segunda-feira, 4 de março de 2019
Eu não gosto da TVI, mas gosto do RAP
O Ricardo Araújo Pereira (RAP) tem na TVI um programa bem disposto.
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Para aqueles que não gostam deste canal - como eu - mas gostam do RAP, podem ver aqui no Tio Jorge, todas as segundas-feiras.
Basta carregar nos dois link abaixo ...
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 1) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Gente Que Não Sabe Estar: 3 de março de 2019 (parte 2) | Gente que não sabe estar | TVI Player:
Um olhar alentejano
E os de quatro patas não ficam atrás.
O primeiro a chegar foi o Pablo, um basset hound com umas grandes orelhas e com um enorme gosto por dormir.
Chegou no inverno e cedo a Princesa lhe arranjou um cobertor "porque ele tinha frio".
Eu disse-lhe que não era preciso, mas ela insistiu.
O tempo foi passando e - como dorme no nosso quarto - ele começou a acordar-nos de noite para o taparmos, duas ou três vezes, dependia se ele se mexia mais ou menos.Depois chegou o Pizzi, quase quatro anos mais tarde, apanhado na rua.
Um rafeiro medroso, que também chegou na época do frio e logo ganhou um cobertor, com direito a dormir ao pé do mano.
Ainda no outro dia comentava que ainda bem que ele não tinha o hábito do irmão mais velho.
Destapava-se de noite, mas não chateava ninguém.
Porque é que eu não estive calado?
Há dias que o panorama se alterou.
O Pizzi já ultrapassou o Pablo no ranking para ver quem pede para se tapar mais vezes durante a noite.
Será que ainda falta muito para guardarmos os cobertores?
domingo, 3 de março de 2019
A Bola d'Évora
Todos os domingos à noite surgem os resultados e as classificações da Liga Elite e Liga "AFE" (Associação Futebol de Évora).
Este domingo não houve jogos, pois realizaram-se os quartos-de-final da Taça Dinis Vital, pelo que deixo os resultados da prova até hoje.
Taça Dinis Vital
Um olhar alentejano
Confesso que estou muito preocupado.
Antes de avançar no texto, uma declaração de interesses.
Respeito tanto a etnia cigana, como o povo árabe.
Como eu costumo dizer, pessoas más há em todo o lado, independentemente da raça e credo.
Mas vamos lá ao assunto.
Será que fui só eu que não gostou dos Telemóveis do Conan Osíris, que venceu o Festival da Canção?
Todos os júris distritais, exceto o do Algarve, deram o primeiro lugar a esta canção.
O público do telefone, na sua enorme sabedoria, deu também o primeiro lugar a Osíris.
Nem estou nada preocupado que ele goste de atuar com colheres na cara, mas aquilo é cantar?
Porque será toda aquela violência contra os telemóveis?
E que raio de letra é aquela?
Eu vou partir o telemóvel
O teu e o meu
E e eu vou estragar o telemóvel
Eu quero viver e escangalhar o telemóvel
A mim a canção parece-me um misto de um velório de ciganos, misturado com a reivindicação de um atentado por uma qualquer célula jihadista.
Chamam a isto modernidade.
Mas moderno o quê?
Como dizia o outro "Eu quero voltar para a ilha!"
Antes de avançar no texto, uma declaração de interesses.
Respeito tanto a etnia cigana, como o povo árabe.
Como eu costumo dizer, pessoas más há em todo o lado, independentemente da raça e credo.
Mas vamos lá ao assunto.
Será que fui só eu que não gostou dos Telemóveis do Conan Osíris, que venceu o Festival da Canção?
Todos os júris distritais, exceto o do Algarve, deram o primeiro lugar a esta canção.
O público do telefone, na sua enorme sabedoria, deu também o primeiro lugar a Osíris.
Nem estou nada preocupado que ele goste de atuar com colheres na cara, mas aquilo é cantar?
Porque será toda aquela violência contra os telemóveis?
E que raio de letra é aquela?
Eu vou partir o telemóvel
O teu e o meu
E e eu vou estragar o telemóvel
Eu quero viver e escangalhar o telemóvel
A mim a canção parece-me um misto de um velório de ciganos, misturado com a reivindicação de um atentado por uma qualquer célula jihadista.
Chamam a isto modernidade.
Mas moderno o quê?
Como dizia o outro "Eu quero voltar para a ilha!"
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