sábado, 2 de fevereiro de 2019
Um olhar alentejano
Instalados que estamos em Viana do Alentejo, está na altura de falar como foi a mudança.
Recordo para aqueles que não tem acompanhado a nossa transferência para o Alentejo, que ainda temos uma garagem cheia de grande parte do recheio da anterior habitação.
Pontualmente já lá fomos buscar reforços, mas coisa pouca.
Voltemos à mudança.
Como não temos cá muita coisa e vamos de um local mobilado para outro idêntico, mas maior, duas viagens a Viana do Alentejo, com a ajuda dos braços do Ricardo e do Nani, além do carro do puto, foram suficientes, com a terceira ida a ser a definitiva.
Mas nem tudo correu bem!
Quando levámos os dois carros, depois de trinta minutos de viagem - não foi mau de todo - lembrei-me que tinha deixado a chave de casa em Cabeça de Carneiro.
Lá foi uma hora para o boneco!
Mas no primeiro dia foi melhor.
Estava a preparar-me para regressar, quando ouvi um estrondo na rua.
O meu vizinho do lado - um velhote de 82 anos, que ficou preocupadíssimo - partiu-me o espelho retrovisor do carro.
Tudo tratado rapidamente, só falta ultrapassar as burocracias das seguradoras para ter um espelho novo.
Levando isto com um sorriso nos lábios, cada um tem a sua maneira de nos receber na sua terra.
Recordo para aqueles que não tem acompanhado a nossa transferência para o Alentejo, que ainda temos uma garagem cheia de grande parte do recheio da anterior habitação.
Pontualmente já lá fomos buscar reforços, mas coisa pouca.
Voltemos à mudança.
Como não temos cá muita coisa e vamos de um local mobilado para outro idêntico, mas maior, duas viagens a Viana do Alentejo, com a ajuda dos braços do Ricardo e do Nani, além do carro do puto, foram suficientes, com a terceira ida a ser a definitiva.
Mas nem tudo correu bem!
Quando levámos os dois carros, depois de trinta minutos de viagem - não foi mau de todo - lembrei-me que tinha deixado a chave de casa em Cabeça de Carneiro.
Lá foi uma hora para o boneco!
Mas no primeiro dia foi melhor.
Estava a preparar-me para regressar, quando ouvi um estrondo na rua.
O meu vizinho do lado - um velhote de 82 anos, que ficou preocupadíssimo - partiu-me o espelho retrovisor do carro.
Tudo tratado rapidamente, só falta ultrapassar as burocracias das seguradoras para ter um espelho novo.
Levando isto com um sorriso nos lábios, cada um tem a sua maneira de nos receber na sua terra.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Uma de hoje
Belém mantém condecorações a Ronaldo
Marcelo ouviu o Conselho das Ordens Honoríficas. Decisão está tomada. Condenação por fuga ao fisco em Espanha não justifica abertura de processo a Ronaldo. Futebolista mantém condecorações da República
in Expresso
Um olhar alentejano
Talvez seja assim que dá mais piada.
Também dá um bocado de trabalho, é verdade.
Por vezes até surge um bocadinho de ansiedade, mas faz parte do processo.
Antecipámos assim a cronologia da nossa mudança, algures em meados de 2018.
Vamos para o Alentejo.
Instalamo-nos em Cabeça de Carneiro onde vamos ficar uns três/quatro meses.
No final/princípio do ano estamos em Oriola.
Por vezes até nos esquecemos que estamos em Portugal.
Nesta fase da necessidade de um cidadão, tratar da compra de uma habitação, já quarentona, o Simplex nem por lá perto anda, só o seu irmão Complex.
Tudo é feito com muito calma, ao ponto da uma senhora dizer que está cá tudo, mas no dia seguinte, telefona e diz que afinal faltava mais um papelinho.
E nisto se passaram os seis meses - até achámos que era muito - que tínhamos de arrendamento, pelo que tivemos que ir à procura de outra opção.
Já ficámos a conhecer o Professor Dr Manuel Dâmaso Prates - um médico nascido na terra - sendo que o número cinco da sua rua vai ser, desde hoje, a nossa casa por alguns meses, não sabemos quantos.
Em Viana do Alentejo.
Também dá um bocado de trabalho, é verdade.
Por vezes até surge um bocadinho de ansiedade, mas faz parte do processo.
Antecipámos assim a cronologia da nossa mudança, algures em meados de 2018.
Vamos para o Alentejo.
Instalamo-nos em Cabeça de Carneiro onde vamos ficar uns três/quatro meses.
No final/princípio do ano estamos em Oriola.
Por vezes até nos esquecemos que estamos em Portugal.
Nesta fase da necessidade de um cidadão, tratar da compra de uma habitação, já quarentona, o Simplex nem por lá perto anda, só o seu irmão Complex.
Tudo é feito com muito calma, ao ponto da uma senhora dizer que está cá tudo, mas no dia seguinte, telefona e diz que afinal faltava mais um papelinho.
E nisto se passaram os seis meses - até achámos que era muito - que tínhamos de arrendamento, pelo que tivemos que ir à procura de outra opção.
Já ficámos a conhecer o Professor Dr Manuel Dâmaso Prates - um médico nascido na terra - sendo que o número cinco da sua rua vai ser, desde hoje, a nossa casa por alguns meses, não sabemos quantos.
Em Viana do Alentejo.
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