Curiosamente também era sábado.
Fui nesse dia que eu e a Princesa deixámos a clandestinidade, para passarmos a viver de papel assinado.
Foi há 28 anos.
“Esperto, vê lá o que diz sobre o jogo de ontem”.
“Nada de especial, só as habituais análises e reações”.
“E o Jorge Jesus ainda lá está?”.
“Parece que sim”.
“Raios!”.
Até logo.
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