sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

O nosso Parlamento é uma maravilha.
Para quem tem escrever um texto diariamente, os nossos deputados ajudam muito.
Vamos aos factos.
O Tribunal de Contas fez uma auditoria ao exercício da Assembleia em 2017 e verificou, entre outras coisas, que não existem comprovativos das despesas com deslocações efetuadas pelos deputados dos Açores e Madeira, respeitantes aos valores por eles recebidos, num montante de 3,1 milhões de euros.
Vou dar de barato que eles são todos honestos e gastaram os euros, efetivamente, nas viagens e faço uma pergunta.
Porque motivo temos que lhes pagar as viagens de e para Lisboa?
Vamos ver um exemplo de um cidadão que, por exemplo, mora na Madeira, concorre a um cargo na função pública em Lisboa e é escolhido, alguém lhe paga as viagens para ir e vir?
Claro que não.
O que ele faz é alugar ou comprar um apartamento e mudar-se para cá.
Porque é que os deputados insulares não fazem o mesmo?
Querem ser deputados, arranjem alojamento permanente por cá.
Já nos poupavam 3 milhões de euros por ano.

À volta da Comercial


A Minha Câmara Escura


Sensual


Imagens


Mais de 41.000 participantes na 35ª Maratona de Viena, Áustria.

22/04/2018

Os cestos da NBA


quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Um estudo do Observatório do Futebol fez soar as campainhas da 1ª Liga portuguesa.
Entre 37 competições europeias - onde estão incluídas a Liga dos Campeões e a Liga Europa - a prova portuguesa é a que tem menos tempo médio de jogo efetivo: 50,9%, ou seja, joga-se pouco mais de metade do tempo.
No polo oposto está o campeonato sueco com um tempo médio de 60,4%.
No caso de Portugal a equipa com melhor percentagem é o Belenenses (55,2%) e a pior o Feirense (45,7%).
Se é claro que a situação em Portugal é preocupante, o melhor resultado, neste caso da Suécia, não deixa, em minha opinião, ninguém contente.
A utilização de tempo útil de jogo seria a solução definitiva, mas outras medidas também podem contribuir.
Deixo três sugestões.
À semelhança do futsal, atingido um certo número de faltas de equipa, sofrem um livre direto, sem barreira.
Todo o jogador que for assistido, sem ser substituído, fica fora do jogo 15 minutos.
No caso de ser o guarda-redes, tem que ser substituído - à semelhança do hóquei em patins - só podendo entrar 15 minutos depois.
Não resolve totalmente o problema, mas acho que o jogo fluía melhor, como menos faltas e lesões simuladas.

À volta da Comercial

2014

A última das canções de Natal.
Em 2019 há mais uma.


A Minha Câmara Escura


Sensual


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Cristiano Ronaldo no arranque de Portugal no Mundial de futebol, jogo com a Espanha em Sochi.

15/06/2018

Os cestos da NBA

 
 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

No Reino da Águia


Nos oitavos de final da Taça de Portugal o Benfica deslocou-se até Montalegre, equipa que compete no Campeonato de Portugal.
Com um relvado em mau estado, boa réplica do locais, com o Benfica a marcar por Conti, na sequência de um pontapé de canto.
Na segunda parte os encarnados baixaram o ritmo do jogo, podiam ter marcado de novo, mas valeu o golo do argentino para resolver a eliminatória. 
Na sexta-feira vai-se ficar a saber os jogos para quartos e meias finais da prova.

Um olhar alentejano

Ora lá tivemos mais um treinador despedido.
Já estão vocês a dizer.
Quando é que isso é notícia?
Por acaso em Portugal este ano a coisa até tem estado calma, com apenas três chicotadas em um terço de campeonato.
Mas não, não foi por cá.
E é notícia porque foi o Special One.
É verdade, José Mourinho foi despedido do Manchester United, ele que é um treinador a quem não se aplica o meio termo.
Ou se gosta ou se odeia.
Ao longo da sua carreira tem arranjado alguns ódios de estimação, como por exemplo com Casillas, desde os tempos do Real Madrid.
Ainda agora vão andando no bate-boca, com o guarda-redes a reconhecer os problemas que teve com o treinador e que se fosse hoje o tinha enfrentado, Mourinho a responder que se trata uma declaração de quem está a fim de carreira, com o espanhol a concordar, mas a deixar a pergunta, em que momento é que um treinador deve deixar de o ser, uma indireta para o português.
Quem sabe se Mourinho não regressa a Madrid, seguindo o caminho inverso de Zidane, que pode chegar a Manchester.
Duas coisas são certas.
Arranjou mais um grande amigo, na pessoa de Pogba, e pode comprar umas prendas de Natal mais caras, com os 26 milhões de euros que vai receber como indemnização.

À volta da Comercial

2011