“Sabes o que aconteceu a 9 de janeiro de 2023?”, perguntou o ESPERTO.
“Que raio de pergunta, deve acontecido muita coisa!”.
“Tens razão, mas no ESPERTO d’A BOLA de hoje vou informar-te que faz um ano que Roberto Martínez foi apresentado como o novo selecionar nacional, ocupando o lugar de Fernando Santos”.
“Já fez um ano!? Bolas, o tempo passa muito depressa”.
“Ele que foi, ainda muito antes de ser anunciado, a tua aposta para a seleção”.
“Pois foi, um palpite que foi certeiro. O que nos trazes sobre ele?”.
“A Federação Portuguesa de Futebol fez uma entrevista rápida ao treinador espanhol, de onde retirei algumas revelações engraçadas”.
“Vamos lá conhece-las”.
“Antes, porque eu não sabia, deixo-te aqui o percurso dele como jogador, que passou por Espanha (Saragoça e Balaguer), Escócia (Motherwell), Inglaterra (Wigan, Walsal e Chester) e País de Gales (Swansea), sendo treinador na equipa galesa, Wigan e Everton e a seleção belga antes de chegar à seleção das quinas. Relativamente a declarações, ele que se esforçou desde sempre por tentar falar em português, confessou a palavra mais difícil do hino é egrégios”.
“Até eu me engasgo nessa palavra, um adjetivo que significa inspirar grande admiração”.
“Verdade! A primeira camisola que recebeu da seleção foi diretamente para os Pais, que colecionam as camisolas dos clubes por onde passou o filho, leva para os jogos um amuleto, uma medalha de San Cristo de Balaguer, o padroeiro da sua terra, sendo que a última coisa que diz aos jogadores antes de um jogo é desfrutar”.
“Só espero que seja o segundo treinador a ganhar o Europeu por Portugal”.
Até amanhã.

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