Na altura era uma das tradições em casamentos.
Vender a liga da noiva ou o laço – ou gravata – do noivo.
No nosso aconteceu o mesmo.
O laço foi adquirido pelo meu Amigo Romeu Joaquim que o guardou durante muitos anos.
Há tempos ele entrou em contacto com o Ricardo e disse-lhe que tinha lá uma coisa para lhe dar.
Só este ano o encontro se proporcionou e o Romeu ofereceu o laço ao Ricardo, que depois o fez chegar a Oriola.
Cá está ele... 28 anos depois.
Este ano até nos atrasamos um bocadinho, mas a tradição está cumprida.
A nossa árvore de Natal já está à espera das prendas.
Como já expliquei muitas vezes, este dia da oficialização da nossa relação, não é a data que festejamos com mais efusividade.
Os festejos mais fortes ocorrem a 30 de abril – 33 anos em 2022 – mas para o almoço de hoje fiz uma excelente carne de porco à alentejana, regada com uma Reserva tinto que a Maria da Adega Monte Cruz ofereceu à Princesa a semana passada.
Excelente!
“Esperto, então ainda nada?”.
“Nada de quê?”.
“Do Jesus?”.
“Daqui a vinte dias faz anos que ele nasceu”.
“Não é esse, o do Benfica”.
“Ah, esse. Nada”.
“Que aborrecimento!”.
Até logo.
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