Uma folha de papel em branco.Miro-a de soslaio.
Olha para ela, repito a função, mas nada.
A música já começou a tocar.
Já bebi o café da manhã, aquele da cápula roxa, amargo.
Hoje não tenho nada para escrever!
É sempre assim!
Nestas centenas de metros que separam a estação da CP da entrada do edifício onde trabalho – hoje ultrapassados debaixo de uma chuva chatinha - encontro diariamente, cinco, seis, há vezes mais, arrumadores de automóveis, aparentemente emigrantes de leste.
Cansativo este dia!
Obviamente, triste!
Depois de umas férias prolongadas - fruto da pouca sensibilidade da Junta de Freguesia de Alverca - regressam os treinos de ténis na escola da UJA.
Uma tarde/noite passada na Catedral.
Aquela é uma parte da cidade que não dorme.
Antes de tudo vai um recado para o Marquito.