sábado, 22 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Com 15 anos de idade, Gretha Thunberg fez greve na escola para protestar contra as alterações climáticas.
Dai a ser convidada para discursar na Cimeira do Clima em Katowice, Polónia, foi um pulo.
A jovem sueca silenciou os mais de 200 representantes e sem papas na língua apontou o dedo aos líderes mundiais, afirmando que vocês "não são maduros o suficiente para encarar os factos e estão a deixar o peso das alterações climáticas para as crianças. A nossa civilização está a ser sacrificada para que pessoas ricas em países como o meu possam viver luxuosamente. É o sofrimento de muitos que paga pelos luxos de poucos".
Tudo começou quando Gretha tinha 8 anos e lhe explicaram o que estava a acontecer ao planeta e porque motivo era preciso poupar água, reciclar e não desperdiçar comida.
Em meados de agosto deste ano, com a aproximação das eleições para o Parlamento sueco, decidiu sentar-se todos os dias nas escadas do edifício em Estocolmo durante o horário escolar.
Chamou-lhe "greve à escola contra as alterações climáticas" e o objetivo era pressionar o Governo a adotar uma postura radical no combate a este problema real.
Em Katowice alertou "Dizem que amam os vossos filhos mais do que tudo, mas estão a arruinar o seu futuro perante os seus olhos".
Embrulhem Trump e companhia!

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O francês Yannick Borel e o russo Pavel Sukhov durante o Campeonato Europeu de Esgrima, em Novi Sad, Sérvia.

20/06/2018

Os cestos da NBA

 
 
 
 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

O nosso Parlamento é uma maravilha.
Para quem tem escrever um texto diariamente, os nossos deputados ajudam muito.
Vamos aos factos.
O Tribunal de Contas fez uma auditoria ao exercício da Assembleia em 2017 e verificou, entre outras coisas, que não existem comprovativos das despesas com deslocações efetuadas pelos deputados dos Açores e Madeira, respeitantes aos valores por eles recebidos, num montante de 3,1 milhões de euros.
Vou dar de barato que eles são todos honestos e gastaram os euros, efetivamente, nas viagens e faço uma pergunta.
Porque motivo temos que lhes pagar as viagens de e para Lisboa?
Vamos ver um exemplo de um cidadão que, por exemplo, mora na Madeira, concorre a um cargo na função pública em Lisboa e é escolhido, alguém lhe paga as viagens para ir e vir?
Claro que não.
O que ele faz é alugar ou comprar um apartamento e mudar-se para cá.
Porque é que os deputados insulares não fazem o mesmo?
Querem ser deputados, arranjem alojamento permanente por cá.
Já nos poupavam 3 milhões de euros por ano.

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Mais de 41.000 participantes na 35ª Maratona de Viena, Áustria.

22/04/2018

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Um estudo do Observatório do Futebol fez soar as campainhas da 1ª Liga portuguesa.
Entre 37 competições europeias - onde estão incluídas a Liga dos Campeões e a Liga Europa - a prova portuguesa é a que tem menos tempo médio de jogo efetivo: 50,9%, ou seja, joga-se pouco mais de metade do tempo.
No polo oposto está o campeonato sueco com um tempo médio de 60,4%.
No caso de Portugal a equipa com melhor percentagem é o Belenenses (55,2%) e a pior o Feirense (45,7%).
Se é claro que a situação em Portugal é preocupante, o melhor resultado, neste caso da Suécia, não deixa, em minha opinião, ninguém contente.
A utilização de tempo útil de jogo seria a solução definitiva, mas outras medidas também podem contribuir.
Deixo três sugestões.
À semelhança do futsal, atingido um certo número de faltas de equipa, sofrem um livre direto, sem barreira.
Todo o jogador que for assistido, sem ser substituído, fica fora do jogo 15 minutos.
No caso de ser o guarda-redes, tem que ser substituído - à semelhança do hóquei em patins - só podendo entrar 15 minutos depois.
Não resolve totalmente o problema, mas acho que o jogo fluía melhor, como menos faltas e lesões simuladas.

À volta da Comercial

2014

A última das canções de Natal.
Em 2019 há mais uma.


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