terça-feira, 17 de abril de 2018

Regresso à Praia

Mais uma vez estive na Praia da Vitória, na ilha Terceira.
Apesar de ter sido pouco tempo, fico sempre encantado com os Açores.
Cheguei no sábado, poucos minutos antes da meia-noite, desloquei-me à marina local e o tempo estava agradável.
No domingo o Sol esteve presente todo o dia, mas o vento ganhou-lhe aos pontos.
No regresso, na segunda-feira de manhã cedo, o vento mantinha-se, agora acompanhado de muita chuva.
Por esse motivo estivemos uma hora dentro do avião, à espera que as condições atmosféricas melhorassem e permitissem a descolagem do avião.
Levámos algumas porradas na subida, nada que me impeça ou me tire a vontade de voltar a terras açorianas, o que vai acontecer já no final deste mês.

Os Apanhados do AL


Imagens


domingo, 15 de abril de 2018

Em direto

Não me lembro de um jogo assim!
Para eleger uma figura do jogo, o senhor vento dominou toda a partida.
Tiago Maia (Praiense) e Rodrigo (Vilafranquense), os guardas-redes das duas equipas, tiveram trabalham redobrado.
Não foi pelas grandes defesas, mas porque cada pontapé de baliza foi um cabo dos trabalhos.
A redondinha esteve sempre irrequieta, provocando enormes dificuldades para ela sossegar.
Foi um jogo sem qualidade, fruto das condições climatéricas muito difíceis.
Empate a zero, com os ribatejanos a ficarem muito perto do play-off.
Tudo por decidir no Cevadeiro no próximo domingo.

Imagens


sábado, 14 de abril de 2018

Arrogância despropositada

Seis da manhã.
Vou levar a Isabel e o Joaquim ao Aeroporto.
Devido às dificuldades de locomoção do Joaquim - que saiu ontem do Hospital - não estacionei no parque do Terminal 1 e usei a rota dos táxis para puder parar à porta.
Trinta segundos depois as bagagens estavam a jeito, despedidas efetuadas, preparava-me para entrar no Chico Picasso quando surgiu um agente da PSP.
De forma arrogante disse-me que não podia estar ali: "Este carro não é um taxi!", afirmou.
Pedi-lhe desculpa e expliquei-lhe, educadamente, porque motivo tinha parado ali, apontado para o Joaquim que estava apoiado na sua bengala.
"Porque me virou as costas?", perguntou-me e expliquei-lhe que não o tinha visto, porque estava preocupado em demorar o mínimo tempo possível.
Voltou a reafirmar o que já tinha dito, cada vez mais arrogante.
Finalizou que desta vez me ia perdoar a multa, mas para a próxima não escapava.
Infligi a lei? Sim.
Mas é preciso tamanha dose de autoritarismo?

Os Apanhados do AL