sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

No Reino da Águia

 

Última jornada da fase de grupos da Taça da Liga, com a deslocação do Benfica à Vila das Aves, sendo que um empate levava os encarnados para a final a quatro em Braga.
Boa primeira metade, grande envolvimento de ambas as equipas e um Aves mais perigoso.
Na segunda parte o jogo não foi tão bom, os visitantes continuaram bem, chegaram ao golo, mas o Benfica reagiu, Seferovic marcou e colocou o carimbo no passaporte para a Pedreira, entre 22 e 26 de janeiro. 

Um olhar alentejano

Só dei pela situação agora, apesar de o jogo ter decorrido a 7 de dezembro.
Na noite desse dia o FC Porto recebeu no Dragão o Portimonense, o jogo foi difundido pela Sport TV, que transmite todos os jogos da 1ª Liga portuguesa.
Eu não vi o jogo e agora deparei com as queixas do Benfica contra a operadora.
Tudo tem a ver com um lance de penalty - que existiu, mas que não foi assinalado - protagonizado por Felipe e Nakagima.
Segundo as águias, as imagens da repetição do lance, transmitidas ao intervalo, foram manipuladas.
Fui à procura das ditas imagens.
Vê-se um plano aberto, distante, onde parece haver falta e depois duas repetições onde não existe qualquer falta.
O problema é que esta repetição é diferente daquela que tinha visto aquando dos resumos transmitidos pela RTP e SIC.
A minha dúvida é se este lance é outro, muito semelhante, onde não existiu qualquer infração, ou se houve manipulação das imagens.
Em qualquer dos casos - mais grave se houve adulteração das imagens originais - é muito grave o que a Sport TV fez.
Quem querem beneficiar com estas trafulhices, enganando os telespetadores que pagam o serviço?
Vergonhoso e lamentável!

À volta da Comercial


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O par russo, Kristina Astakhova e Alexey Rogonov, nos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, na Arena Gangneung, Coreia do Sul.

15/02/2018

Os cestos da NBA

 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Acontece-nos muitas vezes ... demasiadas vezes.
Idealizamos um projeto - nalguns casos somos pioneiros - recebemos elogios do exterior e deixamos as bases para a sua evolução.
E depois o que acontece?
Os que agarraram a nossa ideia vão fazendo com que ele evolua e nós regredimos.
Estou a falar concretamente do videoárbitro, o conhecido VAR.
A Federação Portuguesa de Futebol lançou o projeto, FIFA, UEFA e alguns dos principais campeonatos europeus já o adotaram, sendo que os resultados têm sido elogiados.
Porque cá passa-se o contrário e porquê?
Em minha opinião a culpa é dos árbitros.
Como em muitas classes profissionais, também esta é cooperativista.
Um erro do árbitro dentro do campo, não é devidamente avaliado pelo VAR, para que não seja detetado o erro cometido na avaliação dentro das quatro linhas, tipo "ele errou, mas nós com os recursos que temos também não vimos".
E como se resolve este problema?
De certeza que não é colocando na videoarbitragem árbitros que eram maus dentro do campo, mas sim criando e formando elementos para uma carreira como VAR, independente dos árbitros de campo.
Talvez assim consigamos chegar aos bons resultados que se esperavam desta ferramenta.

À volta da Comercial


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O estádio do Henninsvaer FC, em Henninsvaer, ilhas Lofoten, norte da Noruega, no Círculo Polar Ártico.

8/03/2018

Os cestos da NBA

 
 
 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Ninguém tem dúvidas do que os jornalistas escrevem e dizem influencia a opinião pública.
Quantos vezes não ouvimos a expressão “eu ouvi na televisão” , como sendo sinónimo de uma verdade absoluta.
Eu que sou, como costumo dizer, uma espécie de jornalista, sou dos que defendem esta classe, mas entristece-me quando a opinião resvala para o lado do ataque pessoal, principalmente quando vem de alguém que me habituei a apreciar, caso de Vítor Serpa, diretor do jornal A Bola.
O que tem escrito nos últimos tempos sobre Rui Vitória - aliás,   como quase todos naquele jornal - tem sido uma verdadeira campanha para que ele seja despedido, ao nível do que tem feito muitos benfiquistas.
Mas eles podem, Serpa é que não!
Curiosamente são os mesmos jornalistas que criticam os presidentes quando estes usam o chicote do despedimento.
Na véspera do jogo com o Braga escreveu “Calculo que para o jogo de hoje, independentemente da qualidade da exibição, Rui Vitória assinasse já por baixa da proposta de qualquer resultado mínimo, mas que significasse o sucesso dos tais três pontinhos” e “Enquanto Keizer e Conceição discutem se a nota artística ... fica melhor com ... 1-0 ou 4-3, Vitória contenta-se com a teoria dos três pontinhos e acha que ganhar por um é uma goleada”.
Sempre defendi que os jornalistas podem e devem opinar sobre as opções dos treinadores, mas não podem deduzir pensamentos que eles nunca proferiram.
Quando se querem substituir aos próprios, armando-se também eles em treinadores de bancada, acabam, invariavelmente, por escrever muitos disparates.
Senhor Vítor Serpa, talvez seja a altura de meter a viola no saco e escrever os seus editoriais sobre outros assuntos, por exemplo na vergonha que se passa no seu Belenenses.

À volta da Comercial


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O ucraniano Georgii Zantaraia e o esloveno Andraz Jereb no Campeonato da Europa de Judo, no Tel Aviv Convention Center, Israel.

26/04/2018

Os cestos da NBA


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Um olhar alentejano

Em 2005 iniciou-se um dos maiores estudos da Europa, o único deste tipo realizado em Portugal.
O projeto de investigação Geração 21 acompanha 8600 crianças desde o dia em que nasceram em maternidades públicas da área metropolitana do Porto.
Hoje têm entre 12 e 13 anos - com a adolescência a bater-lhes à porta - enfrentando uma nova fase de avaliações, medições e perguntas dos investigadores.
Apesar de ainda ser cedo para se chegarem a conclusões, já se pode dizer por esta altura que as crianças portuguesas estão mais altas, mais gordas, mais informadas, mas também mais dependentes dos pais.
Muitos destes miúdos nunca foram para escola sozinhos, pois mesmo morando perto, vão de carro com os pais, os mesmos pais que no final do dia andam a correr para os levar, mais uma vez de carro, para uma atividade desportiva.
Outra conclusão que já se pode tirar, tem a ver com o mapa da obesidade.
As crianças mais gordas são aquelas que ficam em freguesias que têm por perto um McDonalds.
Mais exercício e melhor alimentação, precisa-se.
Principalmente a seguir ao Natal!