terça-feira, 5 de abril de 2011

Primeira sensação

Em jeito de brincadeira, referi-me assim ao apagão na Catedral: “É a crise! Temos que poupar na fatura da eletricidade”.
Mas não gostei!
Não que tenha sido mais grave do que costumam fazer ao Benfica quando visitamos o Norte.
O ano passado, se lá tivessemos sido campeões, estava preparado o envio de largas centenas de bolas de golfe durante os festejos da vitória.
Mas nós temos que ser diferentes – para muito melhor – de um clube que tem um presidente condenado por corrupção desportiva.
Já agora, para todos aqueles que criticaram a falta de fair-play do Glorioso, o que tem a dizer ao facto de os jogadores azuis-e-brancos se terem recusado a entrar em campo de mão dado com crianças equipadas à Benfica?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

O almoço era perigoso.
Caldeirada de bacalhau, com muito molho.
Cuidados redobrados, mas mesmo assim, um côdea fugidia que caiu no molho, deixou algumas pequenas nódoas, na zona da gravata, escondida dentro da camisa.
Comboio a meio da tarde, depois, numa tarde quente, fui a pé, recordando os vulcões de água da Expo'98, durante mais de 20 minutos.
Uma paragem a meio caminho para tirar a gravata, arregaçar as mangas e fazer descansar o casaco em cima do braço, mas logo as marcas na camisa se revelaram, atrevidas.
Ainda com tempo, 10 minutos num banco de jardim, uma jola bem fresquinha ao lado, um vento que soprava agradavelmente, oportunidade para repor a vermelhinha em torno do pescoço.
O diagnóstico foi normal, com exames para fazer e desenvolvimentos dentro de um mês.

A história de um dia diferente ou uma ficção quase real.

Primeira sensação

Já duram há alguns anos.
As dores nos meus joelhos, mais no direito, ao qual já foi operado há 24 anos, mas com o esquerdo também a queixar-se.
Entre algumas pancadas nas cachopas amarelas e uns pontapés na bola, o gelo vai ajudando a andar com o mínimo de qualidade.
Hoje chegou a hora de ir ao Doutor Varatojo, o mesmo que operou a Cláudia.
Vamos lá ver qual vai ser o diagnóstico.

domingo, 3 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Uma alteração de última hora, deixou-nos em Alverca, sem deslocação à Luz.
A hora tardia do jogo do Ricardo - vitória de 10-0 na nossa terra - os meus joelhos que andam queixosos - amanhã vou ao Doutor - e as habituais tropelias vindas de Norte, contribuíram para esta decisão.
Os batoteiros acabaram por ser campeões, num ano em que cedo os árbitros definiram que o Benfica não podiam renovar o título.
Enquanto algumas pessoas se mantiverem no futebol nacional, as coisas vão manter-se assim.
Premiando os vigaristas!
Por estas e por outras é que os estádios estão cada vez mais vazios!

Primeira sensação

Espreito através do vidro da janela da sala.
O tempo está feio.
Vento e frio, com umas nuvens a prometerem chuva.
Mas enquanto ele não chega, vamos lá bater nas cachopas amarelas em dia de ida à Catedral e de cortar o cabelo.

sábado, 2 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Foi o que eu costumo apelidar de um sábado perfeito.
Tudo em grande tranquilidade, como diria o selecionador nacional, Paulo Bento.
Por falar no cargo, estive a ouvir na RTP o anterior titular do título, Carlos Queiros.
Dois esclarecimentos: sempre gostei da sua postura como cidadão, da mesma forma que não admiro a sua localização política.
Mas cada vez mais me convenço que somos um país favorável aos compadrios.
Se fossemos uma república séria, Laurentino Dias, Luis Horta e companhia já estavam à procura de outro emprego.

Primeira sensação

Pois é!
Ontem foi o 1º de Abril, o tradicional dia das mentiras.
O Tio Jorge não fugiu à tradição e deixou a sua.
Claro que o maquinista nos levou direitinho até ao destino sem greves a meio, nem boleias na Herbie.
Agora vou-me despachar para ir jogar uma futebolada.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

O final do dia foi mais calmo.
Regresso a casa a horas, de comboio, sem paragens imprevistas.
À noite a surpresa de ver - no Facebook - a Ana, amiga do Pico, que nos faz ter mais saudades daquela maravilhosa ilha.
Apesar da época ser de crise, temos que lá voltar.
Em breve, espero!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Em mais um dia de paralização na CP, com a promessa de serviços mínimos nas primeiras horas do dia, fui até à estação ver como paravam as modas.
Lá estava o meu vermelhinho das 7 e 22 que partiu pontualmente.
O pior foi depois!
Chegados à Bobadela, vi o maquinista sair da cabine – eu ia na primeira carruagem como habitualmente – que foi de pronto rodeado por diversos passageiros.
Aproximei-me ainda a tempo de o ouvir dizer “vou fazer greve a partir de agora”.
Enquanto uns tentavam demovê-lo e outros lhe atiravam uns piropos ordinários, eu, percebendo que nada havia a fazer, encaminhei-me até à Nacional 10 que passa ali ao lado, procurando um autocarro ou uma boleia.
Chegou primeiro a segunda, com um avôzinho simpático a dar-me uma carona no seu Carocha amarelo.
Se tivesse um número na porta parecia a Herbie.
Deixou-me na Segunda Circular, em frente ao Estádio da lagartagem, onde alguns minutos depois apanhei o Metro – por acaso hoje não havia greve – que me trouxe até ao trabalho.
Linda forma de começar o dia!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Hoje estou virado para dois assuntos.
O tempo e mais uma greve da CP.
Sobre os comboios... estamos falados. Afinal as greves são contra uma possível privatização.
A temperatura é que está um bocadinho tonta.
Amanhã a máxima vai chegar aos 25 graus ou mais.
Mas no sábado até parece que vai chover.
Vá-se lá perceber isto.
O melhor é privatizar o Sol.
Mas antes das eleições a 5 de Junho!

A boina de Saragoça

Parece que começou a Primavera.
O Sol a raiar desde cedo até ao anoitecer.
Gosto destes dias, mas não gosto do calor que surge com eles.
Digamos que não me dou muito bem com a temperatura alta, até já fiquei com umas férias estragadas por causa do calor e se não tomo as devidas precauções volta a acontecer o mesmo.
Contudo, parece-me que nestes dias as pessoas andam mais coloridas, mais alegres, mais bem-dispostas, esquecendo um pouco os problemas da vida.
Será que este ano o mês de Abril conseguirá evitar o ditado popular “Abril, águas mil”?
Vamos esperar para ver.
Ai, quase que me esquecia.
Ontem foi o aniversário de Poborsky, o melhor jogador de sempre da história do futebol.
Deixo-lhe aqui uma mensagem de parabéns, pois estou certa que é um leitor assíduo do Tio Jorge.
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Primeira sensação

Mais um mês que termina.
E acaba com Sol.
Segundo as previsões, Abril vai ser solarengo.
O quarto mês do ano, vai ter, só, dezoito dias e meio de trabalho, para mim e para mais alguns.
Parece injusto?
Bem, também é para aqueles que estão pagar a crise.
Alguns, repito!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Esqueci-me desta ontem!
O puto fez mais uma boa.
Mandou o telemóvel sozinho a Lisboa.
Depois esperou por ele na paragem do autocarro, tendo ele regressado todo satisfeito pelo passeio.
A viagem de emancipação do LG branco do Ricardo.

Primeira sensação

Sinto-me irritado!
Comigo próprio.
Conheço as minhas limitações, nomeadamente as comportamentais, consigo lidar bem com elas, mas nem sempre as coisas correm bem.
Quase que exigo aos que me rodeiam, que sejam perfeitos, quando eu não sou.
Ao longo dos anos tenho vindo a corrigir-me, sempre com a ajuda da Princesa, mas ainda estou longe do topo.
Este é um trabalho individual que eu vou superar com êxito.
Tenho a certeza!

terça-feira, 29 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Já o disse por várias vezes!
Os nossos verdadeiros amigos, não são aqueles com quem falamos todos os dias, mas aqueles de que nunca nos esquecemos.
O Tó é um deles.
Nestas últimas semanas, uma máquina voadora, mais teimosa, fez com que permanecesse vários dias no México.
No regresso, chegou uma lembrança.
Uma garrafinha de tequila, Corralejo de seu nome.
Já provei e é bom.
Obrigado Amigo!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Terminado O Anjo Branco, o último título do José Rodrigues dos Santos – muito melhor escritor do que pivot televisivo – virei-me, como já tinha prometido, para Ken Follett, uma prenda da Kakui no dia do Pai.
Noite Sobre as Águas é uma espécie do Expresso do Oriente dos ares, uma ficção passada no início da Segunda Guerra Mundial.
A história promete!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Após a fuga do Sol

No dia em que a Princesa foi à revisão - aquelas coisas que as mulheres não devem descurar - aconteceu um facto pouco vulgar no acampamento.
Jantei sozinho com o puto.
Um belo frango com esparguete, complementado por uma conversa bem agradável.
Franguinho que ainda chegou para o meu amor!

Primeira sensação

Fim de semana muito atribulado.
A queda do Ricardo, muito aparatosa, mas apenas com umas negras.
A minha queda, literalmente de cú no chão, mas pouco mais.
A derrota dos miúdos do Sintra, dolorosa, mas que pode vir a ser benéfica.
E as eleições do rival da 2ª Circular?
Melhor do que saber ganhar, é saber perder!