"O homem que se vende recebe sempre mais do que vale."
(Apparicio Torelli)
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
25 de Dezembro
Há 108 anos, nasce Humphrey Bogart, actor de teatro e cinema norte-americano.Tinha 58 anos.
in Wikipédia
Ponto e vírgula
Se fosse num orgão de comunicação social, era um ponto e vírgula, Edição Especial.
No Tio Jorge é apenas o registar de um número redondo.
1.000 posts.
Muita coisa ficou por escrever, mas procurei sempre tentar não desiludir os que todos os dias por aqui passam.
Obrigado para eles.
No Tio Jorge é apenas o registar de um número redondo.
1.000 posts.
Muita coisa ficou por escrever, mas procurei sempre tentar não desiludir os que todos os dias por aqui passam.
Obrigado para eles.
O Canto da Princesa
Mais um Natal que passou.
A família toda junta em convívio e com muito trabalhinho à mistura. Aqui tiro o chapéu à D. Berta, minha mãe. Apesar de ajudarmos em alguma coisa, a responsabilidade da parte gastronómica é toda dela.
É uma espécie de dom que nasceu com ela. Tudo é preparado ao pormenor, desde o bacalhau às couves, do borrego ao peru, enfim os pratos vão desfilando como se de a mesa fosse uma passerelle.
Seja feita justiça a quem passa grande parte destes dias na cozinha com o objectivo de ver os “seus mais que tudo”, confraternizarem à volta da mesa.
Os presentes, este ano, foram mais que muitos. Fizeram-me lembrar os Natais em que o Ricardo e a Cláudia eram pequenitos. Com o nosso Tomás as prendas pareciam intermináveis. Durou e durou a distribuição, que mais uma vez ficou a cargo do “Cacucho”.
O meu Menino Jesus foi generoso. Camisolas, filmes, livros, roupa interior e chocolates e ainda alguns euros em moeda que nos fazem sempre jeito.
Gostei de estar mais um ano com a família reunida e tudo ter corrido bem.
Sim, porque também é nestas alturas que, quer queiramos quer não, nos vem à cabeça que existe quem não pode dizer o mesmo.
Célia Paulino
A família toda junta em convívio e com muito trabalhinho à mistura. Aqui tiro o chapéu à D. Berta, minha mãe. Apesar de ajudarmos em alguma coisa, a responsabilidade da parte gastronómica é toda dela.
É uma espécie de dom que nasceu com ela. Tudo é preparado ao pormenor, desde o bacalhau às couves, do borrego ao peru, enfim os pratos vão desfilando como se de a mesa fosse uma passerelle.
Seja feita justiça a quem passa grande parte destes dias na cozinha com o objectivo de ver os “seus mais que tudo”, confraternizarem à volta da mesa.
Os presentes, este ano, foram mais que muitos. Fizeram-me lembrar os Natais em que o Ricardo e a Cláudia eram pequenitos. Com o nosso Tomás as prendas pareciam intermináveis. Durou e durou a distribuição, que mais uma vez ficou a cargo do “Cacucho”.
O meu Menino Jesus foi generoso. Camisolas, filmes, livros, roupa interior e chocolates e ainda alguns euros em moeda que nos fazem sempre jeito.
Gostei de estar mais um ano com a família reunida e tudo ter corrido bem.
Sim, porque também é nestas alturas que, quer queiramos quer não, nos vem à cabeça que existe quem não pode dizer o mesmo.
Célia Paulino
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Um lugar comum
Ontem fui ver o que tinha postado há um ano atrás, nesta época do ano.
Uma questão de curiosidade, tendo concluído que a produção era bem maior.
A disponibilidade era outra, donde posso concluir que as exigências universitárias e não só, deixavam-me mais minutos para transmitir as minhas ideias.
Continuo a gostar do Natal e a não admirar muitas coisas que vou vendo e ouvindo por aí.
Mas agora não há muito tempo para mais.
Não posso fugir a um lugar comum.
Um excelente Natal para todos os que por aqui passam, diariamente ou de vez em quanto.
24 de Dezembro
Há 483 anos, morre, em Cochim, na Índia, o navegador português Vasco da Gama.Tinha 55 anos.
in O Leme
domingo, 23 de dezembro de 2007
23 de Dezembro
sábado, 22 de dezembro de 2007
Penso, logo...
"Os que menos sabem governar-se são os que mais ambicionam governar os outros."
(Marques de Maricá)
(Marques de Maricá)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Ponto e vírgula
Passo aqui grande parte das minhas horas disponíveis.
O mesmo trabalho, a mesma visão, a mesma rua.
Tudo igual, todos os dias.
Há pouco chegaram as inteligências pardas.
Tanto sorriso, tanta hipocrisia, tanta falta de vergonha.
Porque somos assim?
O mesmo trabalho, a mesma visão, a mesma rua.
Tudo igual, todos os dias.
Há pouco chegaram as inteligências pardas.
Tanto sorriso, tanta hipocrisia, tanta falta de vergonha.
Porque somos assim?
Subscrever:
Comentários (Atom)









