quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A boina de Saragoça

Hoje faria 77 anos.
Fui visitá-lo e conversar um pouco com ele.
Tenho saudades dele.
Era dos poucos que conversava sem gritar, era paciente e estava sempre de sorriso na cara.
Parece que foi ontem que emigrou para outro sítio, melhor que o Planeta Terra, espero eu, e já se passaram 5 anos.
O tempo passa a correr, nunca lhe damos valor, corremos todos os dias e não damos atenção a pequenas coisas no dia-a-dia que no final nos fazem muita falta.
É preciso viver cada dia como se fosse o último, ter tempo para fazer o que mais gostamos e acima de tudo estar perto daqueles que mais gostamos.
Tenho saudades tuas avô.
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Primeira sensação

Considero-me uma pessoa bem informada.
Pelo menos procuro estar.
Ontem à chegada a Alverca, disseram-me que hoje haveriam comboios. “Está lá afixado ao lado da bilheteira”.
Fui lá confirmar.
Sim senhor, lá estava a informação dos comboios previsto para o dia 10 de Fevereiro, onde se incluia o meu vermelhinho, para cá e para lá.
Manhã cedo, nem um para amostra!
Que façam greve – apesar de ter passe para um mês, que não é prolongado como devia ser – eu até tolero.
Mas não emitam informações enganadoras!

De vez enquanto sinto que ele me segreda ao ouvido.
Sinto que ele nunca me vai deixar.
Hoje fazia 77 anos.
Parabéns Pai!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Pois o futebol é assim!
Gostei de algumas coisas e de outras nem tanto.
Não gostei no relvado - uma vergonha -, do resultado e da nossa, já habitual, ineficácia.
Mas fiquei satisfeito com a nossa prestação, que depois dos 4-0 à Espanha, voltámos a exibir-nos bem perante outra das melhores seleções mundiais.
Um derrota que ficou empatada no duelo Ronaldo-Messi!

Primeira sensação

Como diz a Princesa “… vendedores de automóveis!”
É um pouco assim.
Quando é para vender é tudo fácil.
O pior vem depois.
O Chico Picasso anda à espera de uma coisinha há mais de 6 meses.
Acabou a tolerância!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

A terça está a ser, cada vez mais, o dia em que a cozinha nos vai trazendo coisas novas.
Hoje fiz uma cataplana de lulas.
Para a primeira vez não ficou má, com um sabor bem interessante que lhe deu o açafrão.
Agora vou aproveitar para fazer aquelas tarefas que o relógio não deixa fazer noutros dias.

Rosa Sensual

Primeira sensação

Apesar de ter decidido deixar de ler as parvoíces daquele senhor que escreve livros, – apesar de não termos a certeza que sairam da sua imaginação – além de dizer baboseiras na SIC, depois de ter sido corrido da TVI, hoje escapou-me a vista para a sua página, na ressaca da banhada no Dragão.
Com a azia na ponta da caneta, fala na venda de Davil Luiz, como tendo sido um excelente negócio para o Benfica, face à sua qualidade, referindo-se depois ao central brasileiro desta forma “…as suas abundantes cotoveladas na cara dos adversários não gozarão em Inglaterra da mesma impunidade que aqui sempre foi lei.”
O mais curioso é que compara a qualidade do agora jogador do Chelsea, com a de Bruno Alves, que diz ser muito melhor e ter sido vendido mais barato.
Percebe-se!
O internacional português é muito melhor, principalmente na forma como agredia e continua a fazê-lo a colegas de profissão.
Quem devia levar umas valentes cotoveladas era Miguel Sousa Tavares.
Nos tins-tins!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Não é novidade que as coisas não vão bem pelas bandas de Sintra.
Como diz o ditado "Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".
Antes que o céu se transforme em trovoada, o diálogo deve prevalecer, mesmo que seja necessário questionar a hierarquia.
Espero que a solução não chegue tarde demais.

Primeira sensação

Não sei se foi da carecada de ontem, mas o que é certo é que fui apanhado de surpresa.
Está cá uma friagem esta manhã!
Até os pézinhos – coisa rara – ficaram gelados.
Também apanhados na curva foram os os utentes do Metro.
Uma greve parcial, até às 11:30 horas, deixou muitos à porta.
Nas ondas do éter, as queixas do costume: “Não sabia de nada”.
Sempre distraídos estes tugas!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Final de dia em casa da Kakui e do Marquito para vermos o Glorioso.
Foi uma vitória difícil, pois se os sadinos jogassem sempre assim, não estavam aflitos, como se encontram.
Depois com este Cosme Machado a apitar - que não consegue disfarçar o seu anti-benfiquismo - esta vitória por dois golos valeu por cinco ou seis.
Ainda não me esqueci da roubalheira que foi o Benfica-Académica, na jornada inaugural do campeonato.
A qualidade deste senhor é igual à quantidade de cabelo.
Zero!

Primeira sensação

Num dia em que as cachopas amarelas voltam a fazer das suas, com o campo seco, recordo o Candelária-Benfica de ontem.
Uma arbitragem escandalosa!
Em Portugal temos um clube que foi 9 vezes campeão consecutivamente, numa altura em que raramente os jogos eram televisionados.
Agora, quando a maioria dos jogos são difundidos pela net, todos podemos ver as barbaridades que os senhores árbitros praticam.
Alguém que explique aqueles dois, que milhares de portugueses viram o que eles fizeram para o Benfica não ganhar.
No fim ficou 4 a 4!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Como eu dizia por aqui há dias - um ou dois, já não sei bem - andam por aqui algumas competições caseiras que me dão muito gozo.
Para já, a rivalidade começa dentro do acampamento, onde eu e o Ricardo tentamos ser os melhores.
Futebol e hóquei em patins enchem o nosso fim-de-semana virtual, onde os bons e maus resultados nos dão excelentes gargalhadas.
Aproveito para enviar um grande abraço ao Pedro Jorge Cabral que tem o melhor site de hóquei em patins nacional.
É aqui.

Primeira sensação

Ora aí temos uma manhã propícia ao aparecimento de D. Sebastião.
Ao contrário do que é habitual, hoje a alvorada foi bem cedinho.
O Ricardo tem exame médico em Sintra, pelo que fiquei a dever umas horas à cama.
Coisas dos hóquei!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10!
Não, não estou a reaprender a contar.
A contagem faz parte de um exercício de fortalecimento muscular que o Ricardo anda a fazer.
Pressão sobre o pé, força na perna e vamos lá.
Trabalho para manter durante algum tempo!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Gosto de ter sempre qualquer coisa que me mantenha atento.
Vamos lá ver como é que eu explico isto.
Algo que me faça fugir da rotina.
Qualquer coisa que transforme o dia em algo de diferente.
Uma forma de manter interessante esta vida.
A única que vamos ter!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Após a fuga do Sol

Até já me cansa elogiar os meus jantares brilhantes!
Cada vez mais este união em redor da mesa, reforça a estrutura familiar, importante nos momentos difíceis que atravessamos.
Problemas que afligem uma grande maioria dos portugueses.
Uma classe média que cada vez mais sofre.

A boina de Saragoça

Hoje deixo-vos o meu pensamento do dia.
Chama-se Só de passagem.
Vale a pena ler e reflectir.

Conta-se que no século passado, um americano foi à cidade do Cairo no Egipto, como turista. Surgiu-lhe a oportunidade de aí visitar um famoso sábio e não a quis perder. Ficou, no entanto, muito surpreendido ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
- A vida na Terra é somente uma passagem... Apesar disso, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes.


Até para a semana.
Cláudia Paulino

Ponto e vírgula

Dois pormenores.
Raramente publico escritos de outros retirados de blogues.
Sou leitor habitual do Corpo Dormente do Bruno Nogueira.
Depois das explicações, um post bem divertido retirado do referido sítio.

Hoje voltei a ter carro.
No dia trinta e um de dezembro espetei-me, à campeão, na traseira de um carro.
Não foi só espetar-me. Foi como se o meu carro quisesse entrar pelo outro, à força.
Partir o vidro e sentar-se no banco traseiro, à patrão.
Aparte: Foi à tarde, para não começarem já a pensar que sou um bêbado inconsciente que vai conduzir embriagado.
Ou melhor, sou.
Mas não foi o caso nesse dia.
Voltando à história: esbardalhei-me contra num carro, o que é logo uma boa maneira de acabar o ano.
Ou isso, ou espetar uma lapiseira na menina do olho.
Quando reparei no carro em que tinha batido, apercebi-me que era um carro daqueles que tomamos consciência que a brincadeira vai sair cara.
Porsche Panamera.
Pois claro, ia lá agora espetar-me contra uma Ape 50 da Piaggio.
Não senhor, se é para fazer as coisas, que seja com muita dignidade.
E assim foi.
Sai o condutor do carro. Vem ter comigo e diz o seguinte:
"Epá, oh Bruno, que chatice, eu ainda por cima gosto tanto de ti".
E eu "Desculpa lá, claro que fui culpado, isso nem há discussão".
Ele: "Não te preocupes com isso, ficas com o meu contacto e depois combinamos para assinar a declaração amigável, que aqui as pessoas ficam todas a olhar, e reconhecem-te a ti e a mim".
Pausa.
Eu: "Ok, então dá-me lá o teu contacto, se fazes favor".
Trocámos contactos.
Como eu ia ter com o Eduardo Madeira, pedi-lhe para ele me ir buscar, porque o meu carro ia ser rebocado para o oficina, tal era o estado do bichinho.
Já no carro do Eduardo: "epá, aconteceu uma coisa muita estranha. A pessoa em quem eu bati devia estar a gozar comigo, porque disse para tratarmos de tudo depois para as pessoas não ficarem ali a reconhecer-nos aos dois".
Eduardo: "Mas quem era?"
Eu: "Eu sei lá, era um Carlos que mora aqui na zona e tem um Porsche Panamera.
Eduardo: "Oh, então tu foste bater no Carlos Martins?!"
Eu: "Exacto, é o nome dele. O que é que ele faz?"
Eduardo: "Bruno, é jogador do Benfica".
Pausa.
Resumindo, eu tenho a cultura futebolística de uma garoupa.
E mesmo assim acho que a garoupa era menina para dizer "ei, olha quem é ele, o gajo do Benfica".
Isto tudo debaixo de água, portanto também não se ia perceber grande coisa.

Hoje voltei a ter carro. Um mês depois ficou pronto.
Está como novo, mas cheio de si.
Não esquecer que ele foi ao Panamera do Carlos Martins.

Primeira sensação

Na ressaca do jogo de ontem ressaltam dois ou três registos.
Que o autocarro do Benfica, já no regresso, voltou a ser apedrejado.
Que naquele campo nenhum árbitro consegue ser, rigorosamente, honesto.
Que continuam a chover objectos para dentro do campo.
E a culpa não morre solteira.
Pinto da Costa é o nome dela!