terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Dominica

O Canto da Princesa

Encerrámos mais um ano.
Fazemos um balanço do que se passou e pensamos no que agora se inicia.
Eu não sou diferente de ninguém, mas confesso que não pertenço ao grupo que traça grandes metas para os 12 meses que aí vêm.
Deixo os dias fluírem com naturalidade, sem fazer grandes planos, porque defendo que quanto mais contas se fazem, maior é a probabilidade de saírem furadas.
Desejos que possa ter… vejamos… que o Ricardo continue a ser bom estudante e bom desportista, que o Tio Jorge termine a sua licenciatura, assim como a Cláudia.
Estes são mais específicos, porque para a família e todos os que me rodeiam, peço saúde e sorte.
Quanto ao resto, gostava de ver melhorias em vários sectores da nossa sociedade, mas não me alongo porque corro o risco de ser acusada de utópica.
Vou sonhando com um mundo melhor, de braço dado com uma esperança que alimenta esta longa-metragem que é a minha vida.
Um grande ano para todos.

Célia Paulino

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

E agora... 2008

Apesar de haver para aí uns apressados, que já estão a festejar o novo ano, lá para os antípodas, só agora vou começar a preparar o meu reveillon.
Como hoje tive que trabalhar – alguém tem de o fazer nesta País de gazetistas – só agora deixo aqui o voto sincero de um 2008 Enorme, com Saúde, Amor, Paz, Dinheiro e Sexo.
Bem... a ordem das prioridades deixo à sua escolha.
Nos intervalos da sua falta de tempo, continue a ler o Tio Jorge.

Gang de comboio

O Gang do almoço diário, ou seja de trabalho, fez a segunda incursão até bandas da Mealhada.
Eu sei que já foi na sexta-feira, mas como já expliquei acima... blá, blá, blá...
Desta vez fizemos uma inovação.
Para almoçarmos de forma descansada, no que aos níveis alcoólicos diz respeito, fizemos a deslocação de comboio.
Intercidades, na ida e Alfa Pendular no regresso.
Os meus três companheiros de viagem, ficaram meio desconfiados quando lhes indiquei esta possibilidade.
Agora, acho que já não os consigo convencer a ir de automóvel.
Sobre o leitão, o habitual... de chorar por mais.
Para o ano lá estaremos... de novo.

Penso, logo...

"Às vezes é bom acreditar na evolução e pensar que o homem ainda não está concluído."

(John M. Henry)

Cantanhede - Coimbra

31 de Dezembro

Há 138 anos, nasce Henri Matisse, pintor, desenhista e escultor francês.
Morreu com 85 anos.

in Wikipédia

Djibuti

Surpresa

Esta é uma época delas, das surpresas.
Aparecem por todo o lado.
Nas prendas de Natal, nos clubes de futebol, nas administrações dos Bancos, até na blogoesfera.
Pois é, no fim-de-semana o servidor do Blogger foi de férias e não houve posts para ninguém.
Eu sei que é uma esquisitice minha, mas custava muito deixar por aí, numa qualquer curva da Net, uma indicaçãozinha do que se passava?
O Tio Jorge está de volta… enquanto deixarem.

Olha... sobra espaço ao lado da foto...?
Posso escrever mais qualquer coisa, sei lá... por acaso fiquei chateado de não puder postar durante dois dias.
Será que isto já é vício?
Há 14 meses que faz parte do meu dia a dia.
E eu gosto.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Boa prenda

E já ficou para trás outro Natal.
A Célia e o Ricardo já escreveram, por aqui, do nosso.
Apesar de não ser um cristão crente, trata-se de uma época do ano de que eu gosto, principalmente, por causa da reunião familiar.
A possibilidade de estarmos juntos durante o ano é cada vez mais escassa, fruto desta vida acelerada onde estamos envolvidos.
Também recebi algumas lembranças, mas a melhor de todas foi poder estar umas boas horas juntos, com a “famelga” mais próxima.
Que venha o próximo.

Penso, logo...

"Uma palavra nova é como uma semente fresca que se coloca no terreno da discussão."

(Ludwig Wittgenstein)

Vila Velha de Rodão - Castelo Branco

27 de Dezembro

Há 98 anos, nasce Marlene Dietrich, actriz e cantora alemã, naturalizada norte-americana.
Morreu com 91 anos.

in Wikipédia

República Democrática do Congo

A boina de Saragoça

Bem, esta semana escrevo em terras lusas.
Finalmente chegaram as tão ansiadas e merecidas férias.
Já não era sem tempo, as saudades já eram muitas, o tempo teimava em não passar e depois o frio também não estava a ser nada amigo, cada dia que passava mais baixa era a temperatura.
A ansiedade começava a reinar lá em casa.
Pensei para comigo falta pouco, muito pouco mesmo!
Ultimavam-se os preparativos, quando, como decidimos vir de avião, verificámos que tínhamos um grande problema para resolver: o limite de peso máximo de 20 quilos.
Só a minha mala vazia pesava dez. Juntando tudo o que queria trazer, prefazia um total de 33 quilos. Não estava fácil a arrumação, mas com muito esforço e metade da bagagem de fora, lá conseguimos que as malas tivessem todas o peso máximo permitido, pois cada quilo a mais significava uma multa de 9 € por cada um. Um horror!
A Catarina ia andar de avião pela primeira vez. Os nervos estavam em franja e não quis dormir, disse que preferia ficar acordada. E assim foi, ficando de volta dos trabalhos.
Ás três e meia da manhã o despertador tocou!
Hora de levantar, quando tinha acabado de me deitar, nem força tinha para abrir os olhos. Mas parei e pensei: vamos para casa!
Com rapidez despachamo-nos. Uma última volta pela casa para ver se não faltava nada, um spray para dar um cheirinho agradável e um tacho atrás da porta de casa para assustar a senhoria, que anda danada para ir espreitar a casa sem ninguém lá estar. Esperamos que ela não tente lá entrar.
Deixamos a casa para trás e partimos em direcção à estação dos comboios onde o autocarro nos ia levar até Madrid. O motorista tinha aspecto de guitarrista de um grupo de heavy metal, o que nos fez pensar que a viagem até a capital espanhola ia ser bem interessante. O tempo estava mau, muita chuva e algum nevoeiro, as estradas muito perigosas.
Saímos já com algum atraso de Saragoça, sempre a abrir estrada fora com algumas travagens bruscas à mistura. Quase quatro depois chegámos a Madrid.
O aeroporto, aquele monstro nas imediações da cidade, é algo que fica na nossa memória. O meu coração estava muito acelerado. Quem me conhece sabe que não gosto de andar de avião, pois é demasiado pequeno para uma pessoa claustrofóbica, mas depressa a ansiedade passou.
A Catarina estava branca, por momentos pensei que fosse começar a gritar ou ter algum ataque de pânico. Mas não, tudo correu bem, pois a vontade de chegar a Lisboa era mais forte.
As malas vinham um pouco abaladas com a viagem, até um pouco destruídas também,o dia a dia de quem tem de andar de avião.
À nossa espera estavam os pais e uma prima da Ana, a minha mãe, mana e o Paulo Zé e o Hélio, um companheiro de faculdade, que acima de tudo é um grande amigo.
A partir de hoje vão ser três semanas onde vamos poder estar com a nossa família, com os nossos amigos e curtir à grande estas férias. O Natal já foi passado como manda a tradição.
Agora vem a entrada para o novo ano onde reinará a diversão.
Beijos de Alverca.
Até Quinta-feira.

Cláudia Paulino

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007