Acho que foi da voz do Manuel Russo - o amigo que nos deu a conhecer Oriola - que ouvi a primeira vez esta expressão: "O Alentejo não é melhor, nem pior, é diferente!"
Perto da hora de almoço, a campainha de casa tocou.
Fui abrir - enquanto a Princesa grelhava um entrecosto - e era o Ti Clides, como é conhecido o proprietário da Fercarnes, uma das excelentes empresas de Oriola.
"Gostam de vagens biológicas de feijão frade?"
Ri-me e exclamei: "Não faço ideia, nunca comi!"
Ele deixou-nos um saco delas, ao que juntou pimentos, tomates e curgetes.
"Tudo biológico", explicou na despedida.
Não haverá muitas aldeias assim!

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