Adormeci a pensar na desfaçatez de Anastácio Alves, antigo padre madeirense que está acusado de abusos sexuais e estava desaparecido desde 2018.
Em conjunto com os seus advogados, patrocinado por um jornal com pouca credibilidade, apresentou-se na Procuradoria-Geral da República, afirmando que quer colaborar com a justiça, mas só se lembrou cinco anos depois.
É preciso não ter um pingo de vergonha na cara.
Até logo.

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