quinta-feira, 7 de abril de 2011

Primeira sensação

Antecipei o casual day esta semana.
Motivo: uma ida à Catedral para ver o jogo com os holandeses.
Eu e o Ricardo vimos os dois confrontos anteriores para a Liga Europa, com alemães e franceses.
Não foram dois jogos fáceis, mas depois a prestação fora de portas foi convicente.
Se não se importam resolvam lá isso já hoje!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Um apetite matinal transformou-se em realidade.
A Princesa fez um - mais uma vez - excelente empadão.
Tivemos outro dia de Champions, onde já me ficou uma certeza.
Vamos ter uma equipa espanhola na final, depois da goleada do Barça e a vantagem do Manchester no duelo britânico.
Do Norte chegaram belas notícias.
A Áurea e o Orlando estão a caminho de ser pais.
Força com isso, carago!

Primeira sensação

Acontece-me por vezes.
Esta primeira sensação estar desinspirada.
Podia falar do tempo, que nos vai dando algumas alegrias.
Podia falar do meu relógio, que em pouco tempo perdeu as duas pequenas argolas da bracelete e foi substituído.
Podia falar do empadão que me apetece para o jantar.
Podia falar de muitas coisas.
Mas não me apetece!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Final de dia com a Champions.
Uma vitória normal do Real Madrid e uma vitória anormal do Schalke 04 em San Siro.
Para quem dizia que estes alemães, quando derrotaram o Glorioso, eram fracos, está aqui o desmentido.
Depois, tempo para recuperar as imagens dos toscos e louros do Benfica: Stromberg, Maniche, Magnusson, Thern e Schwarz.
Um quinteto escandinavo de luxo que deixou saudades.

Ponto e vírgula

Para minha satisfação – eu sei que alguns amigos vêm aqui todos os dias, mas só para ler os meus disparates – o meu grande Amigo MZM deixou por cá algumas observações, como ele mesmo escreveu, em jeito de desabafo.
Fizeste muito bem, pois dá-me oportunidade para esclarecer dois ou três pormenores.
Do lado desportivo.
Em minha opinião, o clima que se vive no futebol nacional foi criado por Pinto da Costa e por José Maria Pedroto.
Na altura era preciso criar um inimigo, para espicaçar os azuis-e-brancos, principalmente quando passavam a ponte da Arrábida, rumo a Sul. Portanto nada como criar uma guerra contra os mouros.
Com o passar dos anos, foram-se acumulando asneiras dos dois lados da barricada, com PC a aliar-se, conforme lhe dava jeito, a um dos grandes de Lisboa, mas nunca em simultâneo, claro.
Como dentro do campo o desequilibrio se ia mantendo, foi preciso recorrer a outros estratagemas.
Nem vale a pena falar sobre a revelação das escutas, ficando apenas por saber durante quantos anos – se é que já acabou – foram condicionados/subornados os árbitros.
Não sei se alguma vez se saberá quantos títulos ganhou o FC Porto exclusivamente com o seu mérito.
Quando PC terminar o seu mandato, todo o futebol português vai melhorar.
Vamos ao lado político.
Gostei de tua recordação daquelas belas noitadas de Trivial.
Bons tempos!
Nunca escondi que sempre fui simpatizante e votante do Partido Socialista, depois de uma candidatura à Associaçãio de Estudantes da Escola Secundária pelo MRPP, pouco depois do 25 de Abril. Lembras-te Manel?
Sempre me pareceu ser o partido mais equilibrado.
Mas contrariamente ao meu coração benfiquista, o meu lado rosa não é radical.
E apesar de ainda estar em dúvida no meu voto para 5 de Junho, uma coisa tenho a certeza.
Não vai cair para o PS e muito menos para os que estão à sua direita!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Em jeito de brincadeira, referi-me assim ao apagão na Catedral: “É a crise! Temos que poupar na fatura da eletricidade”.
Mas não gostei!
Não que tenha sido mais grave do que costumam fazer ao Benfica quando visitamos o Norte.
O ano passado, se lá tivessemos sido campeões, estava preparado o envio de largas centenas de bolas de golfe durante os festejos da vitória.
Mas nós temos que ser diferentes – para muito melhor – de um clube que tem um presidente condenado por corrupção desportiva.
Já agora, para todos aqueles que criticaram a falta de fair-play do Glorioso, o que tem a dizer ao facto de os jogadores azuis-e-brancos se terem recusado a entrar em campo de mão dado com crianças equipadas à Benfica?

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

O almoço era perigoso.
Caldeirada de bacalhau, com muito molho.
Cuidados redobrados, mas mesmo assim, um côdea fugidia que caiu no molho, deixou algumas pequenas nódoas, na zona da gravata, escondida dentro da camisa.
Comboio a meio da tarde, depois, numa tarde quente, fui a pé, recordando os vulcões de água da Expo'98, durante mais de 20 minutos.
Uma paragem a meio caminho para tirar a gravata, arregaçar as mangas e fazer descansar o casaco em cima do braço, mas logo as marcas na camisa se revelaram, atrevidas.
Ainda com tempo, 10 minutos num banco de jardim, uma jola bem fresquinha ao lado, um vento que soprava agradavelmente, oportunidade para repor a vermelhinha em torno do pescoço.
O diagnóstico foi normal, com exames para fazer e desenvolvimentos dentro de um mês.

A história de um dia diferente ou uma ficção quase real.

Primeira sensação

Já duram há alguns anos.
As dores nos meus joelhos, mais no direito, ao qual já foi operado há 24 anos, mas com o esquerdo também a queixar-se.
Entre algumas pancadas nas cachopas amarelas e uns pontapés na bola, o gelo vai ajudando a andar com o mínimo de qualidade.
Hoje chegou a hora de ir ao Doutor Varatojo, o mesmo que operou a Cláudia.
Vamos lá ver qual vai ser o diagnóstico.

domingo, 3 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Uma alteração de última hora, deixou-nos em Alverca, sem deslocação à Luz.
A hora tardia do jogo do Ricardo - vitória de 10-0 na nossa terra - os meus joelhos que andam queixosos - amanhã vou ao Doutor - e as habituais tropelias vindas de Norte, contribuíram para esta decisão.
Os batoteiros acabaram por ser campeões, num ano em que cedo os árbitros definiram que o Benfica não podiam renovar o título.
Enquanto algumas pessoas se mantiverem no futebol nacional, as coisas vão manter-se assim.
Premiando os vigaristas!
Por estas e por outras é que os estádios estão cada vez mais vazios!

Primeira sensação

Espreito através do vidro da janela da sala.
O tempo está feio.
Vento e frio, com umas nuvens a prometerem chuva.
Mas enquanto ele não chega, vamos lá bater nas cachopas amarelas em dia de ida à Catedral e de cortar o cabelo.

sábado, 2 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

Foi o que eu costumo apelidar de um sábado perfeito.
Tudo em grande tranquilidade, como diria o selecionador nacional, Paulo Bento.
Por falar no cargo, estive a ouvir na RTP o anterior titular do título, Carlos Queiros.
Dois esclarecimentos: sempre gostei da sua postura como cidadão, da mesma forma que não admiro a sua localização política.
Mas cada vez mais me convenço que somos um país favorável aos compadrios.
Se fossemos uma república séria, Laurentino Dias, Luis Horta e companhia já estavam à procura de outro emprego.

Primeira sensação

Pois é!
Ontem foi o 1º de Abril, o tradicional dia das mentiras.
O Tio Jorge não fugiu à tradição e deixou a sua.
Claro que o maquinista nos levou direitinho até ao destino sem greves a meio, nem boleias na Herbie.
Agora vou-me despachar para ir jogar uma futebolada.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Após a fuga do Sol

O final do dia foi mais calmo.
Regresso a casa a horas, de comboio, sem paragens imprevistas.
À noite a surpresa de ver - no Facebook - a Ana, amiga do Pico, que nos faz ter mais saudades daquela maravilhosa ilha.
Apesar da época ser de crise, temos que lá voltar.
Em breve, espero!

Rosa Sensual

Primeira sensação

Em mais um dia de paralização na CP, com a promessa de serviços mínimos nas primeiras horas do dia, fui até à estação ver como paravam as modas.
Lá estava o meu vermelhinho das 7 e 22 que partiu pontualmente.
O pior foi depois!
Chegados à Bobadela, vi o maquinista sair da cabine – eu ia na primeira carruagem como habitualmente – que foi de pronto rodeado por diversos passageiros.
Aproximei-me ainda a tempo de o ouvir dizer “vou fazer greve a partir de agora”.
Enquanto uns tentavam demovê-lo e outros lhe atiravam uns piropos ordinários, eu, percebendo que nada havia a fazer, encaminhei-me até à Nacional 10 que passa ali ao lado, procurando um autocarro ou uma boleia.
Chegou primeiro a segunda, com um avôzinho simpático a dar-me uma carona no seu Carocha amarelo.
Se tivesse um número na porta parecia a Herbie.
Deixou-me na Segunda Circular, em frente ao Estádio da lagartagem, onde alguns minutos depois apanhei o Metro – por acaso hoje não havia greve – que me trouxe até ao trabalho.
Linda forma de começar o dia!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Hoje estou virado para dois assuntos.
O tempo e mais uma greve da CP.
Sobre os comboios... estamos falados. Afinal as greves são contra uma possível privatização.
A temperatura é que está um bocadinho tonta.
Amanhã a máxima vai chegar aos 25 graus ou mais.
Mas no sábado até parece que vai chover.
Vá-se lá perceber isto.
O melhor é privatizar o Sol.
Mas antes das eleições a 5 de Junho!

A boina de Saragoça

Parece que começou a Primavera.
O Sol a raiar desde cedo até ao anoitecer.
Gosto destes dias, mas não gosto do calor que surge com eles.
Digamos que não me dou muito bem com a temperatura alta, até já fiquei com umas férias estragadas por causa do calor e se não tomo as devidas precauções volta a acontecer o mesmo.
Contudo, parece-me que nestes dias as pessoas andam mais coloridas, mais alegres, mais bem-dispostas, esquecendo um pouco os problemas da vida.
Será que este ano o mês de Abril conseguirá evitar o ditado popular “Abril, águas mil”?
Vamos esperar para ver.
Ai, quase que me esquecia.
Ontem foi o aniversário de Poborsky, o melhor jogador de sempre da história do futebol.
Deixo-lhe aqui uma mensagem de parabéns, pois estou certa que é um leitor assíduo do Tio Jorge.
Até para a semana.

Cláudia Paulino

Primeira sensação

Mais um mês que termina.
E acaba com Sol.
Segundo as previsões, Abril vai ser solarengo.
O quarto mês do ano, vai ter, só, dezoito dias e meio de trabalho, para mim e para mais alguns.
Parece injusto?
Bem, também é para aqueles que estão pagar a crise.
Alguns, repito!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Após a fuga do Sol

Esqueci-me desta ontem!
O puto fez mais uma boa.
Mandou o telemóvel sozinho a Lisboa.
Depois esperou por ele na paragem do autocarro, tendo ele regressado todo satisfeito pelo passeio.
A viagem de emancipação do LG branco do Ricardo.