia, parece-me uma falta de inteligência.
Claro que Neto de Moura se pós a jeito.
Como não consegue ter protagonismo pela sua competência - talvez gostasse de aparecer como Ivo Rosa ou Carlos Alexandre - vai escrevendo umas parvoíces.
Mas bem mais grave do que isso, é que está a colocar em perigo vidas humanas.
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