Esta semana o tema é a lei anti-tabaco.
Serão os fumadores agora vítimas de perseguição?
Começo por dizer que estou de acordo. Não totalmente, mas em grande parte.
Concordo com a proibição nos restaurantes, locais onde se come acho por bem que não se fume, a não ser que haja um sítio indicado para o fazer.
Ainda hoje falava com a
Palhota sobre isso. Eu e a minha parceira de fumo levantamo-nos e vamos até à rua. Claro que já solicitámos ao Isaías, um cinzeiro porque senão, a frente do
Retiro mais vai parecer um cemitério de beatas.
Em relação a discotecas e
pub’s já não alinho. São zonas de diversão, em que a bebida e a conversa, no segundo caso, puxa ao cigarrinho. Ainda há o caso dos centros comerciais. Alguém se imagina no meio do Colombo e ter de ir à rua fumar? Eu não, porque não vou lá enquanto não providenciarem uma zonas para os dependentes de nicotina.
Confesso que pensei que me incomodasse mais.
Tento espaçar mais os cigarros, sem grande alarme, mas ela tem razão, isto de proibir... Lá vem o ditado, o fruto proibido é o mais apetecido.
Acredito que haja muita gente que vai tentar deixar de fumar.
Não é o meu caso. Há-de chegar o dia em que vou querer largar o cigarrinho, mas por agora, não. E isto, meus amigos, os comprimidos e os tratamentos disto e daquilo, só fazem efeito se tivermos força de vontade.
Sei que fumar faz muito mal, no entanto isso continua a ser uma escolha de cada um.
Célia Paulino