No dia em que tivemos o primeiro vermelho da prova – o premiado foi o guarda-redes do País de Gales, Hennessey, recuperamos o nome de Enner Valencia, equatoriano que marcou os dois primeiros golos do Mundial e hoje acrescentou mais um à sua candidatura ao melhor marcador do Catar’22.
Ainda não temos nenhuma seleção apurada para os oitavos, mas já temos uma fora do apuramento, logo aqueles que têm a chave da casa.
Esta manhã em Portugal, os iranianos já cantaram o hino.
Há duas hipóteses.
No primeiro jogo tinham-se esquecido da letra ou receberam algum telefonema de Teerão.
Louis van Gall, selecionador neerlandês, encontrou um admirador improvável.
Um jornalista senegalês - do mesmo grupo do Países Baixos - disse-lhe: “Sou um jornalista que acaba de começar e não tenho nenhuma pergunta, só queria demonstrar a admiração que tenho por si desde os três anos”.
No final da conferência de imprensa os dois trocaram um abraço.
Mais uma curiosidade extraída de um jogo de hoje, entre os anfitriões e os senegaleses.
Na seleção da casa todos jogam no campeonato local, já os jogadores do Senegal são todos emigrantes da bola.
A diferença viu-se nas quatro linhas.
Amanhã temos a última jornada da Ronda de Elite da Liga dos Campeões de futsal.
Um empate chega aos leões, a vitória dos encarnados é fundamental, mas pode não chegar.
Até amanhã.



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